O Blog busca retratar coisas da vida interiorana e do meu interior, numa abordagem que mistura reflexão, notícias, riso, poesia, musicalidade, transcedentalidade e outras cositas más. Tudo feito com produções próprias, mas também com a reprodução do pensar ou do sentir dos grandes gênios que o país e a humanidade pariram.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Viva a mudança!




Ato político


Emir Sader sabe das coisas...

Todos contra a Dilma, por Emir Sader


O fenômeno tem se repetido – na Bolívia, na Argentina, no Equador, no Brasil. Setores que saem dos governos – ou que sempre tinham se oposto – supostamente pela esquerda, percorrem uma trajetória que os leva a se situarem como oposições de direita.

Evo Morales, Rafael Correa, os Kirchner, Lula e Dilma – teriam “traído”. E seriam piores que outros contendores, porque seguiriam fingindo que defendem as mesmas posições que os projetaram como grandes líderes nacionais. Por isso tem que ser frontalmente combatidos, derrotados, destruídos, sem o que os processos políticos seguiriam retrocedendo e não poderia avançar.

Foi assim que setores que eram parte integrante do governo de Evo Morales declararam que ele é o inimigo fundamental a combater, porque teria “traído” o movimento indígena. Daí a proposta de uma frente nacional contra ele, que incorporaria a todos os setores opositores, não importa quão de direita sejam.

A mesma coisa com Rafael Correa. Teria “traído” a defesa da natureza e se passado a um modelo extrativista, tornando-se o inimigo fundamental a combater. Daí que setores que se reivindicam porta-vozes dos interesses dos movimentos indignas e ecologistas, se aliam expressamente à direita, para combater a Correa.

Na Argentina, os Kirchner teriam “traído” o peronismo, daí setores que faziam uma critica de esquerda ao governo – expressados, por exemplo, no peronista Pino Solanas – se aliam a setores de direita – como Elisa Carrió, entre outros -, para combater ao governo de Cristina Kirchner.

Poderíamos seguir com a Venezuela, com o Uruguai, porque o fenômeno se repete. Para poder operar essa transição de uma oposição de esquerda a uma de direita, é preciso demonizar os lideres desses processos, que seriam, piores do que a direita, daí a liberação para alianças com esses setores contra os governos.

No Brasil o fenômeno se deu, inicialmente, com o PSol e Heloisa Helena, que abertamente fizeram aliança com toda a oposição contra o governo Lula. Com a Globo, com os tucanos, com todos os candidatos opositores, na ação desenfreada e desesperada para tentar impedir a reeleição do Lula.

Abandonaram as críticas de esquerda – sobre o modelo econômico e outros aspectos do governo – para se somarem à ofensiva do “mensalão”, sem diferenciar-se do tom da campanha da direita.

O fenômeno teve continuidade com a Marina, que repetiu de forma mecânica a trajetória da Heloisa Helena na volúpia contra o governo Lula e a Dilma, quatro anos mais tarde. O destempero faz parte do processo de diabolização, que se caracteriza sempre, também, pela ausência de qualquer tipo de critica à direita – à mídia monopolista, ao sistema bancário, aos tucanos, aos EUA.

A relação desses setores com a direita tradicional é explicita: a essa ausência de criticas à direita corresponde uma promoção explícita dos candidatos que se dispõem a esse papel: Heloisa Helena, Marina, agora Eduardo Campos.

Todos contra o Evo, todos contra o Rafael Correa, todos contra a Cristina, e assim por diante. Aqui, agora, todos contra a Dilma.

Não há nenhuma duvida que o campo opositor está composto pelas candidaturas do Aécio, do Eduardo Campos, ao que se soma agora a Marina. As reuniões de Eduardo Campos com Aécio, a entrada do Bornhausen, do Heraclito Fortes, entre outros, para o PSB e o discurso “anti-chavista” da Marina, completam o quadro. Vale tudo para tentar impedir que o PT siga apropriando-se do Estado brasileiro para seus fins particulares, impedindo que o Brasil se desenvolva livremente.

Nenhuma palavra sobre o tipo de modelo econômico e social que desenvolveria caso ganhassem. Nenhuma palavra sobre o tipo de inserção internacional do Brasil. Nada sobre o papel do Estado. Silêncio sobre tudo o que é essencial, porque do que se trata é de tentar derrotar a Dilma.

