quinta-feira, 29 de junho de 2017

Momento poético



Como Te Amo


Como te amo? Não sei de quantos modos vários 
Eu te adoro, mulher de olhos azuis e castos; 
Amo-te com o fervor dos meus sentidos gastos; 
Amo-te com o fervor dos meus preitos diários. 

É puro o meu amor, como os puros sacrários; 
É nobre o meu amor, como os mais nobres fastos; 
É grande como os mares altisonos e vastos; 
É suave como o odor de lírios solitários. 

Amor que rompe enfim os laços crus do Ser; 
Um tão singelo amor, que aumenta na ventura; 
Um amor tão leal que aumenta no sofrer; 

Amor de tal feição que se na vida escura 
É tão grande e nas mais vis ânsias do viver, 
Muito maior será na paz da sepultura! 


Fernando Pessoa, "Inéditos – Poemas de Lança-Pessoa – Manuscrito (Junho/1902)" 

Cenas da vida inventada





terça-feira, 27 de junho de 2017

Música para os meus ouvidos


Antes o romantismo sincero que as almas repletas de sentimentos rotos ou carregadas de ódio enrustido.  




Licença poética



Peço licença novamente para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...
       
                     
Teu aroma reproduz o dor das flores celestiais.


Aliás, as flores celestiais que tentam imitar teu aroma, porém acabam cometendo o pecado de não chegarem nem perto do teu cheiro único e divinal.

Autorretrato


Amarelo, o cão camarada!

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Ato político


A luta continua, brasileiros e brasileiras que não caem na armadilha do "salvador da pátria", nem na arapuca de oferecer nova face ao golpe.

A saída desse beco sem saída é instituir um governo legítimo que, além de credibilidade política, precisa ter votos e falar  a verdadeira voz das ruas, não aquela voz fajuta e inventada que pedia um Brasil Padrão Fifa, mas bastou os seus escolhidos tomarem o poder de assalto para ficarem mudos e aceitarem um nada retumbante no lugar do país que vinha avançando como nunca em nossa história. 

