quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Música para os meus ouvidos


Como canta Baleiro: “É mais fácil cultuar os mortos que os vivos/Mais fácil viver de sombras que de sóis/Mais fácil mimeografar o passado que imprimir o futuro (...) mesmo que não venha o trem não posso parar”.

A vida é muito mais que um punhado ou amontoado de ilusões e o erro alheio nunca me serviu de escudo, motivo ou justificativa para os meus próprios erros. Aliás, o maior erro, de fato, é abrir as portas, dar corda ou asas para pessoas erradas. Ou pelo menos erradas para ficarem em nossas vidas um tempo além do necessário.



Um comentário:

jair machado rodrigues disse...

Concordo quando dizes que o maior erro é abrir as portas para pessoas erradas...(meu único problema é saber quem é bom, quem é mal, se temos esta dualidade dentro de nós ?)Não consegui abrir para ouvir a música...falas em Zeca Baleiro, gosto demais da obra dele, em especial este último homenageando Zé Ramalho.
ps. Carinho respeito e abraço.