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Os números do desinvestimento em saúde

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Art. 196 da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988: A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Não obstante as disposições da carta magna, o Rio Grande e outros tantos entes federados têm feito os investimentos da saúde crescerem como cola de cavalo, pra baixo. Lamentável, inexplicável e desumano!!!

Resolução Comitê Municipal de enfrentamento à gripe

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Versos para os olhos

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Compartilho com vocês uns versos da professora Gládis Soares, a quem nutro uma profunda admiração. Olhos azuis de um tom profundo Não há no mundo, maior ternura Olhar divino do Senhor na Cruz Olhar de Jesus por toda a Criatura. Olhos pretos cheios de paixão Falam ao coração de um jeito quente Olhar de amor, olhar fulminante Súplica constante e de amor ardente. Olhos verdes da cor da Natureza De tanta beleza, da cor deste Pampa Olhar que estampa pureza e magia Olhar de alegria, onde a paixão acampa. Olhos castanhos, gene dominante Olhar constante de amor e paz Promessa de futuro e de aconchego De eterno sossego que nos satisfaz. Olhos da minha mãe, esverdeados, profundos Olhando o mundo, com trabalho e coragem Ao fim de sua vida, seu olhar com tristeza Humilde beleza, deixando a mensagem.

Feliz ano novo?

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Trago à luz pública uns versos do poeta hervalense Igor Borges, como forma de apreciar o que é nosso e também desvelar a alma desta terra sulina. Foi dormir o louco? Eu ainda não o vi! Tão famoso na cidade, normal vê-lo por aí. Será que cresceu e esqueceu-se daqui. Ou será que ganhou o mundo numa bicicleta Que nunca vi. Pois é, o louco é famoso e louco de engraçado. Ver o louco leproso correr e cair. É uma cindro-me de DAL que miro nesse fim onde nasci. Lá a rua pechava no mato e o mato se perdia em ti. Lá brincavam pássaros gatos cobras e os loucos que cresceram ali. Era da cultura comer pitanga, brincar de matar na sanga, Escrever na terra e até sorrir. Era da cultura ver Dalmiro correr de carro: Com uma direção de vento nas mãos E uma descarga de carro na boca babada de cão. Era da cultura usar roupa branca, Comer lentilha e partilhar o pão. E o era também, ver Dalmiro que ainda não vi. Mas lembro dele em tantos Dalmiros, Que insistem em proliferar-se por aqui. Era poético ver o lo...

"Memórias de minha vida inventada..."

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Reproduzo neste espaço - como forma de matar a saudade (se é que a saudade se mata, como dizia o poeta) -, algumas palavras íntimas e profundas como o oceano que me foram enviadas pelo "sor Osmar" em novembro de 2008. De longe te saúdo. Aproveito para te enviar as "Memórias de minha vida inventada..." Quando o sol acendeu a manhã, eu ja folhava as páginas desengonsadas do corpo num banho sem pressa. Não vi como as coisas espumantes envolviam-me, pensativo que estava. Derrepente (inventei esta grafia) uma sanga de lembranças roço-me as pernas. Um cheiro de mato invadiu minha alma coroca. O gelo daquela água da sanga despertou um saudosismo particular, único, meu apenas. Ouvi nitidamente o grito das meninas na barranca arrancando os trapos e pulando pra dentro da água e aproveitando minhas memórias. Estas primas apagaram-se na distância como a fumaça que a gente vê ao longe. Como podem ter partido se nao as vi sair da memória? Não deram tchau. É por isso esta melancol...

Boa viagem Jota Vilmar...

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“A morte não manda aviso/ E chega sempre certeira/Não perde pulo a traiçoeira/ No seu ataque preciso , já avisava o grande Jayme Caetano Braun. Pois os trabalhadores em saúde de Herval e os funcionários públicos municipais de um modo geral, foram surpreendidos ontem (28/5), pelo súbito falecimento do extraordinário José Vilmar Correa Costa ou Maragato ou Jota Vilmar, como eu preferia nomeá-lo. Motorista, grande profissional, sempre a postos, não medindo horário, esforços nem distâncias na sua tarefa generosa de colaborar para aliviar a dor da doença ou mesmo salvar vidas alheias... Ser humano magnífico, sempre prestativo e atencioso com todos. Se o pagamento da diária de viagem atrasava, não tinha importância, o “Jota Vilmar” continuava ali, firme, com o mesmo empenho e dedicação ao trabalho que sempre teve... Se a Secretaria não dispunha de veículo com o fim de trazer um doente para atendimento no Posto de Saúde, lá ia o Jota Vilmar sem fazer alarde, na cidade ou no campo, a bordo do ...

Rolim é o cara!!!

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Reproduzo a seguir a magnífica e apropriada reflexão do sempre magnífico e apropriado Marcos Rolim. Ando de mal com as palavras, também por isso, faço minhas as palavras dele. Com vocês, Marcos Rolim: LIVRAI-NOS 13 de março de 2009 Marcos Rolim Jornalista Simone de Beauvoir foi uma mulher fascinante e nos legou belas reflexões. Nem por isso, deixou de escrever bobagens. A mais conhecida, talvez, seja sua frase: “A verdade é una, o erro é múltiplo; não por acaso a direita professa o pluralismo” (“O Pensamento de Direita, hoje”, Paz e Terra, 1972, 112 pág.). A afirmação seria apenas uma infelicidade, não tivesse sido, antes, a ameaça levada à prática pelos regimes totalitários, à esquerda e à direita, traduzida em milhões de mortos. Em setembro de 1991, eu estava no salão de atos da UFRGS quando Castoriadis criticou esta passagem (quem quiser poderá ouvir as conferências promovidas pela prefeitura em http://www.caosmose.net/castoriadis/ com a tradução de Dênis Rosenfield. Os mais novo...