Na verdade hoje a direita – seus segmentos empresariais, midiáticos, partidários – já se contentaria em conseguir que a Dilma não triunfasse no primeiro turno. O que vier depois disso, será lucro.

Em todos os países, esses setores tem sido derrotados fragorosamente. Suas operações politicas não tem dado resultados, por falta de plataforma, de lideranças e de apoio popular.

Aqui também tem acontecido isso. O PSol foi ferido de morte por suas atitudes em 2006. Marina abandona a plataforma ecológica para assumir o anti-comunismo de hoje (o anti-chavismo) e se somar à politica mais tradicional, sem sequer ter conseguido as assinaturas para registrar seu partido.

Termina no Todos contra a Dilma, cada um do seu jeito, mas com o objetivo comum. Esse cenário politico tem Evo, Correa, Cristina, como teve a Lula e agora tem a Dilma, como referência central. Os outros são os outros, sem plataforma, sem lideranças e sem apoio popular.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

2º Seminário da Bacia Leiteira


A Secretaria de Agropecuária e Desenvolvimento, através do Secretário Fernando Silveira, convida para o 2º Seminário da Bacia Leiteira e 1º Encontro de Secretários de Agricultura da AZONASUL, conforme segue:

DATA: 30/10/2013 (quarta-feira)
SOLENIDADE DE ABERTURA: 8h
LOCAL: CTG Minuano.


Informações na sede da Secretariada ou pelo telefone (53) 3267 1411


Sua presença é muito importante para o sucesso desse evento!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

sábado, 26 de outubro de 2013

Autorretrato


Tarso Genro, Cris e Yo, durante visita do governador a Herval mês passado

Momento poético


Estou cansado da inteligência.
Pensar faz mal às emoções.
Uma grande reação aparece.
Chora-se de repente, e todas as tias mortas fazem chá de novo
Na casa antiga da quinta velha.
Pára, meu coração!
Sossega, minha esperança factícia!
Quem me dera nunca ter sido senão o menino que fui…
Meu sono bom porque tinha simplesmente sono e não ideias que esquecer!
Meu horizonte de quintal e praia!
Meu fim antes do princípio!
Estou cansado da inteligência.
Se ao menos com ela se percebesse qualquer coisa!
Mas só percebo um cansaço no fundo, como pairam em taças
Aquelas que o vinho tem e amodorram o vinho.



(Álvaro de Campos – 18-6-1930) heterônimo de Fernando Pessoa
(publicado no livro Poemas de Álvaro de Campos – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. p. 178)


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Aprovação do projeto que renegocia dívidas dos estados é momento histórico para o RS


Fontana conduziu a liderança do governo na votação do projeto que altera o indexador da dívida dos estados com a União

O vice-líder do governo Dilma na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), comemorou a aprovação, por 334 votos a 9, do PLP 238/13 que altera as normas para renegociação das dívidas de estados e municípios com a União. Para o parlamentar, a mudança do índice de correção da dívida, do IGP-DI mais 6%, 7,5% ou 9%, para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ou a taxa Selic, é uma vitória muito importante para o futuro da economia e das políticas públicas do Estado.

“Os resultados desta votação serão sentidos positivamente ao longo dos anos no Rio Grande do Sul. Encontramos no Governo Federal a sensibilidade para construir um acordo que altera a federação brasileira de forma muito positiva, e o governador Tarso Genro teve uma participação decisiva neste processo”, enfatizou Fontana, lembrando que quando o contrato foi assinado, a Taxa Selic era de 25%, o que tornava a dívida do RS impagável. 

O secretário estadual da Fazenda, Odir Tonollier, acompanhou do Plenário da Câmara a votação que foi concluída na tarde desta quarta-feira (22). Tonollier ressaltou o apoio do deputado Henrique Fontana, indicado pelo governador Tarso Genro para liderar e conduzir a aprovação do projeto no Legislativo. “Essa aprovação abre um novo horizonte para o Estado. Vamos deixar de falar em crise estruturante para falarmos de crescimento e solução de seus problemas. Tivemos a importante liderança do deputado Fontana para coordenar esse debate, o que foi muito bem feito”, concluiu.

Nas redes sociais, o governador Tarso Genro comemorou a aprovação do projeto. “A aprovação do PL da dívida abre novas perspectivas de futuro para o Rio Grande. A dívida não será eterna como era até hoje. Vitória política de todo o Estado.”



