O Blog busca retratar coisas da vida interiorana e do meu interior, numa abordagem que mistura reflexão, notícias, riso, poesia, musicalidade, transcedentalidade e outras cositas más. Tudo feito com produções próprias, mas também com a reprodução do pensar ou do sentir dos grandes gênios que o país e a humanidade pariram.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pitada filosófica

“Pitada filosófica” de hoje nos trás a narração de um texto atribuído a William Shakespeare. Não sei afirmar se a autoria de tais escritos pertence ou não a Shakespeare.
Sei apenas que essas palavras tocaram fundo em mim. Espero que elas toquem fundo em vocês também.


Câmara repudia violência policial



Por iniciativa do vereador João Batista Sais, a Câmara Municipal encaminha ao comando Regional da Brigada Militar, Moção de Repúdio em razão de atitudes truculentas que tem caracterizado a atuação de alguns policias militares no âmbito do município. A Moção recebeu o apoio dos vereadores Daniel Xavier, Paulo César Martins Carvalho, Solange Tavares, Jackson Xavier e Claudiomor Inhaia.
Segundo o documento, são inúmeros os casos de abuso de autoridade policial, sendo que muitos deles já mereceram a indignação ou mesmo a manifestação de vereadores na tribuna desta Casa Legislativa, fato este que além de suscitar mal entendidos, gerou uma interpretação errônea junto à corporação de que este Poder estaria censurando a atuação da BM.
O fato é que esta Casa sempre condenou e continuará a condenar os excessos. É inadmissível que policiais mal preparados ou mal intencionados, continuem manchando a reputação de uma instituição tão briosa quanto a Brigada Militar, sem sofrer nenhum tipo de reprimenda ou punição por parte de seus superiores hierárquicos.
Da mesma forma, os cidadãos de bem deste município não podem permanecer sendo vitimados por ações truculentas e ilegais, praticadas por sujeitos que se escondem atrás de uma farda para agir criminosa e covardemente, ao invés de praticar ações afirmativas da segurança pública e dos direitos humanos.
Por isso apresentamos a presente Moção de Repúdio ao Comando Regional da Brigada Militar, de modo a deixar clara a posição desta Casa favorável às ações que buscam fortalecer a segurança pública e, ao mesmo tempo, contrária a violação dos direitos humanos, especialmente a praticada pelos órgãos que deveriam zelar pela sua defesa.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Momento poético



O BICHO
(Manuel Bandeira)

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Música para os meus ouvidos

Convido todas e todos a curtir esta música que “roubei’” do Vitor Ramil para reproduzir aqui e agora.
“Longe de você” me soa linda e parece penetrar minha mente, num misto de lonjura e lindeza que só os gênios como Ramil são capazes de poetar e interpretar!


Até a pé nós iremos...




O que era para ser uma bomba com a pretensa conquista da "América", virou um simples traque, com a vitória suadíssima no gauchão. Quem diria, o Inter que deu às costas para o campeonato gaúcho, agora festeja esse título como se ele fosse uma conquista épica.
Pois é, o time do milhão teve que se contentar e suar muito para vencer o gauchão! O Grêmio teria motivos mil para comemorar esse título, pois além de acreditar no gauchão, o meu pobre Grêmio tem lá suas limitações. Mas os esnobes colorados festejarem tanto essa taça, eu não entendo! Talvez seja porque eles, que só pensam em ganhar, sabem que esta pode ter sido a primeira e a única taça de 2011.
Nós tricolores continuaremos com o Grêmio onde o Grêmio estiver. Vivemos de Grêmio e não da obsessão cega e surda por títulos. Tratamos o futebol com amor, e não como mercado especulativo que trata o futebol como mera mercadoria, no qual o que mais vale é a empáfia ou o desdém, para depois comprar!!!
Desta vez não deu para o Grêmio, mas ainda bem que acima do futebol da guaiaca cheia e a alma vazia, existe os mazembes e peñaróis da vida, que praticam futebol patrocinados pelos Deuses do futebol, e não por devoção ao deus da ganância desenfreada, mesmo que isso signifique vender a alma ao deus dos negócios feitos em nome do futebol!!!!!!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Olhares indiscretos...



