quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Licença poética




Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...

Bem que tua cintura poderia ser o centro do universo ou vaso para adornar meus versos.
Tudo seria mais excitante e poético!

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Parceria com DINFRA deve assegurar perfuração de poços artesianos



Na manhã de hoje, 23, três caminhões devidamente equipados, foram deslocados ao assentamento São Virgílio, local onde realizarão o trabalho de perfuração de dois poços artesianos.

A iniciativa é fruto de um Termo de Cooperação assinado entre a prefeitura municipal e o DINFRA (órgão da Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS), atendendo pleito encaminhado ainda no ano passado pelo prefeito Rubem, o vice-prefeito Fernando, o secretário de planejamento Toninho Veleda e o secretário de Agropecuária Valmir Miliorança.

A torcida agora é para que esse trabalho de perfuração seja bem-sucedido, o que irá possibilitar os passos seguintes visando a retomada do projeto de instalação de sistema de abastecimento de água no assentamento São Virgílio, obra que se encontra paralisada há vários meses em razão da empresa contratada para realizar a mesma não ter cumprido as obrigações assumidas no contrato. Além disso, o poço artesiano que havia sido perfurado nesse assentamento em 2012, também pela equipe do DINFRA, foi obstruído possivelmente pela ação de vândalos, outro fato quem vem impedindo a retomada dessa obra tão importante e aguardada.

Com a parceria ora firmada, espera-se não apenas ter condições de retomar, mas também ampliar a meta prevista originalmente atendendo mais 11 famílias do assentamento que haviam ficado fora do projeto que foi elaborado por uma empresa contratada pelo Incra. Por esse motivo, um segundo poço artesiano deverá ser perfurado nesta ocasião.

Com trabalho, soma de forças, persistência e respeito aos trâmites burocráticos e legais, Herval segue avançando.

Momento poético



13 LINHAS PARA VIVER


1. Gosto de você não por quem você é, mas por quem sou quando estou contigo.

2. Ninguém merece tuas lágrimas, e quem as merece não te fará chorar.

3. Só porque alguém não te ama como você quer, não significa que este alguém não te ame com todo o seu ser.

4. Um verdadeiro amigo é quem te pega pela mão e te toca o coração.

5. A pior forma de sentir falta de alguém é estar sentado a seu lado e saber que nunca vai poder tê-lo.

6. Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiveres triste, porque nunca se sabe quem pode se apaixonar por teu sorriso.

7. Pode ser que você seja somente uma pessoa para o mundo, mas para uma pessoa você seja o mundo.

8. Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passar o tempo contigo.

9. Quem sabe Deus queira que você conheça muita gente errada antes que conheças a pessoa certa, para que quando afinal conheças esta pessoa saibas estar agradecido.

10. Não chores porque já terminou, sorria porque aconteceu.

11. Sempre haverá gente que te machuque, assim que o que você tem que fazer é seguir confiando e só ser mais cuidadoso em quem você confia duas vezes.

12. Converta-se em uma pessoa melhor e tenha certeza de saber quem você é antes de conhecer alguém e esperar que essa pessoa saiba quem você é.

13. Não se esforce tanto, as melhores coisas acontecem quando menos esperamos.


Escrito garimpado na internet, atribuído a Gabriel García Márquez
                         

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Ato político


O golpe não é só no Brasil. Quem está atento aos fatos e conhece minimamente a história, a geopolítica mundial e os projetos políticos em disputa, sabe que o golpe é uma forma de fazer a América Latina recuar nos avanços alcançados na última década, em termos econômicos, políticos e sociais.

No passado, o intento de manter nosso continente sub o jugo dos colonizadores ou exploradores das nossas riquezas e soberania, foi alcançado por meio da ditadura das armas. Hoje, tal propósito se consuma por outras formas de ditadura, caracterizando um regime de exceção que não é percebido por muitos pelo fato de ser encoberto num manto de legalidade e empunhar cinicamente a bandeira da moralidade - a moral dos imorais, vale dizer -, sustentada pela destruição da imagem e da propaganda sistemática que qualifica seus opositores como corruptos, o que configura uma verdadeira versão moderna da caça às bruxas (ou aos líderes que podem virar esse jogo).