Altas conexões




Ato político


O Brasil precisa seguir avançando. O Brasil precisa de lideranças do quilate, da generosidade e da altives de Henrique Fontana.

MAIS MÉDICOS, MAIS SAÚDE, POR HENRIQUE FONTANA

Um governo que define a saúde como prioridade é um governo que define a igualdade e a justiça como prioridades. A presidenta Dilma lançou o programa Mais Médicos como parte do Pacto pela Saúde, que prevê a expansão e a aceleração de investimentos por mais e melhores hospitais e unidades de saúde e por mais médicos.

A contratação de médicos especialmente dirigidos para atender pontos de maior vulnerabilidade do sistema, em unidades básicas e por um tempo determinado, sejam eles, preferencialmente, brasileiros e, complementarmente, estrangeiros, é para solucionar uma parte dos desafios da estruturação de um sistema público de saúde que está em curso. A medida é parte necessária deste caminho, mas, por óbvio, muitas outras ações estão sendo feitas e muitas outras há por fazer.

Do valor total de R$ 15 bilhões previsto no Pacto pela Saúde, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção, reforma e ampliação de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento e de 15.977 unidades básicas. Os outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação de unidades básicas e UPAs, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.

A decisão de lançar o Mais Médicos para atrair profissionais brasileiros e estrangeiros foi tomada com base na falta de profissionais no país, que tem apenas 1,8 médico para cada mil habitantes. Este número é inferior ao de países vizinhos como Argentina (3,2) e Uruguai (3,7) e dos que têm sistemas de saúde universais, como a Inglaterra (2,7).

Somamos à falta de profissionais o problema da distribuição desses médicos. Vinte e dois Estados estão abaixo da média nacional, sendo que cinco têm menos de um médico para cada grupo de mil habitantes.

Em 1,9 mil cidades, a proporção é de menos de um médico para cada 3 mil pessoas, e outras 700 não têm sequer um médico permanente.

Alguns países já utilizam estratégias para atração de médicos de outras nações. Na Austrália, 30% dos médicos são estrangeiros, no Reino Unido, 27%, nos Estados Unidos, 25%, e no Canadá, 24,3% dos médicos são de fora. Neste último país, o número sobe para 66% nas áreas com dificuldade de provimento. No Brasil, são menos de 2%.

É preciso investir cada vez mais em estrutura para que a saúde seja cada vez melhor. E isso o governo brasileiro está fazendo. Também é preciso investir cada vez mais na formação de médicos. E as políticas públicas estão construindo esse caminho, através da criação de novas universidades e da ampliação das vagas de graduação em medicina. Entre as medidas do Mais Médicos, está a expansão de 12 mil vagas em residência médica e ampliação de 11.447 vagas em graduação até 2017.

Como vice-líder do governo e como médico, vou trabalhar para evitar a partidarização e a ideologização do debate em relação a uma política pública que é essencial. Muito já andamos. Graças à evolução da ciência, a dedicação dos profissionais de saúde, a participação da sociedade nos conselhos e a estruturação do SUS, conquistamos muitos avanços, como a redução da mortalidade infantil de 29 óbitos infantis por mil nascimentos em 2000 para 15 óbitos por mil nascimentos em 2010.

Agora, precisamos de um ambiente de harmonia para continuar melhorando o SUS e o atendimento da população no país, que é o fundamental.

Artigo originalmente publicado no jornal Zero Hora, em 23/10/2013


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Obras atrasadas atrapalham administração



Além da dura crise que vem afetando as administrações públicas no estado, no país e no mundo – assunto que abordei na edição anterior de O Herval –, a administração municipal também foi castigada pelo atraso na entrega de duas importantes obras, previstas para o início de 2013: a creche do programa Pró-Infância e as 22 casas populares do programa Minha Casa, Minha Vida. Claro que oposicionistas e pessoas mal informadas ou mal intencionadas trataram de dar a esses episódios uma dimensão maior e bastante distorcida, porém o problema é real e atinge não apenas os beneficiários de tais obras, mas a própria administração.