O dia de hoje é dedicado a celebrar a “abolição da escravatura” no Brasil.
Este 13 de maio, marca também os quatro anos de lançamento de Um Lugar ao Sul: olhares indiscretos sobre o Herval, livro de minha lavra.
Menciono este fato não para ensejar qualquer tipo de comemoração, mas muito mais para reiterar agradecimentos a todos e todas que ajudaram a partejar esta minha cria. Uma cria que, segundo a crítica especializada (risos!!!), veio ao mundo “linda e sã de lombo”.
No entanto, poucos sabem o quanto me doeu este parto. E aqui falo não apenas dos custos para bancar uma publicação deste tipo. Falo, sobretudo, na caminhada repleta de obstáculos que precisei percorrer até alforriar a pena brotada do meu pensamento, extravasando-a num livro.
Neste dia, gostaria de congratular-me com nossos irmãos negros e negras, que seguem a justa briga por dias melhores, sem perder o rebolado e sorriso de quem sabe “que tudo vale a pena, se a alma não é pequena”.
Neste dia, gostaria também de me exibir um pouco, reproduzindo neste espaço as palavras escritas pelo meu amigo Chiquinho que foram publicadas no livro que lancei há quatro anos...


O Toninho não poderá ser acusado do grave defeito, na fala e na escrita, por utilizar “um estilo demasiado florido e demasiado suave se, além disto, ele nada significa e não pode produzir nenhum efeito além do som das palavras”.
Em seu livro, o Toninho procura o leitor e se alonga em ideias, sentimentos, cheiros, maciez e rugosidade, paladar, fala e silêncio, audição e paisagens. Por isso, de algum modo, todos encontrarão o modo próprio de seu encontro e desencontro com a sua “indiscrição”.
Ele, porém, não pede a concordância do leitor. Expõe-se. O leitor se sentirá puxado por muitas janelas abertas pelo seu texto. Mas o Toninho não pretende aprisionar ninguém no interior do seu discurso.
Se o Toninho persegue a emergência da sua consciência, o faz no contra-curso das águas, em tempos adversos e diversos, rumo ao seu nascedouro. Seu texto não pede gélido distanciamento, ele o construiu nas correntezas das percepções e do espírito.
Abre a porta de sua casa, de seu partido (bastante partido), de sua cidade, da sua educação, de seus gostos, transforma o bastidor em palco, a face em máscara. Mas a indiscrição do olhar, só pode ser entendida com a discrição dos demais sentidos que se insinuam fortes e suaves.
A exposição de si é sempre de algum modo a exposição também do outro. Mas o fim visado não é o ridículo do outro. O livro provoca, apela ao diálogo único meio de impedir o império do eu.

A palavra é gente




Com a colaboração da amiga professora Gládis Soares, trago a lume essa pena brotada da sabedoria popular.
Brigaduuuu “sora” Gládis e a todos uma saborosa leitura...

“Calma e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”.

“Ou troteia ou sai da estrada”.

“Boi solto se lambe melhor”.

“No andar da carreta as abóboras se acomodam”.

“Mais gordo e mais topetudo do que um mate de barão”.

‘Mais folgado que rabicho em petiço”.

Licença poética



Peço licença novamente para trazer à tona novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser...

Tempo não é uma gaveta de fácil abertura que serve para separar saberes, deveres e sentimentos, deixando este último correta e convenientemente guardado.
O tempo é muito mais uma tela às vezes alva, às vezes turva, às vezes plana, às vezes curva; que num momento nos eleva e noutro nos encurva; que numa hora nos move e noutra nos suga.
Tempo é alguém que nos chega como presente ou algo que nos arrebata como assalto. O tempo pode ser um novelo, uma novela ou uma nuvem negra ou passageira. Ou isso tudo ao mesmo tempo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Música para os meus ouvidos

Música para os meus ouvidos de hoje nos trás uma canção que eu adoro, e que dispensa maiores delongas, de tão sensacional e agradável aos ouvidos que ela é...

Pitada filosófica



Para abrilhantar a nossa “pitada filosófica” de hoje, trago algumas pitadas do pensamento do inolvidável Paulo Freire.
Creio que Freire dispensa maiores apresentações e comentários. Primeiro porque ele é conhecido e reconhecido como um dos maiores educadores (para mim o maior depois do Cristo) de todos os tempos. Segundo porque de tão vigoroso, profundo e elevado, o pensamento freiriano fala e bilha por si mesmo.
Mais do que simplesmente criar um método educativo, a obra e o testemunho de Paulo Freire representaram a construção de uma nova concepção de conhecimento, que ao colocar o ser humano como começo, meio e fim do processo educativo, pode e precisa ser reconstruída permanentemente.
Fiquemos e aprendamos um pouco com essa breve "pitada" de Freire...

“Não há vida sem correção, sem retificação”.

“Mudar é difícil, mas é possível”.

“Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão”.

“Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade”.

“A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.

“A humildade exprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém”.

"A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exige permanente busca. Busca permanente que só existe no ato responsável de quem a faz. Ninguém tem liberdade para ser livre: pelo contrário, luta por ela precisamente porque não a tem. Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho, as pessoas se libertam em comunhão."

