Diferente do era, aquém do possível, melhor do que parece
Cansada de perder nas urnas, desde o ano de 2013 a oposição começou a "bagunçar o coreto" da política nacional e, no lugar da disputa legítima no campo das ideias, abriu as portas do inferno para o vale-tudo eleitoral, midiático e judiciário, o que gerou um clima de instabilidade econômica e institucional, caçada às bruxas, um festival de injustiças, destruição desenfreada de reputações, além de transformar adversários em inimigos mortais.
Mesmo com o ambiente belicoso e o "pau pegando" no País, Herval manteve-se na toada do respeito e civilidade nas relações políticas até a última corrida eleitoral, quando as forças oposicionistas, também cansadas de perder nas urnas, transformaram a disputa eleitoral num verdadeiro campo de batalhas.
Assim, no lugar de discutir a história de vida, as forças em que se apoiavam e o projeto de futuro das candidaturas apresentadas para avaliação do eleitorado, trataram de pautar o confronto pela luta dos pobres contra os ricos, da esquerda contra a direita, dos bons contra os maus, dos efetivos contra os CCs, do campo contra a cidade, numa narrativa tão pobre quanto podre e imbecilizante. Ou seja, o debate legítimo e necessário numa democracia, foi tirado de contexto e se tornou uma guerra de guerrilha na qual todos perdem, a começar pela paciência e o alto nível da disputa.
Por ser iniciante nesse universo eleitoral na posição de líder maior e diante do cenário hostil, difamatório e belicoso que fora criado pelos contrários, o então candidato Celso Silveira, acabou deixando a emoção falar mais alto que a razão. Algo compreensível, afinal de contas ninguém tem sangue de barata e nada machuca mais que ser acusado daquilo que não somos, de erros que nunca cometemos, de más intenções que jamais tivemos ou de um despreparo que a realidade há muito tempo já provou o contrário. A tentativa oposicionista de mudar o resultado das urnas na base do "tapetão" e destituir pela via judicial a Presidência do Legislativo legitimamente eleita para o primeiro ano de Legislatura, provam que não estou exagerando e que a oposição estava disposta a tudo para retomar o poder no município.
Em meio a esse imbróglio e bombardeio incessante, penso que nosso querido Celso acabou errando alguns alvos e deixando de fazer a defesa contundente do legado vitorioso que recebeu e, sobretudo, da honra das lideranças que o projetaram na política e deram a vida para elegê-lo Prefeito. Não que não exista o fogo amigo. Ele sempre existe e em ambos os lados. Assim como em ambos os lados também existem as "cadelas baias", que ora ajudam e ora atrapalham. A questão é que é preciso avaliar corretamente os acontecimentos e posicionamentos e, principalmente, a tática e movimentos do adversário, de modo a não atirar em que luta do nosso lado, imputar culpas que não existem ou julgar erroneamente alguns gestos, ditos ou silêncios no território aliado.
Mas o tempo é o senhor da verdade e tudo revela. Sorte que do lado governista, entre mortos e feridos salvaram-se todos, pelo menos os personagens que precisavam ser salvos.
Fato é que o prefeito Celso, para além do coração trabalhador e de possuir estrela, é alguém bem intencionado, cujo maior sonho e compromisso é avançar na construção de um Herval cada vez melhor. Além disso, por mais que quem joga contra tente dividir, mais do que alma aguerrida, o povo hervalense é acolhedor e de braços abertos. A imensa maioria não está interessada em projetos nem jogos baixos de poder nem ressentimentos ou vaidades pessoais, e sim que nossa terra não pare de avançar e orgulhar a todos nós.
Apesar dos gargalos históricos, da queda da atividade econômica devido aos conflitos mundiais e das mudanças climáticas e do clima adverso e quente na política nacional, sob o comando do prefeito Celso, Herval segue avançando e entregando melhorias em todos os cantos do município. Problemas, descontentes e contrários sempre irão existir. A questão é quem enfrenta os desafios e quem apenas ataca pessoas. Passado pouco mais de um ano e meio de gestão Celso e Rodrigo, digo que me sinto honrado de fazer parte da administração municipal e estou convencido que estamos em boas mãos e no rumo certo. As coisas continuaram acontecendo e a obra social é a principal obra da administração atual, sendo que não faltam exemplos desse fato!
Concordamos mais do que
discordamos, juntos podemos mais do que divididos e todos queremos a mesma
coisa que é ver Herval no lugar que ele merece e um município cada vez melhor
para cada vez mais hervalenses, em todos os cantos da Sentinela da Fronteira! Vamos
adiante e de mãos dadas, pois nossa terra merece mais resultados e menos
picuinha e o que se escuta da boca do povo é que o governo municipal por
possuir luz própria é diferente do era e apresenta um desempenho que o torna
melhor do que parece (ou do que a torcida contra esperava)!

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