O colapso, a crise, as saídas e as armadilhas

Por Adão Villaverde
Temos afirmado e reafirmado que vivemos e convivemos com uma crise institucional tão profunda que está muito próxima ou, até quem sabe, diante de um colapso de regime.
Depois de jogarem a Constituição no ralo e aprofundarem sua estratégia de destruição da democracia, os golpistas, de um lado, aceleram sua agenda de retirada, a fórceps, dos direitos e conquistas e, de outro, saqueiam e entregam a Nação a interesses não republicanos e anti-nacionais.
Associado a isto, o Judiciário que tinha algum grau de legitimidade em que pese suas falhas e responsabilidades por não ter salvaguardado a nossa Carta Magna, agora está refém da quadrilha que assaltou o poder no Brasil, cujos objetivos não eram combater a corrupção muito menos resolver déficits da economia mas, sim, obstruir a Justiça e bloquear investigações.
Isto tudo ficou comprovado com a vergonhosa absolvição pelo TSE de Temer – e não de Dilma, que já estava cassada, sem provas, por uma maioria golpista.
Os tempos de exceção revelam como agem os déspotas e como usam arbitrariamente a lei impondo suas lógicas de seletividades. Vale o rigor da lei aos seus adversários e sua flexibilização para salvar os seus. Justiça seja feita, o insuspeito ex-ministro do Supremo Nelson Jobim tem insistido na afirmação de que “é muito bom quando os vazamentos e conduções coercitivas ocorrem contra adversários, mas quando são contra os seus, chamam de ataque ao Estado Democrático de Direito e classificam de burla ao devido processo legal. Levará décadas para que justiça brasileira se recupere de danos provocados por juízes descaradamente seletivos e direcionados.
Esta crise tem nome e sobrenome: foi resultado de uma fusão de partidos que renunciaram à ordem democrática e partiram para o ataque a constituição com setores do Judiciário e órgãos de controle, com uma maioria parlamentar corrupta, com certos empresários entreguistas e uma mídia oligopólica, sem qualquer convicção democrática, que atua como braço negocial da defesa da captura do Estado pela financeirização e pelos interesses dos banqueiros. Entretanto, os setores democráticos e progressistas, os movimentos sociais, a juventude, a esquerda, os excluídos, a intelectualidades e as camadas médias esclarecidas não podem “ficar na janela, que nem a Carolina” (como cantou o grande Chico Buarque) acreditando que, vivenciando um regime de exceção, possamos chegar a 2018 iludidos por uma eleição democrática.
Não é amanhã; é agora o momento da luta e do esforço de interromper este indigno e imoral curso que toma o nosso país.
Se lutar agora, é muito mais do que necessário, evitar cair em armadilhas também é fundamental.
Os recorrentes aparecimentos da grande mídia do factoide de um ‘nome de consenso’, após derrubar o ilegítimo Temer, para ocupar, de modo indireto sem a autorização das urnas, o cargo usurpado à presidenta eleita, é uma artimanha muito perigosa que temos que rechaçar a todo custo. Alimentada com simpatia por interesses pouco democráticos, como costumam reverberar os monopólios de comunicação, a proposta escamoteia o golpismo continuado e disfarça o conflito de benefícios em curso, como as antirreformas de Temer, o entreguismo e a captura do Estado pela financeirização e seus negócios. E, naturalmente, impondo a visão neoliberal e o Estado Mínimo.
Aceitando a ideia, seremos envolvidos como satélites dos acordos firmados “por cima” para uma saída à crise. Seremos fiadores e signatários de um conluio que não governará pois, com certeza, faltará legitimidade e sustentação.
Neste quadro nebuloso, o ponto central de resistência está na prática do ‘engrossar as ruas’ aumentando a mobilização popular. É a melhor forma de interditar um acordo forjado de cima para baixo, em gabinetes palacianos, bancas jurídicas, escritórios empresariais ou nos salões dos punhos de renda da financeirização.
Mas, para evitar a cilada, temos que acumular muito, no conteúdo e na estratégia. Devemos apresentar pontos mínimos de compromisso de uma nova frente política, programática e com amplitude. E, no processo da luta pelas “Diretas Já”, trabalharmos para reunir forças e enfrentarmos as arapucas que a Casa Grande oferece:
i) seja a saída de FHC, Meireles e turma, juntos com setores das corporações de fiscalização e controle, do empresariado entreguista e dos banqueiros, escudados pela grande mídia;
ii) seja a do ilegítimo e moribundo Temer que está com os seus dias contados, junto com seu setor tucano e sua patota, totalmente envolvidos em “diálogos criminosos” e relações perigosas, mas que tentam ainda respirar, depois do fôlego que Gilmar lhe conferiu.
Sem tirarmos o golpista e ilegítimo Temer e conquistarmos eleições “Diretas Já” ficaremos reféns do fortalecimento do cenário institucional que vicejará sob a chantagem da inviabilização eleitoral de Lula. Oferecendo saída para “salvá-lo”, podendo propor transição palatável garantindo eleições “democráticas” em 2018. Mas, obviamente, para eles, ao fim e ao cabo, sem o ex-presidente.
Só nos resta continuar, com um mínimo de dignidade, honradez e decência moral reafirmando demandas essenciais e imediatas, eliminando a exceção política, evitando o ataque aos direitos, barrando as antirreformas e descongelando recursos para educação, saúde e programas de inclusão social, como forma de recuperar minimamente a confiança na sociedade, neste momento em que temos um ilegítimo governo que agride o país, ética e moralmente e ainda ataca direitos e conquistas de seu povo.
E no RS exigirmos suspensão imediata das extinções das fundações, derrotarmos as tentativas de venda das empresas públicas, restabelecer o pagamento em dia dos salários e exigir que o governo assuma a liderança nacional em busca dos ressarcimentos da Lei Kandir, como alternativa não submissa de reequilíbrio das contas públicas em solo gaúcho.

