Sobre o Blog do Toninho

O Blog busca retratar coisas da vida interiorana e do meu interior, numa abordagem que mistura reflexão, notícias, riso, poesia, musicalidade, transcedentalidade e outras "cositas más". Tudo feito com produções próprias, mas também com a reprodução do pensar ou do sentir dos grandes gênios que o país e a humanidade pariram.

domingo, 30 de setembro de 2018

Música para os meus ouvidos


A arte sempre foi uma arma poderosa para enfrentar as feras. Boa música sempre foi instrumento da construção de sonhos bons e repelente para todo e qualquer pesadelo. Alguns fantasmas dos horrores do passado seguem por aí e querendo assumir o controle do espetáculo, mas não levarão: somos mais e andamos pelo lado certo da história.




Herval também diz #EleNão



Em todo ato ou ação coletiva alguém precisa fazer frente e puxar a ponta.

Esse dia 29 de setembro foi marcado por manifestações em todo o país, em defesa das diferenças, da liberdade e contra a truculência que um certo Coiso representam. As mulheres puxaram a ponta.

Embora muitas e muitos queiram abrir a boca nesse momento singular e decisivo da nossa história, aqui em Herval faltava alguém encabeçar o movimento. Foi, então, que um grupo de mulheres e alguns homens chamaram para si essa tarefa e colocaram o bloco na rua.

Foi assim, de um dia para o outro, numa mobilização organizada apenas pela internet. E, ao contrário do que dizem alguns críticos mal informados e/ou mal intencionados de sempre, o ato foi um sucesso e mobilizou dezenas de pessoas, mulheres e homens, de alma aberta, corpo liberto e muito conteúdo e razões para virem à público mostrar a cara e soltar a voz.

Nossa gratidão a todas e todos que se somaram nesse momento marcante, que fez nossa praça pulsar e exalar aroma de primavera e o cheiro da liberdade.

Nossa gratidão também e o registro dos nomes das bravas hervalenses que puxaram a ponta: Millene Botelho, Stella Lula Afonso,  Luli Acosta, Taina Maciel, Ana Paula Souza Dias, Cristiane Pereira D'Avila e Dona Gládis Melo. Agradecimentos ainda a Perla Zambrano, por ter se somado e muito colaborado nessa luta.

Como a defesa das diferenças é uma luta de todos, registra-se e agradece aos homens que apoiaram e se envolveram na organização desse ato: Professor Chiquinho, Valvite, Farid Mahfus, Claudemir Silveira Pereira, Edinaldo Azevedo e Toninho Veleda.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Só fala que a primavera é linda quem ainda não avistou
as flores que afloram nos jardins da tua vida.

Só diz que manjar é saboroso quem nunca experimentou um dia
inteiro na tua companhia.

Só argumenta que o céu é o limite quem não teve a sorte de achar 
o portal que leva ao mundo captado pelo teu sexto sentido.

Autorretrato


Que a aquarela do teu corpo pinte de cores essa primavera que nasceu cinza!

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Que nessa disputa de projetos, vença o projeto que faz mais pelo Herval e todo o RS


"Recordar é viver". Não apenas para cultivar uma lembrança do passado, mas também para ajudar a apontar os caminhos e escolhas do futuro.

Quando o comando do estado esteve nas mãos do PT, tanto com Olívio quanto com Tarso, Herval foi lembrado e recebeu inúmeros investimentos. Além dos servidores estaduais receberem o pagamento dos seus salários rigorasamente em dia, o que também ajuda a economia local, nunca faltaram investimentos em áreas essenciais como educação, saúde e segurança. Só puxar um pouco pela memória ou pesquisar os números.

Isso porque governar, é antes de tudo, eleger prioridades e o trabalho, o desenvolvimento do RS e o combate às desigualdades sociais e regionais sempre foi prioridade e marca dos governos petistas. Bem diferente do projeto que se opõe ao projeto petista o qual entende que o único jeito é vender o estado e que os servidores públicos e trabalhadores em geral são o problema, e não a solução para os problemas e força para vencer os desafios do Rio Grande.