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”

“O amor é uma intercomunicação íntima de duas consciências que se respeitam. Cada um tem o outro como sujeito de seu amor. Não se trata de apropriar-se do outro.”

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Momento poético



SAUDADE É SOLIDÃO ACOMPANHADA
Pablo Neruda

Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

Rolim para pensar e sentir...



Nutro admiração e respeito profundos pelo pensamento de Marcos Rolim. Rolim, para mim, é uma dessas figuras incomuns, das quais é possível discordar, mas jamais desrespeitar.
Por isso, volta e meia reproduzo alguns de seus escritos aqui, de modo a iluminar meus passos e pensares, assim como embasar inúmeras coisas, muitas das quais acredito e compactuo, entre elas: de que é possível aliar espírito crítico com qualidade literária e rigor ético; de que é possível aliar crítica e auto-crítica; de que também é possível conciliar inteligência com humildade; de que um mundo mais humano é possível e urgente, e isso não se faz dividindo as pessoas entre iluminados e condenados a viver eterna e amargamente nas sombras da exclusão.
Com vocês, então, um pouco mais do brilhantismo e da radicalidade humana na qual se situa o grande Marcos Rolim:


SEM LIMITES


“Sem Limites” (Limitless) é um filme muito ruim. A história envolve um escritor fracassado que passa a se drogar com uma “pílula” ilegal, adquirindo condições excepcionais de inteligência e capacidade física. O sujeito, então, sem esforço, se transforma em um “vencedor”.
Fica milionário, seduz as mulheres e entra, triunfalmente, na política. O argumento sustenta o mito de que “usamos apenas 20% das capacidades de nosso cérebro”. A nova droga permitiria o uso de 100% da capacidade cerebral (a propósito: cientistas como James Kakalios afirmam que usamos 100% de nosso cérebro em diferentes momentos e que se 100% de nossos neurônios fossem “ligados” simultaneamente todo o oxigênio disponível seria consumido e o indivíduo provavelmente morreria). Bobagens à parte, “Sem Limites” é um filme de inspiração fascista que renova a noção de “seres superiores” – capazes de derrotar impiedosamente a todos em um mundo avesso à solidariedade - e que vincula a promessa de uma “super-humanidade” à indústria farmacêutica. Claro, a droga é perigosa e pode matar; mas o protagonista sabe o que faz e termina encontrando a “dose certa”, garantindo suprimento para o resto da vida. Em síntese: se o tráfico de drogas estivesse na bolsa, suas ações teriam aumentado muito depois deste filme.

Uma rápida menção em uma palestra na UFRGS, sugerindo política mais tolerante com relação à maconha, rendeu ao governador Tarso Genro críticas contundentes. Reinaldo Azevedo (da “Veja”, claro) chegou a sugerir sua cassação. Silvio Holderbaum escreveu em ZH artigo com o criativo título (especialmente para um publicitário) “Em boca fechada não entra mosca”, criticando o governador, entre outras coisas, por ter se referido ao seu tempo de luta clandestina. Para o articulista, isto seria “um modo sutil de dizer que vivia fora da lei”, concluindo: “ou será que traficantes, assassinos e outros fora da lei também não vivem na clandestinidade?” Uau! Tarso Genro se referiu à luta clandestina contra a ditadura militar. Uma época onde a “legalidade” era ilegal, fonte de usurpação perpetrada por golpe de Estado. Uma “legalidade” contra as eleições diretas, contra a liberdade de expressão e contra as garantias individuais. Bem, é claro que as pessoas têm o direito de usar apenas 20% de sua capacidade cerebral, mas chama a atenção o que há de desproporcional nas críticas. Observe-se: o governador não defendeu a legalização da maconha. Afirmou que uma política de drogas não deve tratar a maconha da mesma forma como a heroína ou o crack. Posição que, aliás, é política pública em quase toda a Europa Ocidental e, mais recentemente, mesmo em alguns países sul-americanos. Detalhe: quem defende a discriminalização da maconha é o ex-presidente Fernando Henrique. Ao lado dos também ex-presidentes César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México), FHC tem afirmado que, para além dos eventuais malefícios à saúde, é preciso repensar a política criminal por conta dos efeitos muito mais perversos do proibicionismo. A começar pelo tráfico, claro. Posição com a qual estou de pleno acordo. Mas Fernando Henrique não foi, não é e não será criticado por conta desta posição. Todos sabemos a razão. A escolha de Tarso pelos críticos, assim, diz muito mais sobre eles do que sobre o governador.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Música para os meus ouvidos

O amigo Fabricio Neumann me sugere reproduzir neste nosso cantinho do “mundão virtual”, o magnífico "Romance do João Guerreiro", da autoria de Lisandro Amaral e interpretada por Roberto Luçardo.
À este querido amigo a minha gratidão e a todos vocês esta música de tirar o chapéu e desatar os nós do coração...