Tudo que não é sólido já está se desmanchando no ar, mesmo assim é preciso deixar claro que as obras não atrasaram pela falta de ação, fiscalização ou vontade política da prefeitura. Entre tantas asneiras, chegou se comentar que depois da eleição as obras em questão desaceleraram porque deixaram de ser prioritárias e que a entrega de ambas dependeria unicamente da gestão municipal. Como disse, somente mentes desinformadas ou muito mal intencionadas para espalhar isso. Qual administrador não gosta de entregar investimentos para a comunidade, ainda mais em se tratando de obras em fase final de conclusão e cujos recursos se encontravam disponíveis? Isso seria não apenas desperdício de dinheiro público, mas um tremendo desgaste pessoal e administrativo, além de uma baita estupidez em termos políticos.

No caso da creche, a obra foi paralisada porque, falando em linguagem simples e direta, a empresa responsável pela sua execução (Construtora Espíndola) entrou em situação falimentar e alegou impossibilidade de concluir a construção, mesmo ela estando praticamente pronta. E como se trata de obra pública, a prefeitura não poderia assumir a responsabilidade pelo término da mesma, sem antes adotar os devidos procedimentos jurídicos, técnicos e administrativos, o que sempre consome tempo e suscita comentários maldosos. Cabe lembrar que Herval não se constitui em caso isolado, uma vez que as obras de construção de creches, tocadas pela mesma empresa, também foram paralisadas em outros municípios da região, como São Lourenço do Sul e Jaguarão.

A situação das 22 moradias populares foi semelhante, mas um pouco mais dramática. Primeiro a empresa responsável pela construção (Construtora Novitá) que, diga-se de passagem, é indicada pelo Agente Financeiro do empreendimento, e não pela prefeitura; ameaçou entregar a obra antes de concluí-la. Situação revertida depois de uma intensa e demorada pressão da administração em conjunto com o Conselho Municipal de Habitação. Depois disso, uma suposta denúncia impediu a entrega das casas que hoje se encontram concluídas, em razão da ausência do licenciamento ambiental da área onde as moradias foram construídas.

Realmente houve um equívoco na interpretação da legislação e o licenciamento não foi providenciado antes do início da obra. Um erro tanto do planejamento da prefeitura em 2010 quanto do agente financeiro e da empresa construtora, que deveriam ter se atentado para o assunto. O certo é que os problemas apontados no loteamento, alvos da suposta denúncia, não resistem a uma análise técnica séria em termos ambientais. Além disso, depois de instada pela FEPAM no final de 2012, a administração tomou todas as medidas técnicas e administrativas, a fim de regularizar a situação e aguarda pela conclusão da análise do processo para, finalmente, entregar as “casinhas” aos beneficiários. Portanto, não se trata de achar culpados nem atirar a questão no “colo” da FEPAM, mas de torcer e fazer força para superar essa pendência e partir para a construção de mais 40 moradias do Minha Casa, Minha Vida, já asseguradas no bairro Caixa D’ Água.

Sem dúvida, a prefeitura teve problemas com as duas obras expostas aqui e os prazos previstos para o término de ambas não foram cumpridos, porém tais problemas não foram criados pela gestão municipal e, por determinação do prefeito, não tem faltado esforço para superar os entraves e entregar essas obras à comunidade o mais breve possível. Aliás, só não enfrenta problemas com obras quem não as realiza; como foi o caso do passado recente do município, onde a inércia e o faz de conta eram as principais marcas e realizações do governo.

O fato é que o governo atual é, ao mesmo tempo, um governo de resultados e sério, que não faz as coisas na base do jeitinho nem foge das suas responsabilidades. Outro fato é que o prefeito Ildo Sallaberry, que antes de assumir a prefeitura já era consagrado como homem correto e de ação, hoje é reconhecido como grande liderança política da região. Isto é, o comandante maior do município não é nenhum aventureiro, tendo um nome a zelar e uma enormidade de feitos à frente do Paço Municipal. Somente esse dado já ajuda esclarecer muita coisa, pois alguém com uma biografia e um perfil desses quer é fazer mais, e não ficar amarrado em uma só obra ou ser alvo daqueles que falam muito e sempre fizeram tão pouco por nossa terra. Portanto, obra atrasada não interessa a ninguém de bom senso. Além de deixar a população e o gestor insatisfeitos, ainda atrapalha o desempenho e as metas da administração.