Por isso, reproduzo um texto que escrevi há quatro anos. Que ele ajude a lembrar quem já fez pelo Herval e pode fazer muito mais agora com Rossetto.



Com Tarso Herval ganhou mais força para avançar


O RS é hoje o estado que mais cresce no Brasil e os números e as obras estão aí para provar o que digo. Produziu a maior safra agrícola da história. Possui um dos menores índices de desemprego do mundo. Atraiu novos investimentos e financiamentos para obras de infraestrutura e modernização da gestão. É campeão absoluto na conquista de financiamentos internacionais e de projetos de investimentos junto ao governo federal. É referência na implantação de um modelo de pedágios mais justo e menos oneroso para o bolso da população. É exemplo de combate à pobreza extrema e das desigualdades sociais e regionais. É mestre em democracia, com a criação de um sistema estadual de participação popular e social que orienta e ampara as decisões do governo. Vem recuperando a estrutura administrativa do estado, com a contratação de novos servidores por concurso público e concedendo aumentos salariais acima da inflação. Salvou a previdência do estado que estava falida. Bate recorde em investimentos em educação, saúde e no apoio aos produtores rurais e empreendedores urbanos.

Com Tarso o estado que estava parado, chorando pelos quatro cantos e de costas para o Brasil voltou a fazer obras importantes na parceria com o governo federal. Basta ter o mínimo de bom senso e olhar os caminhos e propósitos da disputa política recente no RS para perceber que os grandes problemas do estado não nasceram na gestão de Tarso, tanto que em 2010 a então situação e a RBS diziam que o estado era ingovernável, que havíamos chegado ao fundo do poço e não havia mais o que fazer, numa atitude que pregava o derrotismo como forma de seguir no poder, justificar as escolhas perversas do governo então em curso e matar a esperança da população gaúcha em dias melhores.

Tarso pode ter feito pouco (e eu acho que fez bastante) em relação ao que precisa ser feito, mas fez muito se comparado aos outros governos, pois agora pelo menos vencemos o pessimismo e a inércia e o estado voltou a andar. A crise do estado não nasceu com Tarso e ele é o governador que vem fazendo mais e melhor para superar essa crise. Agora que o RS encontrou o caminho não pode andar para trás e voltar a entregar o ouro para o bandido. Sim, porque a crise do RS não caiu do céu, ela é fruto de escolhas políticas feitas no passado que agora ficaram mais claras porque revelaram sua verdadeira face e produziram impacto na vida das pessoas.

A crise do estado começou com as privatizações criminosas de Brito e FHC; os PDVs; a renegociação da dívida acertada entre Britto e o governo tucano que compromete mais de 13% da receita líquida com o pagamento da dívida com a União, o que engessou o RS e tornou essa dívida impagável; a lei kandir que penaliza e retira recursos do nosso estado por ele ser um estado exportador; as isenções fiscais realizadas através do Fundopem (reformulado por Tarso), que era mais uma forma de sangrar o estado, transferindo volumes absurdos de recursos financeiros do povo gaúcho para os cofres de meia dúzia de mega empresas, sem ao menos exigir contrapartida com a geração de empregos. Tudo isso retirou receita e capacidade de competição do RS perante outros estados, gerando dívidas financeiras e sociais que somente agora, com o apoio do governo federal, está se começando a reverter e superar. É como se cortassem nosso salário pela metade e nos obrigassem a manter o mesmo padrão de consumo.

Portanto, o RS está no rumo certo e vem crescendo de forma parelha e solidária. Devolver as rédeas do estado para as mãos de mais um representante da RBS é dar um tiro no pé, perder o trem da história e retomar a velha política na qual muitos são os chamados e poucos os escolhidos para receber os investimentos do governo.

