quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Façamos um 2016 feliz!



Música para os meus ouvidos


Como diria Quintana, "a vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa". Eu digo que a vida é, na maior parte, aquilo que fazemos da gente e com as gentes durante nossa curta caminhada pela mundana existência.

A única certeza é que numa hora, quase sempre sem prévio aviso, tudo acaba ou recomeça noutras plagas, paragens ou dimensões. Outra certeza é que nada é para sempre ou sempre pode recomeçar. 

Então, vivamos intensa e responsavelmente, sempre em frente e prestando atenção no alerta da letra do fabuloso Humberto Gessinger que cantava: "agora eu pago os meus pecados por ter acreditado que só se vive uma vez" ou como ensina a canção do Capital Inicial e Seu Jorge: a vida é um vai e vem, nada é pra sempre! E que de tudo que vai e vem fique apenas o essencial e as trilhas sonoras que nos tocam e fazem sentido em nossas vidas.





Obrigado pelo que passou e viva o que vier...



Mais um ano acaba, um ano novo está prestes a nascer...

É o momento de agradecer a cada um e cada uma que, de alguma forma, deu um pouco de si para mim, seja aqui no blog, seja no mundo virtual ou nos (des) caminhos desse “mundão de Meu Deus”.

É o momento de agradecer a Deus e ao mestre Jesus por todo amparo e bençãos recebidas ao longo de 2015. Obrigado pela minha família, pela minha saúde, pelo meu lar, pelo pão na mesa, pelo meu trabalho, pelos afetos e gestos de carinho recebidos, pelas desencontros e pedras no caminho que ajudaram a ficar mais forte e cada vez mais esperto.

Chego ao final do ano muito melhor e diferente do que comecei. Me sinto mais forte, mais livre, mais leve, mais verdadeiro, mais antenado, mais descomplicado, mais intenso, mais aceso, mais inspirado, mais criativo, mais corajoso, mais ativo, mais sarado, mais afetuoso, mais feliz, mais gente.

Nesse ano, libertei-me de amarras e alguns encostos que não vinham ajudando e ainda haviam se convertido em estorvo no meu caminho. Reatei laços que andavam esquecidos ou tinham se tornado nó. Retomei atividades ou hábitos que antes faziam tanto bem, mas andavam abandonados ou deixados de lado. Arrisquei realizar coisas novas, percorrer novos caminhos, viver novas experiências, abrir as portas da alma e do corpo para novas gentes e vivências.

Claro, nem tudo comigo foram flores ou acertos. A vida é assim. Passei por apertos, perrengues ou momentos adversos. Pisei na bola, meti o pé na jaca e chutei o pau da barraca. Pensei coisas que não deveria ter pensado. Fiz coisas que não deveria ter feito. Disse coisas que não deveria ter dito. Também cometi o erro de silenciar em ocasiões ou circunstâncias que deveria ter cuspido e escarrado tanta coisa que andava trancada na garganta. “O importante é que emoções eu senti” e estou sempre disposto a seguir em frente, acertar o passo, dar a volta por cima, recomeçar, ser mais e melhor.

Não espero um 2016 melhor. Quero apenas seguir caminhando e melhorando lenta e continuamente no Ano Novo que se anuncia. Afinal, não existe mágica e o caminho sempre se faz caminhando, para o bem ou para o mal. Ou como diria o poeta, “não, eu não tenho um caminho novo, o que eu tenho de novo é o jeito de caminhar”.

Desejo sim, um baita 2016 para todos e todas: familiares, amigos, colegas, parceiros, companheiros e companheiras de sonhos e das causas perdidas, muitas vezes, porém justas e nunca impossíveis.


Muita vida, luz, saúde, lucidez, paz, pão, lar, mel, poesia, terra e tudo mais que move na direção do bem e faz o mundo melhor e mais igual. Beijos, abraços e apertos de mão. Que tudo corra bem e sejamos mais mansos, racionais, amorosos e humanos no Ano Novo! Façamos nossa parte e brindemos a alegria de estar vivo, ontem, hoje, amanhã e sempre!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ato político


Não vou me deter em delongas, pois o escrito abaixo, da autoria do deputado estadual Adão Villaverde (PT) expressa com clareza e maestria exatamente o que penso e percebo acerca das escolhas do governo Sartori e os projetos políticos em disputa no Rio Grande do Sul, no Brasil e no mundo.

Só acrescentaria, dizendo que é mais que chegada a hora de romper com o senso comum, rumo ao despertar de uma consciência crítica e ativa sobre a política, os projetos políticos e o quanto isso repercute em nossas vidas, inclusive daqueles que estufam o peito para dizer que todos são iguais ou que odeiam a política.

