segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Bela sem ser exibida. Formosa sem ser frágil. Meiga sem ser melosa. Carinhosa sem ser grudenta. Presente sem ser intrometida. Feminina sem ser só um rabo de saia.

Acaso seria uma deusa? Uma entidade superior?

Até pode ser, porém pérola que abrilhanta meus dias seria o mais palpável e certo.


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