Herval é um exemplo do compromisso de Tarso em superar as desigualdades sociais e regionais. Nosso município nunca recebeu tantos investimentos de um governo estadual como nesses três anos e meio. Vejamos algumas iniciativas e investimentos para comprovar o que digo:

- pela primeira vez na história nosso hospital vem recebendo recursos diretamente dos cofres do estado, num investimento de mais de R$ 300 mil, dentro do programa criado por Tarso para salvar as instituições hospitalares de todo o estado que estavam na UTI;

- aquisição de 01 van, 02 ambulâncias e 03 veículos doblôs para a Secretaria Municipal de Saúde realizar o transporte de pacientes para atendimento especializado em outros municípios;

- implantação de Ensino Médio na escola Corintho Ávila Escobar, no Basílio, além de assegurar os recursos para a reforma do I.E.E. São João Batista e Corintho, como também a construção de uma escola no assentamento São Virgílio;

- mais de R$ 60 mil investidos através da Corsan, Corag e Consulta Popular para patrocinar o Carnaval e a Fejunahe;

- envio de um veículo, por meio do programa Dissemina, para a Secretaria Municipal de Agropecuária fortalecer o trabalho de melhoria genética do nosso gado leiteiro e de corte;

- retomada do programa troca-troca de sementes de milho e destinação de recursos para a compra de calcário, construção de açúdes e aquisição de equipamentos para a bacia leiteira (em fase de licitação pela prefeitura), num investimento de mais de R$ 150 mil;

- doação de 01 ônibus para o transporte escolar da rede municipal de ensino;

- mais de R$ 100 pequenos produtores do município beneficiados com a anistia das dívidas junto ao Banrisul;

- mais de R$ 200 famílias hervalenses contempladas com o RS Mais Igual, que oferece uma ajuda financeira para complementar o valor do Bolsa Família;

- destinação de recursos para instalação de uma cozinha e uma padaria comunitárias no CRAS, as quais estão prestes a ser inauguradas;

- destinação de maquinário na forma de rodízio com municípios vizinhos, para melhoria e recuperação de estradas vicinais em todo o município;

- melhoria dos serviços prestados pelos órgãos do governo do estado em Herval, a exemplo dos investimentos realizados na CEEE, Brigada Militar, Polícia Civil e Inspetoria Veterinária, esta última tendo atendidos alguns pedidos que datavam de muitos anos, como destinação de 1 veículo utilitário e reforma do prédio;

- Tarso foi o primeiro governador a cumprir agenda oficial em Herval depois de muitos anos sem recebermos a visita da autoridade maior do RS.


Tarso a gente conhece e pode acreditar. Por tudo o que foi feito e pelo tanto que virá, vamos adiante com Tarso e que o passado se conserve no passado!

Música para os meus ouvidos


Hoje acordei e bateu aquela vontade de mandar o mundo tomar... café. Então, resolvi ligar as turbinadas e dar partida seguindo a seta de Maria Gadú...




sábado, 22 de setembro de 2018

O voto ainda é a melhor arma




Nesses tempos que muitos usam a eleição (instrumento e conquista da democracia) para defender a barbárie, o fim da política e da própria democracia, nunca é demais insistir no ponto de vista contrário. A política segue sendo importante, pois quando ela some o que entra em cena é a guerra, o uso da força bruta para calar ou eliminar as vozes contrárias a quem detêm o poder, a cacicagem, a negociata com aquilo que é público. A democracia também é fundamental e seus problemas, por maiores que sejam, são muito menores que os problemas registrados nos regimes autoritários e sempre se resolvem com mais e nunca com menos democracia.

Nosso voto define o tipo de projetos e programas de um governo, no pleito atual tanto em nível nacional quanto estadual. Ou seja, ele ajuda a definir o rumo, o ritmo, os temas, as escolhas, o cardápio de iniciativas que queremos ver na pauta administrativa do país e do estado. Nosso voto também ajuda a decidir como deverão ser votados esses projetos, se irão assegurar ou retirar direitos da população que precisa das políticas públicas para produzir e viver melhor. Se serão favoráveis à criação de oportunidades para quem mais precisa ou darão carta branca para que as portas do poder público se fechem para os pobres e se abram apenas para os ricos. Se serão a favor de um Brasil grande e dos brasileiros ou de um país de joelhos diante do mundo e dominado pelo interesse estrangeiro.