Momento poético




Nem só de pão viverá o homem




Orgulho de ser hervalense e de ir atrás das coisas boas


Leopoldo e Tatiele, Tatiele e Leopoldo representando a terrinha e prestando muita atenção na sessão de autógrafos do livro Seis Segundos de Atenção, do intergalático Humberto Gessinger, realizada recentemente em SATOLEP.




sábado, 19 de outubro de 2013

Só vendo!!!


Hoje é dia de estreia no blog do Toninho, e uma estreia um tanto inusitada. Quem não tem o hábito de vasculhar o guarda-roupa de tempos em tempos, buscando eliminar o que não serve mais (serve não apenas no sentido de deixar de caber no corpo, mas de não caber mais em nosso gosto) e poder agregar peças novas?

Pois é, me incluo nesse time. No início de cada nova estação costumo dar uma geral no roupeiro. Nesses momentos tenho a chance de exercitar meu espírito caridoso e acabo passando adiante, gratuitamente, muitas roupas que não quero mais. Se bem que não é todo mundo que aceita ganhar roupa usada de presente!!!

Mas também encontro algumas peças pouco usadas, que ainda possuem valor comercial. Nesse sentido, é que tive ideia (talvez, não tão apropriada) de usar o blog para expor, na tentativa de promover sua venda, certas roupas, calçados ou acessórios que não uso mais, mas que podem cair no gosto e caber no bolso de outrem.

Com vocês, então, SÓ VENDO, um espaço para mostrar meu lado vendedor e, quiçá, fechar bons negócios...

LINDA JAQUETA DE SARJA

Cor: verde
Tamanho: GG
Preço: R$ 130,00
Condições de pagamento: a combinar






Rir é o melhor remédio




sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Música para os meu ouvidos


Poucos sabem compor e cantar o amor com tanta delicadeza e profundidade ao mesmo tempo. Sem cair no sentimentalismo raso, nas rimas sem poesia e rumo ou na dor de cotovelo. É por isso, que os gênios são eternos e sempre atuais!




Secretaria de Obras recupera pontes


A Secretaria de Obras e Mobilidade Urbana e Rural, comandada pelo vice-prefeito Bebeto, concluiu há poucos dias o trabalho de recuperação de mais duas pontes no interior do município. Uma das pontes se localiza na estrada de acesso ao assentamento Cerro Azul e a outra no Passo D’areia, na localidade do Jaguarão Chico.

Segundo Bebeto, a recuperação de pontes é uma das ações prioritárias da Secretaria. Ainda segundo ele, “temos o compromisso de garantir permanentemente aos moradores da zona rural não apenas segurança e o direito de ir e vir, mas também oferecer melhores condições para o escoamento da produção, num município que tem na agropecuária o sustentáculo e principal alavanca da nossa economia”, salientou.



 Cerro Azul antes

 Cerro Azul depois

Passo D' Areia antes

Passo D'Areia depois


Pensar é preciso

Com a política econômica sob fogo cerrado dos opositores da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014, coube ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, o contra-ataque. Contrariado com as críticas feitas por Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC), no jornal O Estado de S. Paulo de quinta-feira, 17, Mantega afirmou que a gestão tucana implantou o regime de metas de inflação, mas não cumpriu.