Caminhemos pelo caminho da boa política e aprendamos a separar o joio do trigo, tendo em vista que o contrário da política é a guerra, a negociata, a cacicagem ou o desmonte dos mecanismos e estruturas que asseguram a participação cidadã e as políticas públicas capazes de promover o crescimento econômico com justiça social.

Ou como cantavam os velhos Serranos: "acorda Rio Grande, desperta do sono"!


RESPONSABILIDADE FISCAL, SIM. IRRESPONSABILIDADE SOCIAL, NÃO!


Tanto no Brasil quanto no RS, há, em disputa, duas visões sobre desenvolvimento e papel do Estado. A que defendo compreende o desenvolvimento “de baixo para cima”, focado na inclusão social e na melhoria da qualidade de vida para todos. É a visão do Estado indutor de desenvolvimento que orienta nossos governos permitindo que, pela primeira vez, o Brasil trilhasse o caminho do crescimento econômico com distribuição de renda tornando-se um dos países que melhor enfrentou a crise iniciada em 2008, a mais dura e longa desde 29. De 2008 a 2013, enquanto a economia brasileira cresceu 19,9%, a dos países da zona do euro, por exemplo, caiu 1,7%.

Na visão oposta, o desenvolvimento é apenas crescimento econômico e o Estado é um empecilho. Foi o que norteou os governos nacionais de Collor e FHC e de Britto e Yeda no RS. Resultado: de 2003 a 2010, o PIB do RS cresceu 2/3 em relação ao nacional (24,3% x 37,1%), enquanto de 2011 a 2014, o PIB do RS cresceu 10,6% e o nacional 8,8%.

O atual governador, aliás, na posse, já havia dito que ‘a sociedade gaúcha vai bem, mas o Estado atrapalha’, reforçando o conceito na mensagem encaminhada ao Legislativo, nas Leis Orçamentárias e, agora, na chamada Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual (PLC 206/2015) que penaliza os servidores, reduz as funções públicas de Estado e resgata a visão conservadora do “déficit zero” e do “Estado Mínimo”.

Não por acaso é quase uma cópia do PLC 390/07 de Yeda, rejeitado por unanimidade na Assembleia. Seus defensores parecem desconhecer que o Brasil já tem uma Lei de Responsabilidade Fiscal e desenvolvem campanha para desconstituir políticas públicas e governos que concebem o Estado induzindo o desenvolvimento, como se ter preocupação social fosse uma irresponsabilidade.

Tarso Genro governou com responsabilidade fiscal e social, opondo-se à visão conservadora do “déficit zero” e do “Estado Mínimo”. Atuou no curto e no médio prazos. Primeiro, melhorou a receita, aumentou a arrecadação do ICMS em 44,5% em valores nominais e atuou fortemente na captação de recursos externos. No médio prazo, renegociou a dívida e fez a Reforma da Previdência.

Portanto, neste momento, impõe-se construir alternativa à visão conservadora de que o Estado entrava o desenvolvimento, reafirmando; responsabilidade fiscal, sim; irresponsável social, não.

Nem só de pão viverá o homem





segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Altas conexões



Municípios do Cideja recebem tratores e implementos agrícolas



Na última segunda-feira, 21, no Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio, foi realizado a entrega dos maquinários e equipamentos adquiridos através de aditivos ao projeto original referente a emenda do mandato do deputado federal Marcon via Ministério do Desenvolvimento Agrário, com contrapartida do Governo do Estado através da Secretaria da Agricultura para o CIDEJA - (Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental dos Municípios da Bacia do Rio jaguarão).

O projeto destina se a fomentar o desenvolvimento da bacia leiteira de municípios da região sul, (Pinheiro Machado, Hulha Negra, Candiota, Aceguá, Pedras Altas, Piratini e Herval) pertencente ao CIDEJA. Hoje foram entregues 2 tratores 105cv, 5 carretas agrícolas, uma plantadeira, 2 ensiladeiras e 7 botijões de sêmen para os municípios de Herval e Piratini que ficaram de fora da primeira entrega. 

São R$ 3 milhões sendo R$ 2 milhões de emenda do parlamentar e um milhão de contrapartida da Secretaria da Agricultura, recursos distribuídos para 7 municípios para a aquisição de kits (30 botijões de semens, 10 ensiladeiras, 5 semeadeiras, 10 roçadeiras, 20 carretas agrícolas, 5 conjuntos de fenação, 10 tratores 105 Cvs e um caminhão trucado com tanque isotérmico.