Votar é importante, nosso voto é importante, uma vez que ele contribui para indicar o ambiente ou cenário administrativo, econômico, político, social, cultural, ambiental que queremos pelos próximos quatro anos. Ou seja, ao votar apontamos o dedo para aquilo que enxergamos como problema, para a forma de enfrentá-los e também na direção de algumas possíveis soluções para superá-los. Ao votar assinamos uma espécie de procuração para alguém falar e tomar decisões em nosso nome que, queiramos ou não, terão impacto em nossa vida.

No caso da eleição proporcional – para eleger os nossos representantes no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa –, escolher bem também é vital. Isso porque no próximo dia 7 de outubro temos a missão de escolher quem irá votar por nós até a próxima eleição, por isso é necessário votar em quem possui relações permanentes e trabalho prestado por nossa terra, mas também uma história em defesa “dos de baixo” e dos povos que moram “longe demais das capitais”, como é nosso caso. Digo isso porque nessa eleição já vi gente entusiasmada com candidatos que só lembraram agora que Herval existe e o desfile de políticos que votaram pela retirada dos nossos direitos mais sagrados, como educação, saúde, assistência social e emprego, prometendo continuar como nossos porta-vozes se forem eleitos (com o nosso voto) para mais um mandato.

Diante do exposto, digo que mais importante que votar em pessoas é votar num projeto. Um projeto que combata as desigualdades sociais e regionais, que gere oportunidades para os indivíduos e possibilite que Herval seja incluído no mapa de investimentos do país e do estado. Um projeto que coloque as instituições em primeiro lugar e deixe o personalismo de alguns políticos ou privilégios de certos setores da sociedade em segundo plano. Num país como o nosso, com uma democracia que “ainda usa fraldas” e num sistema político no qual os governantes nunca governam sozinhos e o poder é compartilhado entre o legislativo, o judiciário, o poder econômico, a grande mídia, as organizações sociais e religiosas, o voto é uma arma essencial para afirmar os valores civilizatórios, melhorar a política, dizer não aos autoproclamados salvadores da pátria e fortalecer a democracia.  


Pensar é preciso





Se inscreve aí





Ser pai não é trazer os filhos para o nosso mundo, mas apontar rumos para que eles encontrem e se realizem em seu próprio mundo.

Se bem que a fruta nunca cai longe do pé e eu, como blogueiro, acabei tendo um filho youtuber.

O guri tem estilo próprio, esbanja talento e anda sempre antenado nos ritmos, estilos e jogos que fazem a cabeça da galera jovem.

Então, se inscreve no canal e entra nessa vibe que aflora, transpira e explora o movimento.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Herval que quer avançar vai com Haddad!



Hervalenses que tem fé num futuro melhor e sabem ser gratos, votam Haddad 13.


Afinal, Haddad representa e vai retomar o projeto de Lula e Dilma, que despejou milhões e milhões de investimentos em Herval, algo nunca visto na nossa história que mudou a cara do nosso município, na cidade e no campo.


Antes desse projeto, Herval era esquecido e só recebia migalhas. Com o PT no governo federal os investimentos em Herval e nos hervalenses são incontáveis e incontestáveis. Vamos a alguns deles:


- Destinação de recursos para as obras inéditas de asfaltamento de ruas;

- Destinação de recursos para o calçamento de inúmeras ruas da nossa cidade;

- Recursos para renovação e ampliação da frota do transporte escolar;

- Oportunidade de acesso a cursos técnicos e ensino superior, com a criação de um Polo Universitário em Herval;

- Mais de 300 famílias hervalenses que moram no campo beneficiadas com o Programa Luz Para Todos;

- Centenas de famílias hervalenses beneficiadas pelo Programa Bolsa Família, que também ajuda a movimentar o comércio local;

- Destinação de recursos para a construção do Polo de Educação Infantil Kelvin Vieira Sakai;

- Cerca de R$ 3 milhões destinados ao município para construção de pontes e melhorias de estradas rurais;

- Destinação de recursos para a construção de 42 moradias pelo Programa Minha Casa, Minha Vida;

- Recursos para aquisição de maquinário para as secretarias de Obras e Agricultura, como patrolas, retroescavadeiras, escavadeira hidráulica, tratores, caminhões caçamba, etc.