Adão Villaverde é professor, engenheiro e deputado estadual (PT/RS).

Nem só de pão viverá o homem





sexta-feira, 23 de junho de 2017

Momento poético



A CANÇÃO DA VIDA
(Mario Quintana)


A vida é louca
a vida é uma sarabanda
é um corrupio...
A vida múltipla dá-se as mãos como um bando
de raparigas em flor
e está cantando
em torno a ti:
Como eu sou bela
amor!
Entra em mim, como em uma tela
de Renoir
enquanto é primavera,
enquanto o mundo
não poluir
o azul do ar!
Não vás ficar
não vás ficar
aí...
como um salso chorando
na beira do rio...
(Como a vida é bela! como a vida é louca!)

Esconderijos do Tempo

terça-feira, 20 de junho de 2017

Música para os meus ouvidos


Música calma e quente para esquentar o frio dessa manhã...




Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Daqui a mil anos ainda dirão de ti: era inacreditavelmente linda.


Musa para muitos, diva na visão de vários e deusa aos olhos de outros tantos. O único defeito dela - também dirão inconsoláveis - foi não ter sido eterna!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Pitada filosófica



Filho do Pecado


Alma boa não tem sexo, música boa independe do ritmo. Assim, Filho do Pecado casa perfeitamente com meu gosto musical. Rock de primeira parido a partir da poesia felina e cortante do hervalense Igor Borges, resultando num trabalho ímpar e num som de sonoridade saborosamente poética.

Gil Lucas, músico e vocalista, não é filho de Herval, mas é filho do destacado produtor cultural Chico Gonçalves, conhecido de todos nós e reconhecido por idealizar e comandar o Projeto Ctrl A e a Casa das Oficinas.

Mais que isso, Gil é filho dos deuses do som e tem o talento estelar dos grandes artistas. Ouvir Filho do Pecado é tocar no céu da boa canção e ser expulso dos lugares comuns do mundo da música.

Liberdade, liberdad; Justiça, justicia


"Para que não se esqueça e nunca mais aconteça".



quarta-feira, 14 de junho de 2017

Autorretrato


"Nosotros" com o deputado estadual Zé Nunes, grande defensor dos pleitos e pautas hervalenses e de toda a nossa região. A Assembleia Legislativa precisa de gente assim!

Ato político


Precisa dizer mais? Penso que o escrito de Juremir Machado da Silva diz tudo que precisa ser dito quando de trata de se posicionar realmente ao lado da decência, da justiça e da boa política.

O resto é moralismo hipócrita, manobras sujas e escancaradas dos “donos do poder”, gente se fazendo de desentendida ou tentando fabricar novos ídolos canalhas para dizer que não têm nada com essa página triste do país ou não moveram nenhuma palha para nos jogar nesse beco sem saída.

Os juízes cara de pau do TSE não estão sozinhos nessa. Assim como eles, tem milhões de caras de pau Brasil afora que agora calam ou mudam de assunto em sinal de conivência ou mesmo conveniência ou então praticam os maiores males para combater o suposto mal do petismo e só do petismo.

Do mesmo modo, tem milhões por aí que acham que num sistema político complexo e corrupto como o nosso, bastaria eleger um (a) presidente (a) “acima de qualquer suspeita” ou “implacável com tudo que cheia mal” (como se isso fosse possível) que, num passe de mágica, tudo estaria resolvido e o Brasil seria passado a limpo. Sabe de nada inocente!

Exemplo disso é que em meio a esse mar de lama, até aqui nada desabona ou liga Dilma diretamente a essa sujeira toda. No entanto, contraditoriamente cada dia parece mais claro que ela foi derrubada justamente por esse motivo, e não pelas razões opostas.