"Este projeto vem ao encontro dos anseios dos pequenos agricultores e assentados da reforma agrária desta região e que irá contribuir para a geração de renda e desenvolvimento principalmente a da Bacia leiteira. Este projeto só foi possível devido também ao esforço do governo Tarso Genro através do secretário estadual da agricultura na época deputado Mainardi, que disponibilizou 30% do valor total do investimento e do atual secretário da agricultura Ernani Polo e da organização e empenho do Fórum Regional de Desenvolvimento, vereadores, prefeitos, movimentos sociais e lideranças", ressaltou Marcon.

Presentes no ato, secretário da agricultura Ernani Polo, presidente da Famurs prefeito Luis Carlos Folador de Candiota, Lúcio Loguercio gerente de negócio Caixa Econômica Federal, vice-prefeito de Herval Luiz Alberto Perdomo, vice-prefeito de Piratini Vitor Ivan Gonçalves Rodrigues, presidente da câmara dos vereadores de Piratini Lourenço Souza, Débora Cappua diretora executiva do Cideja e representantes da Emater, secretários municipais e lideranças da região.


Texto e fotos: assessoria de imprensa do deputado Marcon – PT 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Plano municipal de resíduos sólidos é apresentado à comunidade



A administração municipal de Herval, através da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, promoveu audiência pública para apresentação do Plano Municipal de Gestão dos Resíduos Sólidos, na tarde de 17 de dezembro, tendo como local o plenário da Câmara de Vereadores.
O estudo do plano a ser adotado pelo município foi realizado em parceria com a Associação dos Municípios da Zona Sul – Azonasul, sendo apresentado pelo servidor e pela técnica contratada através da entidade, Jorge da Rosa e Natali dos Santos, os quais parabenizaram os gestores de Herval por terem se engajado no projeto.
Conforme o secretário Toninho Veleda, a prefeitura buscou a parceria e o amparo técnico com a Azonasul, visto a obrigatoriedade que todos os municípios tem de se enquadrarem na lei o mais breve possível. “Foi uma forma menos dispendiosa que encontramos, visto que os profissionais já têm experiência em realizar o plano”, destacou o secretário.
Na apresentação foram colocadas as soluções e carências apontadas na fase de diagnóstico, ações associadas a outros municípios e individuais, definição de responsabilidades, obrigações de cada setor que gera os resíduos, implantação logística reversa, entre outras ações em cada ramo da sociedade.
O referido plano passará a ser cobrado e implementado a partir de 2016. Maiores informações através da Secretaria Municipal de Planejamento, ou pelo fone (53) 3267-1175.
Texto: Nívea Bilhalva de Oliveira
Publicado originalmente no site da prefeitura: www.herval.rs.gov.br

Música para os meus ouvidos


Música boa me deixa sem papas na língua. Coração bobo nunca deixa de acreditar e buscar um pequeno grande amor...



Juntos somos um só



Ontem (22) foi o nosso dia de confraternizar, agradecer o convívio e celebrar as muitas conquistas alcançadas pelo nosso município ao longo de 2015.

Como sempre ressalta o prefeito Ildo Sallaberry, no modelo de gestão em curso na prefeitura de Herval, tudo (ou quase tudo) passa pela secretaria de planejamento e meio ambiente. Então, não somos mais nem menos que os outros ou as outras esferas da administração local, mas fazemos nossa parte dentro do todo e, embora pouco apareçamos diante dos olhos do público, grande parte das obras e investimentos do município trazem nosso suor e carregam nossas digitais.

O fato é que o prefeito teve a sabedoria e o mérito de formar um grande time, em todas as áreas. O fato é que formamos uma equipe coesa e dedicada que dá o melhor de si para atingirmos a meta permanente de fazer Herval avançar e melhorar um pouco mais a cada dia.

Esse ano a equipe da nossa secretaria foi renovada e ampliada, fruto da política de qualificar e fortalecer a gestão local para seguirmos correndo atrás de mais realizações e andando na frente em muitos aspectos, na comparação com outras administrações. Ganhamos gás novo, recebemos reforço em funções que estávamos carentes, mantivemos a experiência e a expertise de alguns mais calejados.

Assim, nossa receita vem sendo mesclar juventude e experiência. Dinamismo político e vigor técnico. Entrega e profissionalismo. Pressão para as coisas acontecerem e laços de afeto. Talento pessoal e trabalho em equipe. Assim, modéstia à parte, formamos um time nota mil. Mais que isso, formamos um grupo de pessoas que apostam na força da soma e dividem o peso dos esforços para o melhor de Herval.

Como diria um grande líder africano: "o único privilégio de estar na política deve ser o privilégio de servir, servir e servir melhor". A maioria do nosso time não faz política no sentido estrito da palavra. Com a exceção deste secretário, são todos profissionais concursados, exemplares e do mais alto quilate. No entanto, fazemos a política humana de dar as mãos para irmos mais longe e vestimos a camisa e as cores nossa terra querida.

