segunda-feira, 27 de junho de 2016

Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Quando te encontrar, vou beijar tuas mãos, teus pés. Escalar teus sonhos, subir pelas paredes do teu coração. Auscultar teus sentimentos, curar tuas feridas, prender tuas feras, dançar ao som da tua voz.

Solicitar teu autógrafo, te aplaudir de pé só porque existes. Ajoelhar diante de ti, pedir perdão pela minha pequenez e agradecer pela tua grandeza.

Fazer muitos gracejos para provocar teu riso, mergulhar no rio da tua graça. Acariciar tua pele mais macia que maçã, amanhecer admirando teu rosto mais amável que mil mulheres amamentando, farejar teu hálito mais agradável que cheiro de hortelã.

Perder-te de vista é meu pior castigo, estar na tua presença é um prêmio para qualquer ser vivo!

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