terça-feira, 19 de abril de 2016

Licença poética



Peço licença outra vez para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Quando olhares para o céu, espia só o que aprontei.
Desenhei um coração encima do sol, só para que saibas que são 
teus meu amor, minha alma, meu corpo, minha imaginação.

Por ti saio do chão e faço mágicas inimagináveis.
Ou ao menos mil poemas de amor elaborados com a
matéria-prima mais preciosa do planeta:
tua essência e tua forma estonteante!

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