Os regimes de exceção são o tipo de sistema político que corresponde aos governos de restauração neoliberal. Na Argentina, no Brasil, no Equador, se revelam como o modelo político compatível com governos que reagem contra os governos populares, antineoliberais.
São sistemas políticos baseados na judicialização da política, como forma de criminalizar os líderes populares, assim como os movimentos sociais e as formas alternativas de meios de comunicação. Uma aliança entre os meios de comunicação monopolistas, os partidos de direita, setores do Judiciário e da polícia, são o bloco político que implementa os regimes de exceção, instrumentos da restauração do neoliberalismo
Um traço típico desses regimes de exceção é a perseguição aos líderes populares, pelo que representam de defesa dos programas antineoliberais, de extensão dos direitos sociais e políticos a todos, de soberania nacional, de crescimento econômico e der extensão do mercado interno de consumo de massas.
Típicos da conjuntura política atual são as tentativas de excluir a possibilidade de que os lideres mais populares que esses países tiveram neste século, possam voltar a se candidatar a ser presidentes de novo. O que aconteceu agora no Equador é mais uma expressão de que regimes que aderem a projetos antipopulares e antidemocráticos, tem com obsessão excluir a possibilidade de se enfrentarem a candidaturas exatamente as políticas que eles tratam de desfazer.
O que confirma que o governo de Moreno traiu o mandato que ele recebeu nas urnas e' que nada do que ele faz – inclusive o referendo – estava no seu programa. Ele coloca a responsabilidade da situação econômica do país nos supostos gastos excessivos do governo de Rafael Correa, da mesma forma que diz a direita equatoriana. E como fazem as direitas da Argentina e do Brasil.
Para defender esse tipo deposição, Moreno não pode se enfrentar a Correa, que representa o oposto do que Moreno diz e faz. Então ele tem como objetivo central a exclusão de Correa como possível candidato que proponha a retomada do programa que teve mais sucesso na historia do Equador.
Assim como a direita boliviana se dedica prioritariamente em tentar impedir que Evo Morales possa ser de novo candidato a presidente. Sabem que não podem enfrentá-lo em campanha democrática, por isso gostariam de excluí-lo da campanha. Ao mesmo tempo que desenvolve a campanha midiática – na mídia tradicional e na internet – mais suja que a Bolívia conheceu, similar à que fez na campanha do referendo, com a absurda invenção de uma suposta amante e de um filho clandestino de Evo.
A direita boliviana trata de rebelar a setores de classe media que se sentem incomodados pela afirmação dos direitos da massa indígena do povo, por isso desenvolvem campanhas racistas, de discriminação, com mentiras e falsas acusações. Sabem que é a única maneira de conquistar apoios para disputar com Evo Morales, responsável pelo governo que transformou a Bolívia da maneira mais extraordinária.
Da mesma forma na Argentina se busca criminalizar a Cristina Kirchner, para tentar excluí-la, via judicialização da política, da possibilidade de que ela volte a disputar a presidência do país e volte a exercer plenamente sua liderança popular, sem as absurdas acusações com que tentam manchar seu prestigio e seu apoio popular. Conforme o governo Macri vai perdendo apoio, como resultado sobretudo dos efeitos socialmente nefastos da sua política econômica neoliberal, amplamente favorável ao capital financeiro, ele precisa intensificar os ataques a Cristina, para tentar impedir que se imponha a comparação entre o governo antineoliberal dela e o governo neoliberal do Macri.
Enquanto aqui o Lula é vitima da mais monstruosa campanha de perseguição política, paralela ao apoio expresso em todas as pesquisas, fazendo com que ele seja o único líder brasileiro em condições de pacificar o país, retomando um projeto que fez a economia crescer com distribuição de renda, como nunca antes o Brasil tinha conhecido. Se sucedem os processos contra o Lula, ao mesmo tempo em que explodem os escândalos contra os próprios juízes que o acusam, de utilizar auxílios-moradia como forma vergonhosa de superar o teto dos salários que podem receber legalmente.
Por Emir Sader

Autorretrato


Virei manchete?