Desta forma, não faltam motivos para celebrarmos esse ano que está chegando ao fim e que 2016 venha com tudo, trazendo muita luz, saúde, ousadia e ainda mais sucesso.










segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Assistência Social promove chegada do Papai Noel



No dia 21 de dezembro, a partir das 18 horas, acontece na Praça Central, a chegada do Papai Noel, com entrega de brinquedos para as crianças.
Durante o evento serão realizadas apresentações do Projeto Ctrl-A, distribuição de pipoca, algodão-doce e refrigerante.
O evento é uma realização da Secretaria de Assistência Social e CRAS, tendo apoio das secretarias de Educação, Cultura, Turismo, Desporto e Lazer e Obras. 
Texto: Nívea Bilhalva de Oliveira
Publicado originalmente no site da prefeitura: www.herval.rs.gov.br

Momento poético




Saberás que não te amo e que te amo
posto que de dois modos é a vida,
a palavra é uma asa do silêncio,
o fogo tem uma metade de frio.

Eu te amo para começar a amar-te,
para recomeçar o infinito
e para não deixar de amar-te nunca:
por isso não te amo ainda.

Te amo e não te amo como se tivesse
em minhas mãos as chaves da fortuna
e um incerto destino desafortunado.

Meu amor tem duas vidas para amar-te. 
Por isso te amo quando não te amo 
e por isso te amo quando te amo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Hospital recebe verbas atrasadas e mantém seu funcionamento



Por ter recebido as receitas atrasadas referentes ao ano de 2014, do Governo do Estado, o Hospital Nossa Senhora da Glória, de Herval, poderá continuar mantendo o atendimento aos pacientes.
A informação é do presidente Alfeu Fernando Pereira, que disse ter recebido um pouco mai de R$ 94 mil para assim pagar as dívidas da instituição. “Nossa prioridade é saldar os débitos com os fornecedores e os salários dos funcionários e médicos que estavam atrasados”, conta Alfeu. Indagado de como fazia para manter o hospital em funcionamento, o presidente conta: “pagávamos em um mês as contas mais atrasadas e no outro trocávamos os pagamentos para as que ainda não tinham recebido no mês anterior”, diz Alfeu. “O que ainda nos mantinha eram os repasses municipal de R$ 48 mil e R$ 13,3 mil do Estado, porém nosso custo mensal é de R$ 60 mil”, explica Pereira.
Todo o esforço para manutenção do hospital foi graças à parceria da administração municipal, através da secretaria da Saúde, que se mobilizou junto a Famurs e vereadores municipais, participando de manifestações e protestos para assim liberar as verbas atrasadas dos hospitais de pequeno porte. “Agradecemos, em nome da diretoria do hospital, ao prefeito Ildo Sallaberry, ao vice-prefeito Luiz Alberto Perdomo, ao Secretário da Saúde, Carlos Dioner Azambuja, aos vereadores envolvidos, assim como os funcionários da Saúde que reivindicaram a favor desta causa, para assim mantermos os serviços de saúde à comunidade hervalense”, conclui Alfeu.
A partir de agora, as metas da diretoria do hospital é a renovação de contrato com o município, nova contração de psiquiatra, geriatra e leitos de cuidados prolongados, assim como serviços de laboratório de análises clínicas e espera pela certificação de filantropia, a qual é aguardada há cinco anos.

TEXTO: Nívea Bilhalva de Oliveira
Publicado orignalmente no site da prefeitura: www.herval.rs.gov.br

Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Os cerros da minha terra me lembram teu corpo, tuas curvas, tuas saliências.

Miro os cerros e imagino as escaladas e descidas que almejo realizar quando explorar tua natureza nua, exuberante e extenuante.


Admiro o cerro, meu coração dispara, fico ofegante e sinto sede de percorrer teus altos e baixos até morrer nos teus braços.

Meu reino por um crioulo





sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Ato político


Assim se posiciona e pronuncia alguém lúcido, com conteúdo e digno de respeito. Parabéns grande deputado e ser humano digno Jean Wyllys, quem dera em meio a essa onda de insanidade como diria o poeta, "se todos fossem no mundo iguais a você". Não estaríamos discutindo coisas menores e o próprio governo Dilma não teria se apequenado tanto.

