Trago à tona novamente uma estória deprimente que escrevi há alguns meses. Compartilho tal estória mais uma vez e aqui, desta feita dividida em duas partes. Qualquer semelhança com lugares ou personagens da vida real é mera coincidência. Espero que apreciem, com moderação, é claro. Tenho um velho amigo mais velho que sempre conta as histórias de um caudilho político, um forasteiro ambicioso e despudorado que criou raízes nesta terra. O detalhe é que as histórias de caudilhos são sempre deprimentes, deprimentes como os próprios caudilhos. Uma história marcada por intrigas, boatarias, vilanias, apadrinhamentos, nepotismo, pilantragens, desvios, despotismos, pilhagens, faz de conta, apropriações indébitas, falsidades ideológicas, propagandas enganosas, promoções pessoais permanentes, improbidades administrativas, e por aí se vai a extensa lista de adjetivos também deprimentes... Voltando ao famigerado caudilho, conta esse amigo que ele adorava encher a cara ...