terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Licença poética



Venho pedir licença novamente para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas em minha musa imaginária...


Nunca fui poeta, mas a vontade de transpirar no teu prazer é tanta e tamanha que me inspira e faz suspirar a tua espreita.


Como céu, teu corpo seduz e cega e convida ao pecado.


Como lua, tua alma me leva lá no alto e ilumina a noite dos meus dias.


Meu maior sonho de consumo é te ter em meus braços para saciar minha sede e consumir meu cansaço.


Ainda que leves o melhor de mim ou o nada que tenho ou cortes meu coração em mil pedaços!


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