SOBRE EDUARDO CUNHA E A CHANTAGEM DO IMPEACHMENT

O senhor Eduardo Cosentino da Cunha acaba de entrar para a história política brasileira como uma das personalidades mais carecedoras de respeito que já pisaram o nosso parlamento. Não há muito a se esperar de uma personalidade que não hesita em mentir, chantagear, ameaçar, ocultar, usar o cargo em benefício próprio e tomar o Executivo, o Legislativo e a República toda de reféns para salvar sua própria pele. Mas a chantagem barata de Cunha agora há pouco, acolhendo o pedido de impeachment da Presidenta no momento em que percebeu a real possibilidade da cassação de seu mandato, vai além do que jamais suporia Maquiavel.
Estou no Panamá, aguardando a conexão do meu voo de retorno ao Brasil, mas não queria deixar de me pronunciar sobre a situação de extrema gravidade institucional em que o réu da Justiça que preside a Câmara dos Deputados, formalmente acusado pelos crimes de corrupção, evasão fiscal e lavagem de dinheiro, tem colocado o país. Esse sujeito menor, eleito com a força da grana e das mais obscuras transações, esse representante dos "podres poderes" que ao longo do último ano impôs ao Congresso uma agenda de atraso civilizatório, perda de direitos, conservadorismo, ódio e preconceito, está agora colocando o país à beira do abismo institucional apenas por necessidade própria.
Estou extremamente indignado, como todo brasileiro e toda brasileira deveriam estar nesse momento, independentemente de sua opinião sobre o governo da presidenta Dilma Rousseff. Sim, independentemente disso.
Eu faço parte da oposição de esquerda ao governo Dilma e, embora tenha votado nela no segundo turno por considerar que o outro candidato era ainda pior, avalio o governo dela como a maioria do povo: é um governo ruim, cada vez mais afastado das expectativas e necessidades do povo que o elegeu. Mas não é isso que está em discussão. O instituto do impeachment não foi incluído na Constituição para destituir governos ruins. Quem avalia os governos é o povo, a cada quatro anos, quando vota, e ao longo de cada mandato constitucional, manifestando-se nas ruas se achar necessário. A democracia, esse sistema imperfeito, mas melhor do que todos os outros, supõe o respeito pelo mandato popular, gostemos ou não do resultado das urnas. O impeachment é um remédio drástico, só aplicável em última instância, quando existe crime de responsabilidade. E não é o caso.
A presidenta Dilma não está sendo acusada de qualquer crime e não há motivos constitucionais para sua remoção, gostemos ou não dela ou do seu governo. E aqueles que, como eu, não gostamos teremos a chance de oferecer ao país uma alternativa nas eleições de 2018. É assim que a democracia funciona.
O que Eduardo Cunha fez no dia de hoje chama-se chantagem. Diferentemente da Presidenta, ele está sim acusado de gravíssimos crimes. Não por mim, mas pela Procuradoria-Geral da República. Um bandido com contas na Suíça e um longo histórico de envolvimento em escândalos de corrupção desde que chegou ao poder junto a PC Farias e Collor de Melo está, há meses, valendo-se da ameaça do impeachment da Presidenta para negociar e chantagear ao mesmo tempo petistas e tucanos, usando o impeachment como moeda de troca com uns e outros para se salvar da perda do próprio mandato no Conselho de Ética da Câmara, no "leilão" mais vergonhoso da história da República.
Não contem comigo e nem com o PSOL para essa farsa!
Continuaremos fazendo oposição republicana e responsável ao governo Dilma, contra os ajustes e as concessões ao poder econômico e às corporações, mas jamais seremos cúmplices de um golpe institucional. E continuaremos denunciando a atitude do PT e do PSDB e seus respectivos aliados, que escolheram negociar com o Diabo em vez de enfrentá-lo e, por isso, também são solidariamente responsáveis por essa vergonhosa situação.
Fora, Cunha!

Momento poético




Música para os meus ouvidos


Linda, leve e capaz de arranhar o céu com sua garganta ou acender ainda mais o brilho do sol quando canta. "Asi eres para mi la bela e hermosa e fabulosa Julieta Venegas".

Todo cambia, pero las almas elevadas e a boa música nunca passarão e cada vez que as escutamos são capazes de trazer ares ou algo novo.



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Rir é o melhor remédio



Pensar é preciso


Vivemos tempos difíceis e obscuros, algo que julgávamos superado. Mas o golpismo e os golpistas não passarão, afinal a lei maior do país não pode ser usada para proteger interesses pessoais ou acobertar crimes e o Brasil inteiro não pode ser da laia do Cunha.

E não precisa ser petista para perceber o que está em jogo e comprar a briga em favor do Estado de Direito e da legalidade, basta ter bom senso e espírito democrático, a exemplo de Juremir Machado da Silva.

Há um golpe gritando no ar


A América Latina se modernizou.
Já não dá golpes militares.
Isso faz parte de um passado grosseiro.
Agora, os golpes são constitucionais.
Uma contradição de termos.
Estupra-se a Constituição para que ela confessa o que não diz.
Juristas se enfrentam. Cada qual com sua tese.
Vence quem tiver mais prestígio ou capacidade de convencimento.
O texto constitucional é uma vaga referência, até por ser obscuro.