- Destinação de um odontomóvel e contratação de uma médica pelo Programa Mais Médicos;

- Destinação de mais de RS 5 milhões para construção de sistemas de abastecimento de água em 6 assentamentos do município, através do governo do estado e da administração municipal.

- Esses são apenas alguns exemplos. Sem contar os investimentos que não passam pela prefeitura, mas que beneficiaram diretamente a população hervalense, como os recursos do Pronaf, Programa Mais Alimentos, acesso facilitado a uma faculdade, financiamento habitacional acessível por meio do Minha Casa, Minha Vida e outros tantos investimentos que melhoraram a vida das pessoas e fizeram Herval avançar como nunca.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Momento poético



“Se Eu Fosse Um Padre”


Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
não falaria em Deus nem no Pecado
– muito menos no Anjo Rebelado
e os encantos das suas seduções,
não citaria santos e profetas:
nada das suas celestiais promessas
ou das suas terríveis maldições…
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram
e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma
… a um belo poema – ainda que de Deus se aparte –
um belo poema sempre leva a Deus!


Mario Quintana

sábado, 15 de setembro de 2018

Meu deputado estadual é da região e trabalha por Herval



A grande voz da metade sul na Assembleia Legislativa e o deputado estadual que mais trabalha por Herval e os hervalenses:


- Colaborou para que o nosso hospital obtivesse sua condição de instituição filantrópica reconhecida;

- Ajudou na cobrança de dívidas do governo Sartori na área da saúde e no encaminhamento de novo convênio para garantir recursos do estado para o nosso hospital;

- Teve atuação forte e decisiva no pleito encaminhado por lideranças locais que pediam o aumento do prazo de validade dos exames do mormo, beneficiando inúmeros amantes de rodeio em nosso município;

- Defendeu nossos produtores de leite da importação indiscriminada desse produto promovida por Sartori, medida irresponsável do governo do estado que criou enormes dificuldades para a produção e os produtores gaúchos;

- Propôs a criação de um programa estadual para ajudar os municípios na manutenção de estradas rurais, iniciativa que dialoga diretamente com a nossa realidade, por possuirmos muitos quilômetros de estradas vicinais e nossa economia ser baseada na agropecuária;

- É o grande porta-voz de Herval na busca de novos mecanismos e parcerias para alavancar o turismo, a cultura e o esporte como fonte do desenvolvimento econômico local;

- Mantém relações, vínculos e contatos permanentes em nosso município, levando o nome e os anseios de Herval por onde anda e, esse ano, prestigiou a abertura da FEJUNAHE representando a Assembleia Legislativa.


To com Zé Nunes de novo! Vamos juntos dar força para quem olha e dá força para Herval!!!


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Ato político

Bolsonaro, por mais abominável que seja, vai muito além da questão do indivíduo. Na política nunca se discute condutas pessoais apenas, e sim projetos políticos com alcance coletivo.
Ele representa uma parcela da sociedade que enxerga a democracia e as liberdades democráticas como a única e principal causa dos problemas do país.
Ou seja, que nosso problema não foi a brutal quebra do estado democrático de direito, com a derrubada de uma presidenta eleita pelo voto popular sem ter cometido crime algum, causando uma gravíssima crise econômica que fez ressuscitar males antigos do Brasil, como o desemprego e a fome.
Que, ao invés disso, nosso problema seria o fato das mulheres terem deixado de ser submissas aos homens; os negros terem deixado as senzalas; os homossexuais terem saído do armário; o estado ser laico e há “lejos” ter sido separado da religião; os pobres terem assegurado o direito constitucional de acesso a uma vida melhor por meio da ação governamental e entrado no orçamento do governo através de programas sociais e políticas públicas.
Enfim, que nosso problema seria o reconhecimento das diferenças próprio de um regime democrático, e não as desigualdades e o autoritarismo históricos do Brasil.