A palavra é gente



Atendendo ao pedido feito por mim através deste espaço, a Confraria dos Poetas de Jaguarão me remeteu um dito popular, de modo a contribuir com a tarefa de manter viva e (in) fluente a “língua do povo”.
Reproduzo tal missiva na íntegra, então, e agradeço imensamente esta magnífica colaboração:


Toninho, aqui na fronteira temos um ditado com bastante influência do castelhano:

"Mais curto que carnaval em Dragón."

Dragón é um pequeno povoado que fica a uns 40 km de Jaguarão, adentrando pelo Uruguay rumo a Treinta y Tres.


Abraço,


Confraria dos Poetas de Jaguarão

terça-feira, 3 de maio de 2011

Direção da Câmara em busca de mais oportunidades e melhor infra-estrutura



Ainda durante a viagem a capital gaúcha, eu e o vereador Claudiomor Inhaia, promovemos visita de trabalho ao gabinete da deputada líder do governo na AL/RS, Miriam Marroni. Na ocasião, fomos recebidos pelo chefe de gabinete da parlamentar petista, Sr. Luciano Lima.
O encontro teve como objetivo encaminhar às solicitações de apoio as demandas de informações relativas a programas governamentais voltados a oferecer oportunidade de emprego a jovens trabalhadores, bem como no pleito de inclusão no cronograma de obras da administração do estado do RS, do asfaltamento da RS 608, no trecho que liga os municípios de Herval e Pedras Altas.
Em relação à primeira demanda argumentamos que “a escassez de oportunidades, sobretudo de emprego, é um dos maiores e mais difíceis desafios colocados ao município de Herval. Neste sentido, dirigimo-nos a este mandato em busca de informações sobre programas e ações dos governos Federal e Estadual possíveis de serem implementados no âmbito do município, a partir da devida iniciativa de habilitação por parte da gestão municipal, relativos à inclusão social, à formação e qualificação e ao ingresso no mercado de trabalho pelos jovens hervalenses”.
No tocante à segunda solicitação, ressaltamos a importância da pretendida ligação asfáltica para o desenvolvimento de ambos os municípios, especialmente o município de Herval. Isto porque, no nosso entendimento, o município acima citado não consegue se inserir mais ativamente no contexto econômico e social da nossa região, não necessariamente pela sua localização geográfica, mas pela situação de “isolamento” no qual se encontra atualmente, causada justamente pela falta da ligação asfáltica em questão.
Ou seja, Herval atualmente não conduz a lugar nenhum, só se desloca a este município quem precisa efetivamente vir até aqui, e o asfaltamento da RS 608, no mencionado trecho, permitiria que ele se transformasse num corredor alternativo, capaz encurtar as distâncias que separam os municípios da fronteira oeste do porto de Rio Grande. Nesse sentido, concluímos que a realização de tal obra, certamente, aumentaria imensamente o potencial de desenvolvimento da terra hervalense.

Relatório Azul poderá ser lançado em Herval



Na condição de Diretor da Câmara Municipal, este que vos escreve juntamente com o presidente da Casa, vereador Claudio Inhaia, solicitamos ao deputado presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da AL/RS, Sr. Miki Breier, a realização de evento para promover o lançamento do Relatório Azul em solo hervalense.
Tal solicitação foi feita no último dia 27/4, como parte da agenda de trabalho cumprida por nós em Porto Alegre e, em nome do presidente, o coordenador da Comissão do Legislativo gaúcho acima mencionada, prometeu que o pedido deverá ser atendido, possivelmente ainda no primeiro semestre deste ano.
O Relatório Azul é uma publicação extraordinária, editada anualmente pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da AL/RS, tendo como tema as garantias e violações dos direitos humanos.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

"A espera pro pobre é espora"...

Circula na grande rede um vídeo que expõe as condições de trabalho degradentes vivida pelos servidores e servidoras da prefeitura de Pelotas.
Meus cumprimentos ao presidente do SIMP, o nosso querido Duglas Bessa pela iniciativa, e uma ótima luta a todos e todas funcionári@s públic@s da princesa do sul.
Lembrando que este povo, e quem trabalha em qualquer local ou atividade, é gente antes de ser um mero funcionário, e mais do que constatar o óbvio, digo que é bom que nunca nos esqueçamos disso...

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