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Altas conexões



Licença poética




Peço licença novamente para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Uma vizinha, em tom de fofoca, contou que te viu sozinha no meio da noite, toda arrumada e no salto, com ares de quem estava se jogando na balada.

O que ela não imaginava é que eu estava bem ali, ao teu lado.

A tal vizinha nem suspeita que tua beleza imensa tem o poder de tornar-me invisível na presença do amor da minha vida.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Nem só de pão viverá o homem





Ato político


Juremir Machado da Silva sempre pratica o jornalismo verdadeiro: responsável e respeitável.

Juremir Machado da Silva mais que oferecer respostas corretas, sempre faz as perguntas exatas.

Narrativas e verossimilhança

Qual destas narrativas é mais verossímil: a do impeachment de Dilma Rousseff como golpe ou de que os indícios mostram ser Lula o verdadeiro dono do tríplex do Guarujá? Dilma foi derrubada por causa das tais pedaladas, que, embora utilizadas por outros presidentes, nunca tiraram ninguém do poder. As pedaladas não eram corrupção, mas manobras contábeis para que bancos públicos adiantassem dinheiro ao governo, que restituía. Enquanto esse pretexto avançava, o PMDB concebeu um plano de governo chamado “uma ponte para o futuro”, destinado a encantar o mercado e parte da mídia. Apesar de denunciado por crimes que lhe valeriam mais de 300 anos de condenação, Eduardo Cunha foi mantido na presidência da Câmara até consumar o impeachment.
Feito isso, foi afastado. O mesmo STF que tirou Cunha recuaria em relação ao tucano Aécio Neves. Deposta Dilma, os que batiam panela silenciaram mesmo quando Michel Temer foi acusado de corrupção com provas robustas. A mídia tornou-se menos severa. A Câmara dos Deputados, a mesma que guilhotinou Dilma, salvou duas vezes a cabeça de Temer, que continuou pagando pelos bons serviços e fazendo as reformas dos sonhos do tal mercado. Parte do ministério de Temer foi para a cadeia. Outra parte, mesmo atolada, ficou. Para Temer se concedeu um regime especial: governar o país primeiro, talvez ir para a cadeia depois. Não há pressa. A justiça pode esperar.
O país também. É como se alguém deixasse o invasor acusado ou suspeito de muitos crimes, tomando conta da casa, enquanto viaja, para que ela não fique abandonada e à mercê de ladrões.
A história continua. É um enredo complexo, confuso, contraditório. O tucano Eduardo Azeredo foi condenado em segunda instância como pai dos mensalões. Entrou com embargos. A justiça mineira sentou em cima. Não pode o STF ou o CNJ pedir coerência e aceleração? Enquanto isso, o processo de Lula voou. A Lava Jato focou nele com força-tarefa. O MPF denunciou uma coisa – uso de dinheiro de contratos da Petrobras com a OAS para dar pixulecos a Lula –, Moro condenou por outra e admitiu não haver relação entre os contratos e o tríplex. Para muitos especialistas isso deveria tirar Moro da ação por deixar de ser o juiz natural do processo. O TRF-4 aumentou a sentença de Lula voltando ao teor da denúncia feita pelo MPF. Pode isso, Arnaldo?
O presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas, juiz Cássio Borges, sustenta que Lula não poderia ser condenado por corrupção passiva, pois não era servidor público quando teria recebido a vantagem indevida, nem por lavagem de dinheiro, pois a aquisição do apartamento não teria sido provada. Segundo ele, Lula deveria ser absolvido por insuficiência de provas. Os indícios, porém, permitem pensar que o apartamento era para Lula. Alguém duvida realmente disso? A questão continua sendo a prova. Parece certos pênaltis. Um juiz dá, outro não. Teorias estrangeiras foram invocadas para validar a decisão. Saímos da crença na verdade para a certeza do verossímil: parece que é. Então é. Cada um escolhe a narrativa que lhe convém.
Lula irá para cadeia por provas indiretas. Aécio Neves continuará senador com provas robustas. Como achar tudo isso coerente? Eu acredito nos dois relatos: foi golpe e o apartamento era do Lula. Em qual dois casos há mais indícios com valor de prova? É só escolher.
*
Ficção comparativa

