sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Licença poética



Peço licença novamente para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...



Não sou fácil, não sou fraco, não sou fake.
Sou fogo, sou fel, sou figada, sou gente.
Sou cara de cara limpa, de alma liberta.
Sou peixe fisgado pelo mel da tua boca.
Sou ave que se refaz em pleno voo,
verso que abre as asas e sempre despenca no teu colo.

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