Ato político

Juremir é sempre Juremir. Uma luz sempre acesa em tempos de obscurantismo. Tábata Amaral e outros infiéis O que os partidos devem fazer? Uma coisa é “trair” por ter sido traído. Outra, ser infiel por prazer ideológico. Quando Luciana Genro e outros votaram contra a reforma da Previdência da época e acabaram expulsos do PT, o traidor era o partido. Os eleitos apenas cumpriram o contrato ideológico que tinham com a sigla. Diante da guinada partidária, os parlamentares mantiveram-se coerentes. Bem diferente é a situação de Tábata Amaral e dos que votaram, contra seus partidos, PDT e PSB, a favor da reforma da Previdência atual. Tábata entrou no PDT por livre e espontânea vontade. Sabia das ideias do partido. Beneficiou-se dos seus meios para eleger-se. Na primeira, traiu. Ciro Gomes não erra ao dizer que ela tem militância dupla. Usa o PDT como barriga de aluguel. O seu partido é o neoliberal MBL. Muito se fala na importância de ter partidos sólidos, coerentes id...