Esquecem-se ou fingem não saber que o poder no país vai muito além do poder da Presidência da República ou do poder popular (desde sempre manipulado ou apropriado por quem pode mais e chora menos). Poder mesmo, conforme está na cara de todos nesses tempos bicudos, é o poder econômico, o poder da mega mídia, o poder da classe política encastelada no congresso, o poder do MP e do judiciário que a cada ato, interpretação dos fatos ou sentença provam que tem lado, rabo preso e voz movida por interesses eminentemente políticos.


Assim, a chapa Dilma-Temer não foi poupada por causa de Dilma, mas apesar dela como forma de proteger Temer. Só não enxerga quem não quer. Se tivesse havido a separação da chapa, como fora pleiteado pela defesa do presidente golpista, não tenho dúvidas que Dilma teria sido punida e Temer seguiria dono do campinho para ferrar a imensa maioria dos brasileiros, com as bençãos da justiça.

A grande pizza do TSE

Era a crônica de uma pizza anunciada. O TSE absolveu a chapa Dilma-Temer e manteve o presidente investigado por corrupção no poder. Tudo sob o silêncio das panelas que antes batiam pela moral.
A cronologia dos fatos é implacável. Derrotado na eleição de 2014, Aécio Neves recorreu ao TSE. O agora afastado e cada vez mais próximo da prisão Aécio Neves, então um paladino da ética, diz que entrou com a petição só “pra encher o saco do PT”. A iniciativa foi útil para desestabilizar o governo de Dilma. As acusações agora arquivadas serviram para ampliar o clima negativo que levou ao impeachment de 2016.
O ministro Gilmar Mendes impediu que a ação fosse arquivada por falta de provas. Lutou para que a investigação fosse aprofundada. Inflou o objeto para atingir Dilma Rousseff. Nesta semana, durante o julgamento que já não lhe interessava, disse que não era para cassar  ninguém, mas só pelo efeito pedagógico. Qual? Mostrar que a justiça pode ser uma farsa? Desmoralizar o TSE? Revelar a hipocrisia dos brasileiros, que antes rugiam contra a corrupção e agora silenciam e dormem de cabeça tapada?
O TSE foi aparelhado por Temer sob os olhos de todos. Em fevereiro, atrasou o andamento do processo para dar tempo ao presidente de indicar e empossar dois novos juízes, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira. Os dois, que deveriam ter se declarado impedidos, lamberam a mão do benfeitor. Um deles foi advogado da chapa que julgou. O jogo de compadres espantou o mundo, mas não o Brasil.
Gilmar Mendes, que passou os últimos meses de conchavo com Temer, não tinha isenção para julgar.
Nem queria. Estava ali para absolver politicamente. Aqueles que antes pediam julgamento técnico, passaram a falar em responsabilidade, estabilidade e economia. Clamaram por exceção.
Um estranho fundamento jurídico diz que se a prova cabal vem depois de começado o processo, deve ser desconsiderada, salvo se for do interesse e da conveniência dos juízes. Dilma foi condenada em 2016.
Temer foi absolvido em 2017.
Há contradições para todos. Os petistas que defenderam a inocência de Dilma e agora criticam a absolvição da chapa pelo TSE admitem que a dupla cometeu abuso de poder econômico?
As provas tornaram-se acachapantes, mas não havia interesse em condenar.
A mídia que denunciava aparelhamento do STF pelo PT ignorou esse termo em relação ao TSE.
A classe média que bradava contra Dilma não deu um pio contra Temer.
Como em 1964, em 2016 a classe média não foi às ruas contra a corrupção, mas contra o “comunismo”.
O mercado só quer as suas reformas.
O TSE aceitou chafurdar na lama.
Lembro-me de juristas dizendo que Gilmar Mendes era brilhante e que partidário eram só Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, os “petistas” do STF. A situação hoje é obscena: Herman Benjamin, o relator da matéria no TSE, saiu do julgamento como um grande juiz. Gilmar saiu como um político sem escrúpulos, um sujeito capaz de cair nas maiores  contradições por compadrio e ideologia.
O MBL, o Vem pra rua e os outros grupos de direita contra a corrupção desapareceram.
Nunca passaram de fantasias mobilizadas.
O TSE entra para a nossa história com uma farsa, a consagração da pós-verdade: nega a prova para absolver. Afinal, o criminoso ainda precisa terminar de entregar o crime encomendado.
No Senado, o aparelhamento, modelo PMDB de atuar, avança: o conselho de ética foi tomado pelos impolutos Romero Jucá, Eduardo Braga e Jader Barbalho para salvar Aécio Neves. A egrégia comissão já disse que é contra o afastamento do certamente injustiçado propineiro tucano.
Na semana que  vai começar o Procurador-Geral da República deve denunciar Michel Temer como chefe de quadrilha. O Brasil chamará a atenção do mundo pela sua originalidade: ser governado, na leitura do Ministério Público, por um gângster. As panelas continuarão silenciosas. Não é um “comunista”.
Os patéticos escudeiros de Temer sustentam que só há um crime: a gravação de Joesley.
O TSE lavou o capital do presidente da República
Saiu uma pizza tamanha família.
Amanhã a Avenida Paulista e o Parcão, em Porto Alegre, não terão ninguém de camiseta da CBF.
Deve ser por causa da derrota para a Argentina.
Isto não é uma defesa de Dilma e do PT.
É um ataque à hipocrisia brasileira e aos corruptos de estimação de cada partido.

