quinta-feira, 28 de abril de 2016

Licença poética




Peço licença novamente para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Tem amor que prende, amor que amarra, amor que deixa solto, amor que machuca, amor que some, amor que soma, amor que curte e compartilha.

Teu amor é tudo de bom e torna melhor. Teu amor completa, preenche, leva longe, encurta caminhos.

Amo-te toda e adoro estar contigo. Gosto de ti com roupa ou toda nua, maquiada ou naturalmente linda. Adoro nosso amor de cama, mesa, banho, quarto, sala, cozinha, casa, carro, rua, frio, calor, chuva ou sol que racha.

Amor sem fim, sem firulas, sem faniquitos, sem fanatismos, sem encenações, sem falsas promessas, sem pressa, sem pudor.


Nada no mundo é melhor que nosso amor de pele e corpo e alma e coração. Amor que talvez não estivesse escrito nas estrelas, mas que está sendo cuidadosamente escrito por nós, seres imperfeitos, que até beiram à perfeição por meio desse amor.

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