quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Licença poética



Peço licença outra vez para entregar-lhes mais palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Passo tropeçando nas palavras, mas basta pressentir teus passos para virar artista do universo escrito.


Faço mil malabarismos, muitas mágicas inimagináveis, subo no trapézio, embarco no globo da morte, monto e desmonto um circo de palavras que tentam acercar-se do espetáculo que é tua pessoa.

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