quarta-feira, 20 de julho de 2016

Licença poética


Peço licença novamente para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Tirei a lua para dançar e invadi a madrugada arrastando o pé. No meio dessa dança toda, não podia deixar de arrastar a asa para ti.

Quando dei por conta, o sol enciumado já estava batendo na minha cara, e eu, confortavelmente estendido na cama e aconchegado nos teus braços.

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