O herói da oposição, que deseja passar o Brasil a limpo, é Eduardo Cunha, um deputado que está sujo até a alma. Não importa. Só interessa a possibilidade de golpear o adversário.

O impeachment está previsto Constituição se houver crime de responsabilidade do presidente da República. Não pode ser algo indireto. Precisa ser um ato consciente. Qual?
As pedaladas fiscais?
Todos os antecessores de Dilma praticaram-nas.
No Esfera Pública, na Rádio Guaíba, o jurista Miguel Reali Jr., signatário do pedido de impeachment acatado pelo homem-bomba Eduardo Cunha, admitiu que até FHC, de quem foi ministro, pedalou, mas arranjou uma diferença: “O valor”. Até que valor pode pedalar?
Os antipetistas cegos de ideologia vociferam: “Defendendo ladrões”. Os petistas devolvem: “Quem vocês?” O analista não se inquieta: defendendo a Constituição e a democracia.
Há um golpe parado no ar.
O PT fez, em parte, por merecer.
Resta provar o crime de responsabilidade da presidente.
Incompetência, já provada, não justifica destituição.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Altas conexões



Secretaria de Obras prepara piscina para abertura da temporada



Para acolher melhor os banhistas e visitantes durante a temporada de verão, a Secretaria de Obras, através do secretário Jean Pierre Acosta, realizou o calçamento da parte interna do Parque Aquático Municipal Cirnei Andrade de Castro, um dos pontos turísticos de Herval, situado ao pé dos cerros da cidade.
Conforme o secretário Pierre foi executado a pavimentação de aproximadamente 400 metros quadrados, sendo o mesmo realizado com recurso próprio do município. “Ainda vamos restaurar as paredes dos prédios do clube, realizar a limpeza geral, plantação de grama, troca do local da quadra de vôlei, pintura e grafite em algumas paredes”, informa o secretário que diz estar fazendo um mutirão para concluir as obras até o dia 20 de dezembro, data em que será feita a abertura da Temporada de Verão.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Nem só de pão viverá o homem





Ato político



Segundo o dicionário, ideologia, em um sentido amplo, significa aquilo que seria ou é ideal.

"O termo ideologia foi usado de forma marcante pelo filósofo Antoine Destutt de Tracy e o conceito de ideologia foi muito trabalhado pelo filósofo alemão Karl Marx, que ligava a ideologia aos sistemas teóricos (políticos, morais e sociais) criados pela classe social dominante".

Desta forma, como tudo que é obra ou criação humana, ideologia (seja ela qual for) trás um sentido positivo e outro negativo. De positivo, a meu ver, está o fato da ideologia se configurar em algo que não é solto no ar, uma vez que a ideologia pode dar luz ou luzes para uma busca ordenada, concatenada ou sistematizada para alcançar um intento de cunho social, que vai além do indivíduo ou das individualidades.

O lado negativo da ideologia, é que ela pode negar como bom ou válido ou correto toda ideologia diferente ou divergente das suas formulações ou práticas. Por exemplo, do ponto de vista ideológico (não necessariamente partidário) que assumo, Tarso Genro herdou um estado "quebrado" ou completamente desmantelado em suas funções mais básicas. Pois o "homê", por seus princípios e práticas, colocou o RS num caminho e trajetória que estava nos tirando do fundo do poço.

No entanto, outra vertente ideológica, que por suas ações ou omissões históricas nos jogou no fundo do poço, ao retomar o poder esse ano, além de empreender um esforço pela retomada das velhas ações administrativas e políticas que nos fizeram chegar aonde chegamos, com apoio ou a batuta da mega mídia, promovem um recorte histórico absurdo e nitidamente ideológico, no sentido de atribuir ao ex-governador Tarso a acusação e a culpa por ter "promovido a quebra ou aberto um rombo extraordinário nas finanças do estado".

Primeiro que a tal crise não caiu do céu nem nasceu com Tarso, em grande parte ela é fruto de decisões políticas tomadas ali no passado por esse mesmo grupo que ora voltou a comandar os destinos do RS. Segundo porque a tese da "quebradeira total" não é bem assim, e pode ser vir de manto ou mantra para o retorno ao velho jeito de governar e desmantelar a máquina e as funções públicas em nosso estado. Terceiro porque os resultados alcançados pelas escolhas do governo Tarso, cujo teor e significado agora são convenientemente ocultados das manchetes ou do debate político, mostram que existe outro caminho e outra forma de gerir o estado, sem cair no arrocho e na paralisia, combinando crescimento econômico, recuperação dos serviços e funções públicas, e combate às desigualdades sociais e regionais.