O problema não é Bolsonaro, é quem vota nele

O problema não é Jair Bolsonaro. O problema são os que se dispõem a votar nele e que constituem, segundo o mais recente Datafolha, um terço dos eleitores (no segundo turno). Ou, mais corretamente, o problema é o sinal enviado por essa parcela do eleitorado.
Por que o problema não é Bolsonaro? Porque, conforme ensinam os especialistas em sociologia e política, a liquidação da democracia não se dá mais, hoje em dia, pelos tanques e canhões, mas pela erosão lenta, gradual e segura promovida por quem chega ao poder, de farda ou de terno, pelo voto popular.
Venezuela e Nicarágua são os dois exemplos do momento na América Latina. Há outros até na Europa ultracivilizada.
Parece altamente improvável, primeiro, que Bolsonaro se eleja, conforme mostraram as simulações de segundo turno no Datafolha. E, se ganhar, é mais improvável ainda que consiga levar adiante o trabalho de demolição da democracia.
Não digo que não queira. É, visivelmente, um autoritário empedernido. O problema é que não terá a colaboração da maioria do Congresso, da maioria dos governadores, da maioria dos partidos e, acima de tudo, enfrentará uma sociedade civil razoavelmente articulada.
Dividida, é verdade, mas naturalmente pouco inclinada a ceder os espaços de liberdade e de participação que foi conquistando. Democracia é oxigênio para a sociedade civil.
Mesmo os militares, salvo alguns alucinados, não têm em tese incentivo para estrangular a democracia. O fantasma do comunismo, usado como pretexto para o golpe de 1964, já foi exorcizado.
As elites, que conspiram contra a democracia sempre que sentem seus interesses ameaçados, não têm com que se preocupar. Até o PT deixou de ser aquele partido cuja vitória, em 1989, levaria 800 mil empresários a deixar o país, na famosa frase de Mario Amato, então presidente da Fiesp.
Lula acabou ganhando 13 anos depois e, em seu governo, os empresários nunca ganharam tanto dinheiro, segundo o próprio Lula diria mil e uma vezes. Os 13 anos e algo de governos petistas não tocaram em um só fio de cabelo das elites.
O problema, do meu ponto de vista de militante pela democracia, é que ela, nesses seus 33 anos de vigência no Brasil, não conseguiu convencer um terço do eleitorado de que é o pior dos regimes, fora todos os outros, para citar Winston Churchill.
Há uma parcela nada desprezível de brasileiros que prefere o pior dos regimes, uma ditadura, resgatada, pela primeira vez nas oito eleições democráticas, das catacumbas a que havia sido felizmente condenada.
Posso até ver algo de positivo nesse ressurgimento: é melhor que os viúvos e viúvas da ditadura trabalhem à luz do dia, no processo eleitoral, do que conspirem nas sombras, como fizeram nos anos 60, até derrubar o governo e impor 21 anos de trevas.
Mas é importante que os que rejeitam o autoritarismo que Bolsonaro simboliza tomem consciência de que a eleição de 2018 é uma demonstração de que a democracia está capengando. Uma muleta —rejeitar o autoritarismo— não vai bastar. É preciso restabelecer a confiança no modelo democrático, sob pena de que, em algum próximo assalto, ele vá a nocaute.
Clóvis Rossi

Licença poética




Peço licença novamente para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Tudo que é belo e feito no capricho sempre pode ficar mais bonito!

Eis o que disse Deus ao tirar teu molde para emoldurar o infinito.