"Não dá para alguém que foi do governo, e teve uma inflação média de 8,77% no período dele à frente do BC, dizer que nós temos inflação alta. Ele trouxe esse sistema de metas para o Brasil, mas não cumpriu. Temos um desempenho melhor do que Arminio em matéria de inflação", afirmou Mantega.
Na entrevista concedida ontem ao jornal O Estado de S. Paulo, em Brasília, Mantega afirmou que os fundamentos macroeconômicos durante os anos do tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) eram "frágeis", que Arminio deveria ser "mais modesto" ao falar das taxas de juros reais verificadas na gestão Dilma Rousseff, e que se os tucanos estivessem à frente da economia brasileira durante a explosão da crise mundial, em 2008, o Brasil teria quebrado.
"As reservas internacionais são um dos pilares dos fundamentos da economia. Antes, elas não pagavam nem por alguns meses de importação, e hoje elas pagam um ano e meio de nossas compras externas, que também têm um volume muito maior agora. Reserva é dinheiro no bolso, e o bolso estava vazio nos anos FHC. Os fundamentos no período Arminio eram meio frágeis", disparou Mantega, segundo quem, até nas semelhanças, a gestão do PT na economia é superior. Quando questionado sobre a volta do déficit na balança comercial em 2013 depois de quase 14 anos, Mantega foi direto: "Mas nosso déficit é menor do que o deles".
Juros
Uma das críticas feitas por Arminio que mais incomodou Mantega foi centrada nas taxas de juros reais (descontada a inflação). Conselheiro do candidato tucano Aécio Neves (PSDB-MG), Arminio afirmou que os juros reais neste momento "são muito altos".
Segundo Mantega, a crítica é infundada. "Quando eles estavam no governo qual era a taxa real de juros? Chegou a ser superior a 10% ao ano. E agora ele vem dizer que as nossas estão altas? Ele precisa olhar para aquilo que ele fez. Arminio trabalhou com um dos juros mais altos do mundo. Então ele que fique mais modesto na sua posição", atacou o ministro.
Mantega também reagiu à comparação feita por Arminio entre a gestão de Dilma e a do ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979), considerado o mais estatizante e desenvolvimentista dos governos militares. "Somos parecidos porque no governo Geisel havia política de desenvolvimento, é isso? E no governo JK não tinha também? E a política econômica de Getúlio, que instituiu a substituição das importações? É fácil fazer paralelo com qualquer coisa", disse Mantega, "mas fato é que não há nenhuma semelhança com Geisel, que não investia na Petrobras, por exemplo, que é uma das principais estratégias do nosso governo".
Ele também negou qualquer impulso protecionista da política econômica conduzida por ele desde março de 2006. De acordo com Mantega, a crítica de que o Brasil está mais fechado não faz sentido, e o ministro citou a corrente de comércio (a soma das exportações com as importações) como exemplo. "Passamos de um volume de US$ 100 bilhões em 2002 para cerca de US$ 500 bilhões na atualidade. Isso é fechamento de mercado? O movimento de comércio exterior ficou estagnado na época em que o Arminio era presidente do Banco Central", disse.
O ministro afirmou que o tripé macroeconômico, alvo de ataque dos tucanos e de Marina Silva (PSB), não foi abandonado. Segundo Mantega, a política fiscal continua sólida, a inflação está sempre abaixo do limite da meta, e a taxa de câmbio continua flutuante. "Houve períodos de exageros do mercado, e nós não permitimos a repetição do equívoco que foi feito no período de Arminio, quando o câmbio se valorizava violentamente. Se teve período que houve valorização artificial, forçada, foi no período FHC, e foi o mercado que obrigou o governo a tornar o câmbio flutuante. A flutuação do câmbio veio na marra; Conosco ela ocorre por decisão nossa", disse Mantega.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo e a matéria foi extraída de: 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Música para os meus ouvidos


A composição de Basílio Conceição dói, às vezes fere, liberta feras interiores ou interioranas, mas sempre adoça o coração...




Rir é o melhor remédio



O CRAS/ Assistência Social está com inscrições abertas para os Cursos Pronatec/SENAC


Todos os cursos são totalmente gratuitos e com certificados de qualidade do SENAC 


GARÇOM

Carga Horária: 200 H

Vagas: 25
Turno: noite
Idade Mínima: 15 anos
Escolaridade Mínima: Ens. Fundamental Completo 


CUIDADOR INFANTIL


Carga Horária: 180 H
Vagas: 23

Turno: noite
Idade Mínima: 18 anos
Escolaridade Mínima: Ens. Fundamental Completo


REQUISITOS:

Carteira de Identidade 
CPF 
Comprovante de Residência

Comprovante Escolar
Comprovante do Bolsa Família ou CADÚNICO
Conta Corrente em nome do aluno

MAIORES INFORMAÇÕES NO CRAS/ASSISTÊNCIA SOCIAL OU PELO TELEFONE 3267 1372.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Pitada filosófica




Apesar da crise, administração comemora conquistas


O ano de 2013 não vem sendo o melhor dos anos para a administração municipal, como de resto para a imensa maioria das administrações públicas país afora. E não só no Brasil. O fato, pouco alardeado pela grande mídia, é que a economia mundial, dominada pelos ditames capitalistas, atravessa sua pior crise desde a gigantesca depressão econômica iniciada em 1929, a qual culminou na Segunda Guerra Mundial. Vide a situação financeira caótica de países europeus como Itália, Grécia, Portugal, Espanha, Alemanha, etc., e dos próprios EUA, onde a crise nasceu e vem se arrastando desde 2008. Não vou discorrer aqui sobre as causas e desdobramentos da citada crise. Cito-a como pano de fundo para lembrar que a gestão local, por fazer parte do mapa econômico e administrativo global, acaba tendo seu ritmo e resultados afetados por esse cenário adverso e turbulento. Sobretudo, pela queda brutal e prolongada nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios. 