Então, apreciemos ou nos filiemos a uma ideologia, mas com moderação, claro, para não virarmos crentes cegos de um mundo perfeito que não existe nem nunca existirá, e que ao contrário da perfeição, pode nos fazer acreditar ou tornar cúmplices da manipulação, da enganação e da mentira.

Com a palavra, o grande Tarso Genro...


Antes que seja tarde
(Por Tarso Genro)


Um dos efeitos mais nefastos que qualquer crise política proporciona é a diluição dos debates mais “de fundo”, a respeito das raízes da própria crise. Isso que é, ao mesmo tempo, uma das principais virtudes da democracia – nela todos podem discutir o que quiserem e como quiserem, nos limites da lei – é também um dos seus notórios defeitos.
Obviamente quem não tem a simpatia dos meios de comunicação e dos seus assim chamados “especialistas”, sempre está em desvantagem no debate, pois não consegue fazer transitar com a mesma agilidade as suas opiniões. A consequência é que a opinião pública vai sendo moldada, lentamente, num só sentido: a única forma de sair da crise é aprofundando a crise, sem a distribuição equitativa dos seus efeitos negativos sobre a sociedade.
É justo concluir, por exemplo, que uma pessoa que tem uma renda de mil reais por mês, que perca cinquenta reais no seu salário, perde muito mais  – perdendo o mesmo valor – do que uma pessoa cuja renda é cinquenta mil reais mensais. O que mais me afasta das soluções neoliberais é o reconhecimento desta desproporção, na qual – nas crises – alguns sacrificam uma parte da alimentação da família e outros sacrificam apenas a qualidade do excesso.
Registro, desde logo, que não se trata, em ambos os lados do debate, de pura má fé dos interlocutores que defendem posições diferentes, para enfrentar uma situação de dificuldade, embora obviamente possa havê-la. Trata-se de ideologia, interesses, visão de mundo, visão de Estado, e compromissos de “partido” (ou de emprego), que vão moldando a postura das pessoas e lhes dando maior ou menor coerência nos seus argumentos, maior ou menor racionalidade e independência para formulá-los.
Sem entrar no debate conjuntural de Governo, aqui no nosso Estado, creio que duas notícias importantes que circularam, sem destaque especial, na Zero Hora de sábado da semana passada (colunas de Rosane Oliveira e de Marta Sfredo) serviriam de apoio ao tal debate “de fundo”. A primeira (Rosane) informa que o déficit obtido pelo governo mineiro – Aécio, Anastasia – em 2014, foi de dez bilhões de reais, ou seja, mais do que o quíntuplo do nosso, aqui no Estado. A segunda (Marta) informa que o Rio Grande foi o Estado que mais atraiu capital estrangeiro, para investimentos, no período 2014-2015.
Fica claro que os dados acima apontados referem a políticas e ações dos Governos que se encerraram em 2014, o que demonstra – de um lado – que os “ajustes”  neoliberais de Minas, não devem servir de exemplo, como solução, para nenhum Estado; e que as políticas que desenvolvemos, a partir das Missões Internacionais (com agendas meticulosamente preparadas), a partir da Sala do Investidor e da Política Industrial, tiveram um efeito extraordinariamente positivo, comparativamente aos demais Estados, para a economia gaúcha. Mesmo dentro da crise nacional e global.
O ponto de partida que me apoio para rejeitar o tipo de ajuste, que é recomendado pelas agências internacionais (gestoras dos lucros dos que auferem as vantagens do “rentismo”), é que os parâmetros usados para afirmar que uma empresa está quebrada e que um Estado, por exemplo, está quebrado, não podem ser os mesmos. Uma empresa, se é eficiente, deve dar lucro para os seus acionistas, para poder cumprir a sua “função social”, pois se assim não for ela não sobrevive.
De outra parte, o primeiro dever de um Estado – seja como instituição política, seja como parte de uma unidade federada – é cumprir as suas funções públicas: o seu “lucro” é promover um bem-estar mínimo, para a sociedade funcionar com estabilidade. Seu objetivo é gerar – falo do Estado numa sociedade capitalista com democracia política – um mínimo de equilíbrio social, para as pessoas fruírem a vida com igualdade de oportunidades e buscarem a felicidade, em segurança, e com acesso aos serviços básicos de saúde e educação. É claro que tudo isso é difícil de conseguir, mormente em momentos de crise mundial, para qualquer Governo, de qualquer orientação política.
Volta a discussão axial. A questão é o ponto de partida. O Rio Grande do Sul, por exemplo, tem uma relação dívida-PIB, atualmente, menor do que 25%. Ou seja, não está quebrado nem como estado nem como empresa, mas sofre os efeitos do pagamento de uma dívida extorsiva, cuja negociação – há vinte anos – foi imposta de cima para baixo, e que nos causa, até hoje, danos brutais que recém começamos a reverter. Os efeitos dos “ajustes” neoliberais estão aí, no modelo mineiro, que só aprofundou a crise e ressecou as funções públicas do Estado, com um “déficit” orçamentário brutal. Dá para refletir e mudar, antes que seja tarde.
Quando digo “antes que seja tarde”, quero dizer antes que os serviços públicos sejam desmantelados de forma definitiva e que a economia local não possa mais criar anticorpos à crise mundial e nacional, que também distribui seus efeitos de maneira desigual, a depender de como as autoridades políticas, locais e regionais e a  sua sociedade civil, reagem a ela.
Miguel Torga, no seu notável “Senhor Ventura”, narra assim a posição difícil de um dos seus personagens, em relação aos conselhos que recebia:  “Os conselhos da amiga chinesa só prestavam para quem tivesse nascido no Celeste Império”. Não são conselhos, mas opiniões, que trânsito neste pequeno texto. Certamente, todavia, tem a ver com o “Celeste Império” de todos nós, este Rio Grande sofrido pela paralisia, pela crise e pelas chuvas de outubro.
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Tarso Genro foi governador do Estado do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro das Relações Institucionais do Brasil.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Música para os meus ouvidos


