terça-feira, 22 de abril de 2008

Poetando...




Atirei o pau no gato, mas o gato não correu.
O gato usou o pau como escada para escalar o muro
e alcançar sua amada.

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Antônio saiu sem rumo pelas ruas da cidade.
Estava só e a cidade deserta lhe oferecia
como companhia apenas o pó das ruas descalças.
De repente, Antônio mira um louco correndo apressado em seu carro de sonhos: Dalmiro.
Antônio sentiu vontade de pedir carona ao louco.
Mas Antônio não tinha pressa e seus devaneios não caberiam naquele meio imaginário de transporte.
Antônio seguia a passos lentos e ia buscando pelo caminho a cura para sua louca sanidade.

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