Cenas da vida inventada





quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Dar força a quem dá força para Herval



"Desde muito pequeno meus pais me ensinaram que a gente precisa saber ser grato com quem nos estende a mão. Votar no Marcon é votar num deputado que vai seguir na luta do nosso lado, mas também um gesto de gratidão por tudo que ele já fez por Herval e pela agricultura familiar do nosso município".

Com essas palavras, Toninho Veleda pediu ontem (12) aos moradores do assentamento São Virgílio o apoio a Dionilso Marcon, que concorre a mais um mandato de deputado federal.

Na ocasião, Toninho estava acompanhado de Benhur Freitas, chefe de gabinete do parlamentar petista que, além da importância de reeleger Marcon, também defendeu a necessidade de ajudar a eleger o projeto que Marcon representa, visando recuperar o Brasil e o Rio Grande do Sul para o povo que mais precisa e depende das políticas públicas para produzir e viver melhor.

Na oportunidade, ainda se fez um relato dos investimentos realizados no município através de emendas destinadas a Herval por Marcon, mas também devido a sua articulação em Brasília para incluir nosso município em projetos do então governo Dilma, com prioridade para as áreas da agricultura familiar e da saúde, o que até aqui soma um investimento de mais de R$ 5 milhões nos hervalenses.

Rir é o melhor remédio



Música para os meus ouvidos


Genial. Ainda bem que existe vida inteligente que se afina e toca um som de primeira no mundo da música.




quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Vou de novo com Marcon!



Algumas emendas de Marcon destinadas a Herval:

2012 - R$ 100 mil para compra de um trator agrícola;

2013 - R$ 100 mil para aquisição de mais um trator destinado à Patrulha Agrícola;

2015 - Emenda que possibilitou a compra de botijões de sêmen, ensiladeiras, semeadeiras, roçadeiras, carretas agrícolas, conjuntos de fenação, tratores agrícolas e um caminhão trucado, por intermédio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação do RS, beneficiando Herval e outros seis municípios do Cideja;

2017 - R$ 130 mil destinados à aquisição de equipamentos para a Patrulha Agrícola, os quais se encontram em processo de compra pela prefeitura;

2018 - R$ 120 mil para investimento na saúde dos hervalenses, cujos valores foram pagos recentemente

No entanto, o trabalho de Marcon em favor de Herval não se limita e vai muito além das emendas parlamentares. Marcon é o deputado federal que mais trabalha por Herval e os hervalenses que mais precisam, e aqui estão alguns exemplos disso:

- Destinação de 1000 cestas básicas em 2015, oriundas do governo da presidenta Dilma, que ajudaram o município e os pequenos produtores a enfrentar os efeitos da estiagem que castigou Herval naquele ano;

- Marcon teve atuação decisiva, no sentido de assegurar que Herval fosse contemplado no PAC Máquinas do governo Dilma, que destinou ao nosso município uma patrola, uma retroescavadeira e um caminhão caçamba;

- Marcon teve atuação decisiva para a aquisição de Patrulhas Mecanizadas durante o governo Tarso, as quais há alguns vem auxiliando Herval e vários municípios em ações de apoio aos assentamentos rurais, através de convênios com a SDR;

- Marcon brigou muito para Herval ser contemplado e recebesse os recursos para investimento em projetos de instalação de sistema de abastecimento de água, beneficiando os assentamentos São Virgílio, Santa Rita III, Cerro Azul, Nova Herval, XV de Outubro, Querência e Bamburral, em obras que estão sob a responsabilidade da prefeitura e da Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS;

- Marcon é o deputado federal que lidera os municípios que integram o Cideja na luta pela Transcampesina, projeto que pleiteia a ligação asfáltica entre Herval e Aceguá, que chegou a ter parte dos recursos liberada por Dilma, mas retrocedeu quando Michel Temer e seus aliados tomaram as rédeas do país.

