Capital nacional da solidariedade
Escutei um comentário num jornal televisivo há poucos dias que dizia mais ou menos o seguinte: "uma cidade não se mede por aqueles que conseguem caminhar com as próprias pernas. Uma cidade se mede pela sua capacidade de atender as necessidades básicas de quem dela depende". Não, em Herval não se vive uma igualdade plena e absoluta, até porque esse cenário não passa de quimera e jamais existiu em nenhum lugar do mundo. A questão é que a distância que separa ricos e pobres é muito menor aqui do que em várias partes do país e, mesmo os mais despossuídos de bens materiais ou oportunidades de ascensão social, não são abandonados pelo poder público nem pela sociedade de um modo geral. Em Herval, não temos moradores de rua. Em Herval, as pessoas têm o hábito de se mobilizar para arrecadar fundos quando alguém passa por algum problema de doença. Em Herval, as entidades religiosas e da sociedade civil possuem o costume de arrecadar donativos, se alguém passa por dificuldades para come...