Eu não me convenci das provas que condenaram Lula. Mas me convenci dos indícios. Quero propor uma provocação comparativa nada original, mas ainda inquietante e talvez pertinente: o que diriam os petistas se o tríplex do Guarujá fosse digamos para o Aécio Neves? Aceitariam os indícios como prova? Reclamariam da condenação de Sérgio Moro e da ratificação do TRF-4? Acusariam o judiciário de golpismo e de manipulação? Aceitariam a lógica e a teoria do domínio do fato como dispositivos para desvendar crimes complexos em que a prova material é muito difícil? Defenderiam a tese de que em crime de ocultação de patrimônio não pode haver atestado de propriedade ou coisa assim?
Claro que se pode propor o exercício também para os antipetistas: se o acusado fosse Aécio Neves eles manteriam o discurso que fazem em relação a Lula? Seriam mais indulgentes? Teriam mais dúvidas? Lembrariam o famoso “in dubio pro reo”. Os fatos têm mostrado que os críticos da corrupção no petismo ficaram menos ativos em tempos de corrupção no governo Temer. No dia em que Lula foi condenado pelo TRF-4 pediu-se o arquivamento de um inquérito contra José Serra. Há sempre razões jurídicas para essas coisas. Em proporções diferentes.
Petistas ponderam: o primeiro condenado à prisão é logo o que veio do povo. Pelas mesmas razões e com os mesmos elementos aceitariam a veredicto se o condenado viesse da elite? O antipetista odeia a lógica dos “nós contra eles”, atribuída aos petistas, e propõe eliminar essa separação a partir dos seus termos: o “nós” valendo para “eles”. Petistas costumam ser combativos. Eram os mestres da diabolização dos adversários. Agora sofrem a concorrência do MBL e de outros que tais. Aécio Neves já era. Troquemos o nome. O que diriam os petistas se o tríplex do Guarujá fosse para Fernando Henrique Cardoso?
Façamos a inversão: o que diriam os inimigos do petismo se o tríplex fosse para FHC? Exigiriam ato de ofício para caracterizar o crime e condenar? Estamos fadados a ver o mundo pela lente do nosso interesse partidário, ideológico, político? Não é possível um olhar independente, universal, livre da distorção pelo comprometimento. Eu acredito que é possível. Sou ingênuo. Positivista. Por que poderia? Minha resposta é patética: porque sim. Se não é possível por que direita e esquerda cobram isenção de jornalistas e de juízes? Encontrei um petista num bar. Tivemos uma rápida conversa. Assim:
– Espero que os desembargadores julguem com isenção – ele disse.
– Eu também. A isenção é fundamental na justiça e no jornalismo.
– Isenção não existe. É mito – ele falou.
Caí fora. Há pessoas que conseguem se distanciar. Surgiu até um termo para forçar ao engajamento e à perda da independência: “isentão”. Em certos casos se deve tomar partido mesmo: contra o preconceito em todas as suas formas: racismo, machismo, homofobia; contra a pedofilia, etc. Volto à minha ficção comparativa: o que diriam os petistas, com os indícios disponíveis, se o tríplex do Guarujá fosse para Michel Temer? Condenariam com prova indireta?
*
O que é mais verossímil? O que é verdadeiro?

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Momento poético



Sou


Sou o que sabe não ser menos vão
Que o vão observador que frente ao mudo
Vidro do espelho segue o mais agudo
Reflexo ou o corpo do irmão.
Sou, tácitos amigos, o que sabe
Que a única vingança ou o perdão
É o esquecimento. Um deus quis dar então
Ao ódio humano essa curiosa chave.
Sou o que, apesar de tão ilustres modos
De errar, não decifrou o labirinto
Singular e plural, árduo e distinto,
Do tempo, que é de um só e é de todos.
Sou o que é ninguém, o que não foi a espada
Na guerra. Um esquecimento, um eco, um nada.



Parada pedagógica




terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Cenas da vida inventada





Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Em ti encontro aquele algo mais e tudo que preciso para perder o juízo.