Se existe um ritmo que mais me toca e embala no presente momento, esse ritmo é o samba. Graças a Deus e com a graça do Criador, mais que nunca ando de bem com a vida e meu coração pula e batuca que quase sai pela boca.

Ademais, a filha da estrela maior veio ao mundo linda e com luz própria. Então, enche meus olhos e faz meu corpo balançar, magnífica Maria Rita...





Parada pedagógica



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Que a lua te encontre toda nua e desnude cada canto do teu corpo diante das imagens que enfeitam teu quarto, diante da minha imaginação.


Que o sol te encontre na rua e toque e bronzeie e acaricie tua pele, como uma espécie de fogo e afago que te faço com as minhas mãos.

Cenas da vida inventada





Nunca desisto de mim mesmo e quero-me cada vez melhor...



Quando completar mais um ano de vida, quero estar com a alma aberta e alegre e leve e lúcida e louca e liberta...

Quero estar amarrado na beleza de estar vivo e preparado para levantar dos tombos que a vida sempre trás.
Quero estar com o corpo em forma e malhando muito.
Quero estar com o coração aceso e pulsando como nunca.
Quero estar com a cabeça no lugar e as emoções à flor da pele.
Quero andar sem pressa e ter deixado para trás todas as prisões, feras, feridas e perdas de tempo.
Quero ter aprendido muitas lições e estar consciente do tanto que ainda tenho a aprender.
Quero ter as feições de homem e o espírito serelepe de uma criança.
Quero ter a maturidade de adulto e a disposição de um adolescente.
Quero ter histórias para contar e carregar no peito os ímpetos da juventude.
Quero me sentir eterno e estar pronto para morrer ou recomeçar ou viver cada vez mais e melhor.
Quero, enfim, ser capaz de entregar meus versos, meu melhor pedaço e minha versão mais pura a todos os seres que compartilham do mesmo espaço que transito e oferecem a mim uma fatia do seu coração ou um naco do seu sorriso.

Vivo aqui e agora a melhor fase desta vidinha tão minha e daquilo que me faz bem eu nunca desisto e sempre quero mais!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Obras de recapeamento asfáltico não param...


As obras de recapeamento asfáltico iniciadas no último dia 26 não param de avançar e ontem (28) já haviam chegado à rua Barão de Aceguá.

A equipe da administração municipal vem pegando junto com a empresa contratada (Encopav), de modo a garantir o sucesso desse empreendimento, realizando trabalhos de trocas de meio fio, instalação de redes de esgoto, além de outras ações preparatórias para a colocação do asfalto.

Os gestores e técnicos da prefeitura, em especial o prefeito Ildo Sallaberry, também vem acompanhando tudo bem de perto, no sentido de oferecer o apoio necessário e assegurar que tudo caminhe a contento.

Os moradores das ruas beneficiadas e a comunidade em geral também vem acompanhando tudo bem de pertinho, e não tem poupado elogios, cumprimentos e agradecimentos a essa iniciativa da prefeitura. Até mesmo alguns adversários políticos estão reconhecendo a importância dessa obra e admitindo que a mesma não seria possível sem o empenho, a organização administrativa e o investimento financeiro pesado da administração local.