A boa notícia é que o governo brasileiro escolheu caminhar na contramão dos chamados países ricos em relação ao modo de enfrentar a crise. Enquanto por lá se repete a receita adotada anos atrás pelos governos tucanos no Brasil, com achatamento de salários, demissões de funcionários públicos e privados, redução das funções do Estado, atrelamento ao jugo do FMI, aqui, como bem lembra o governador Tarso Genro, se contratam funcionários, há concursos públicos, se dá aumento real aos salários dos trabalhadores e não faltam políticas públicas para impulsionar os empreendedores e apoiar as populações empobrecidas. Ou seja, o Brasil paga o preço por uma crise que não é sua e ainda ensina a sair dela sem prejudicar os mais pobres.

Outra boa notícia é que, ao contrário do passado recente, os hervalenses encontram na gestão municipal um exemplo de sobriedade, austeridade e zelo administrativo. É sempre mais fácil criar ilusões, jogar a culpa em outras esferas de poder ou apostar na manipulação de pessoas, situações ou números. E não falta quem sinta saudade desse tempo, principalmente os que se beneficiavam escancarada e imoralmente com ele. No entanto, a administração municipal, sob a batuta firme e afinada do prefeito Ildo, segue contrariando a tradição política e administrativa do município, colocando os interesses de Herval acima de qualquer interesse e buscando realizações e conquistas para todos, sem nunca dar o passo maior que a perna, fugir da raia nem afundar num mar de lamentações.

Enquanto os oportunistas de plantão e as vozes do atraso não cansam de alardear a desesperança e espalhar meias verdades (quando não a mentira nua e crua), o comando do governo local segue trabalhando às claras e sem segundas intenções, com todas as cartas na mesa, mesmo correndo o risco de perder pontos em termos do jogo político. Enquanto os vendedores de ilusões cobram o que eles mesmos nunca fizeram e o compromisso com a coisa pública que nunca tiveram, a administração hervalense segue sonhando alto, sem perder o rumo e a noção de onde pisa.

2013 se aproxima do fim. Um ano difícil, que poderia ter sido pior, não fossem as parcerias com as administrações do estado e da União, a ousadia e os pés no chão do governo do prefeito Ildo Sallaberry. Parcerias, ousadia e pés no chão que garantiram, entre outros feitos, mais uma van para a saúde, mais um micro-ônibus para a educação, a chegada de mais máquinas através do PAC, a implantação do piso do magistério, a realização da 1.ª Feira do Peixe Vivo, a reformulação e ampliação do convênio com o hospital, a recuperação de pontes e vários quilômetros de estradas, a inauguração da Sala do Empreendedor, a abertura do Portal da Transparência no website da prefeitura, a entrega de um veículo para impulsionar a melhoria genética do nosso gado leiteiro e de corte, a compra do casarão histórico que deverá abrigar e ampliar o espaço das Secretarias de Educação e Cultura. Vem muito mais por aí! E que o próximo ano nos traga dias melhores!


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Altas conexões



Música para os meus ouvidos

Boa música sempre vale a pena, ainda que se chame NÃO VALE A PENA. Principalmente quando interpretada por uma grande estrela, filha da estrela maior da nossa boa música brasileira...




terça-feira, 1 de outubro de 2013

Momento poético


A Tua Voz de Primavera


Manto de seda azul, o céu reflete 
Quanta alegria na minha alma vai! 
Tenho os meus lábios úmidos: tomai 
A flor e o mel que a vida nos promete! 

Sinfonia de luz meu corpo não repete 
O ritmo e a cor dum mesmo desejo... olhai! 
Iguala o sol que sempre às ondas cai, 
Sem que a visão dos poentes se complete! 

Meus pequeninos seios cor-de-rosa, 
Se os roça ou prende a tua mão nervosa, 
Têm a firmeza elástica dos gamos... 

Para os teus beijos, sensual, flori! 
E amendoeira em flor, só ofereço os ramos, 
Só me exalto e sou linda para ti! 

Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"

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