Pitada filosófica


Nesse momento em que muitos querem usar a política como ferramenta para uniformizar os modos de estar no mundo, nada melhor que insistir no ponto de vista contrário. Somos diferentes e as diferenças são como um tesouro que precisamos proteger a sete chaves. O que sempre deve nos afligir e indignar são as desigualdades, porém os mesmos que combatem as diferenças, tentam esconder as chagas da desigualdade debaixo do tapete.


Versos del alma gautia





segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Ato político


Juremir Machado Da Silva é sempre leitura obrigatória. Ainda mais quando aborda a questão eleitoral de agora que, venho dizendo ha algum tempo, vai muito além da disputa pelo poder de um governo, e sim por quais valores e modelo de comportamento queremos para o futuro do país.


Eleições 2018, civilização e barbárie


Pode haver exagero em dizer que a eleição talvez se decida entre civilização e barbárie.
É possível que se dê o confronto entre barbárie e apenas um pouco de educação. Já é bastante.
A civilização nem sempre é o apogeu da cultura. Por vezes, é a sua decadência. Curioso é que a barbárie costuma adotar muitos disfarces. Um deles é o retorno a uma suposta ordem natural perdida na qual cada um saberia o seu devido lugar e ninguém tentaria subverter o princípio da chefia.
Dizem que a humanidade, mesmo mergulhada na globalização e na dissolução das fronteiras, exceto pela resistência de Trump e de seu amigo norte-coreano, ainda não desistiu de um salvador da pátria. Na hora de caracterizar o personagem os roteiristas não conseguem pensar coisa melhor: fala grosso, chuta o balde e promete dar um tranco na esculhambação. Esse tipo de discurso tem a eficácia de um papo de boteco. Desce redondo. Tão redondo quanto a trigésima gelada acompanhada de uma branquinha poderosa. Os pessimistas acham que o Brasil ainda procura o caminho da civilização. Se for o caso, o perigo é o atalho. O atalho costuma alongar o caminho encurtando a viagem.
Tudo é paradoxo quando o futuro se confunde com o passado. É verdade que a civilização nem sempre é confiável. Os índios que o digam. Eles têm protagonizado ao longo do tempo justamente o conflito entre cultura e civilização, com os bárbaros fazendo o papel de civilizados. Às vezes, porém, a barbárie cansa de avançar mascarada e rasga a fantasia. Ganha-se em clareza. Não se perde mais tempo decifrando mensagens. Cada palavra vale o que pesa: uma ameaça. A barbárie pode ser muito astuta. Não podendo aprofundar, simplifica. Tudo fica mais compreensível na medida em que se torna impertinente.
O apogeu da barbárie costuma acontecer quando se imagina que o indivíduo se protege melhor sozinho do que em sociedade. Historicamente se convencionou que há um descompasso entre segurança e liberdade. Mais segurança, um pouco menos de liberdade. Mais liberdade, um pouco menos de segurança. Há quem entenda que o mesmo ocorreria entre igualdade e liberdade. A civilização acredita na possibilidade de um equilíbrio construído pelo diálogo. A barbárie é expedita. Atribuem ao nazista Herman Göring esta frase terrível: “Quando ouço alguém falar em cultura, saco o meu revólver”. Tem pior?
Vejamos: quando ouço falar em cultura, saco a minha civilização. Quando ouço falar em civilização, saco a minha barbárie. Quando ouço falar em democracia, saco a minha ditadura sempre ao alcance da mão direita ou da mão esquerda. A lista é interminável. Já não se espera que as coisas se resolvam em nome da civilização, mas apenas com civilidade. Já não se aguarda um grande e esclarecedor debate. Basta que os oponentes se cumprimentem antes da batalha campal. A situação é tão tensa que antes de um encontro teria acontecido uma escaramuça:
– Bom dia – disse um dos candidatos.
– Não me venha com ironia – respondeu o outro.
Assim avança a humanidade. Para trás.

Autorretrato


Não vivo por esporte, mas vivo com esporte.

Momento poético

Soneto Por que me descobriste no abandono Com que tortura me arrancaste um beijo Por que me incendiaste de desejo Quando...