terça-feira, 13 de junho de 2017

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Música para os meus ouvidos


Qualquer maneira de amor vale a pena. Qualquer canção que entoe o amor merece nossa audição e um lugar cativo em nosso coração...




Secretários municipais participam de capacitação e buscam novos investimentos



O secretário de agropecuária e o secretário de planejamento participam nos dias 6 e 7, em Porto Alegre, do curso Plano Municipal de Desenvolvimento Rural, promovido pela FAMURS. Valmir Miliorança e Toninho Veleda, respectivamente, representaram o município nessa importante iniciativa, cujo objetivo foi nivelar informações e oferecer subsídios aos gestores municipais para a elaboração do Plano de Desenvolvimento Rural, instrumento obrigatório para as administrações municipais pleitearem investimentos junto ao Ministério da Agricultura, conforme estabelece a Portaria do MAPA nº 415, de 16 de fevereiro de 2017.

Na quinta-feira, 8, os representantes do município deram prosseguimento a agenda de trabalho na capital, reforçando demandas e encaminhando a busca de novos investimentos para Herval. Neste sentido, participaram de reunião proveitosa com o secretário em exercício de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo – SDR, Iberê Orsi.

Na ocasião, foram reiterados os pleitos de cedência de um caminhão e de perfuração de dois poços artesianos no assentamento São Virgílio, de modo a permitir a retomada e conclusão das obras de instalação de sistema de abastecimento de água no local. Além disso, Valmir e Toninho ainda receberam do secretário a informação de que o nosso município deverá ser contemplado com o repasse da SDR no valor de R$ 25 mil, a ser investido na aquisição de insumos (sementes, adubo, calcário) para a agricultura familiar.

Na sequência, encaminharam na secretaria estadual de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer o projeto elaborado pela equipe da secretaria municipal de planejamento, que pleiteia recursos disponibilizados através do Edital nº 05/2017 – LEI PELÉ – APOIO AOS MUNICÍPIOS, para instalação de Academia ao Ar Livre junto ao Caminhódromo.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Licença poética



Peço licença novamente para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


No meio do caminho tinha uma musa. Tinha uma musa no meio do caminho.

Andávamos na contramão do amor, até que nos encontramos. Ela me olhou eu olhei para ela.

Pensei que fosse só mais uma de parar o trânsito e sem levar a lugar algum. Contudo, resolvi oferecer carona e logo que ela embarcou na minha estrada pude perceber que estava perdido. No bom sentido, claro.


No meio do caminho tinha uma musa que agora me guia, conduz muito além de mim mesmo e apresenta a sentimentos nunca dantes percorridos.

Rir é o melhor remédio