Perto de ti, meu lado bom perde a razão e é capaz de fazer mil besteiras.

Teus quadris mexem com tudo que há de mais sagrado e cutucam com vara curta o pecado que mora em mim.

Teus olhos abrem portas e enfeitam tudo que tocas com o olhar e fazem cócegas nos meus pontos fracos.

Teu sorriso é teia que prende sem privar da liberdade ou precisar de algemas.

Deixas-me sem ar e me fazes respirar aliviado.

Depois de ti, se me pedirem para dissertar sobre sexo, irei intitular o escrito com teu nome e abordar esse jeito só teu de amar do início ao fim do texto.

E como só sei desejar coisas boas, sou forçado a finalizar minhas palavras despudoradas proferindo a seguinte sentença: tomara que caias de quatro todas as noites em cima da minha cama.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Comitiva hervalense retorna com boas notícias após cumprir agenda na capital


Acompanhando o vice-prefeito Fernando Silveira, os secretários do Planejamento e de Agropecuária, Toninho Veleda e Valmir Miliorança, respectivamente, cumpriram agenda de trabalho em Porto Alegre entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, registrando um saldo extremamente positivo para o município.

Durante a missão na capital, as autoridades municipais participaram de reuniões no banco Cooperativo Sicredi, na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo/DINFRA, na Corsan, no INCRA, na Secretaria Estadual de Obras, Saneamento e Habitação e na Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação.

O destaque da agenda ficou por conta da reunião no INCRA, quando ocorreu a disponibilização para a prefeitura de projeto executivo relativo à instalação de Sistema de Abastecimento de Água no assentamento 18 de Maio, uma vez que existe a possibilidade de viabilizar os recursos para a execução desse projeto via CIDEJA, sendo que o fato de agora possuir em mãos o projeto deverá representar uma enorme economia de tempo e recursos para a administração municipal. No INCRA, as lideranças locais foram recebidas pelo Superintendente André Murad Bessow, juntamente com membros da sua equipe de trabalho.

Na sede da Corsan a comitiva hervalense foi recebida pelo Diretor Administrativo Marcus Vinícius de Almeida, numa reunião cujo resultado também foi altamente positivo. A conversa serviu para confirmar que a Companhia Riograndense de Saneamento é novamente parceira e deverá aportar patrocínio para o Carnaval Herval Folia 2018, no valor de R$ 8.331,00, previsto no Contrato de Concessão firmado no ano de 2011. Além disso, foi encaminhado o pedido de doação de um veículo utilitário usado, pleito que, segundo Marcus Vinícius, será tratado com prioridade e tem ótimas possibilidades de ser atendido brevemente.

Merece destaque também o compromisso cumprido no DINFRA, Departamento de Infraestrutura da Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS, com sede no Parque Assis Brasil, em Esteio. Na oportunidade, o Diretor do órgão, Ubirajara Simon da Silva, assumiu compromisso de enviar nos próximos dias ao município o pessoal e maquinário necessário para realizar a perfuração de dois poços artesianos no assentamento São Virgílio, cumprindo ressaltar que esse trabalho representa o pontapé inicial para possibilitar a retomada da obra de instalação de sistema de abastecimento de água, a qual que se encontra paralisada há vários meses no local devido ao descumprimento, por parte da empresa então contratada, dos prazos que foram estabelecidos antes do início das obras.

Outra boa notícia foi recebida na SEAPI em reunião com Ernani Polo, secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação. Na ocasião, fora confirmado pelo secretário o pagamento no valor de R$ 101 mil (cento e um mil reais), destinados à aquisição de insumos que visam o aumento da fertilidade do solo, de modo a atender produtores escolhidos pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, num investimento conquistado por meio da Consulta Popular.

O vice-prefeito Fernando Silveira, qualificou toda a agenda em Porto Alegre e a confirmação desse pagamento obtido junto à SEAPI como um passo fundamental para o município avançar nas conquistas que, segundo ele, são fruto da organização da prefeitura, da soma de forças e da parceria com os produtores locais e a comunidade hervalense de um modo geral.

Autorretrato

E daí que faz frio? Tenho o fogo do afeto e o calor da minha alma faiscante.