O Blog busca retratar coisas da vida interiorana e do meu interior, numa abordagem que mistura reflexão, notícias, riso, poesia, musicalidade, transcedentalidade e outras cositas más. Tudo feito com produções próprias, mas também com a reprodução do pensar ou do sentir dos grandes gênios que o país e a humanidade pariram.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Música para os meus ouvidos


Samba não é só no carnaval nem ritmo exclusivo de quem tem o pé na Mãe África. Samba, mais que paixão passageira, deveria fazer parte do nosso cardápio diário e ser mania nacional, de norte a sul, disciplinada por lei e tudo.

O samba só não pode servir para nos tirar da realidade, a ponto de nos fazer fechar os olhos para os golpistas e os golpes que a vida dá.



Momento poético



Da Inquieta Esperança
(Mario Quintana)

Bem sabes Tu, Senhor, que o bem melhor é aquele
Que não passa, talvez, de um desejo ilusório.
Nunca me dê o Céu... quero é sonhar com ele
Na inquietação feliz do Purgatório. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Cenas da vida inventada





Autorretrato


A primeira tatoo a gente nunca esquece e exibe com orgulho

Ato político



Que país insano é esse que, por ação ou omissão, permitimos que fosse gestado e siga crescendo mais que erva daninha?

Nunca esqueçamos que Hitler e o nazismo ganharam vida e corpo não num país de bárbaros, mas na rica e civilizada Alemanha.

Aqueles que mentem para se proteger das supostas mentiras do mundo, se tornam tão mentirosos quanto os mentirosos dos quais dizem se defender. Aqueles que matam ou fazem apologia à morte com a desculpa de livrar a pobre e boa humanidade dos assassinos, se tornam igualmente assassinos.

Acorda Brasil, antes que não seja mais possível acordar dessa cegueira coletiva que nos assola.


Como mentiras sobre a morte de Marisa buscam evitar empatia com Lula, por Leonardo Sakamoto

”O objetivo, neste momento, é não deixar gerar compaixão com Lula.”
A avaliação veio de um profissional que trabalha com construção e desconstrução de reputação via redes sociais. Em condição de anonimato, ele me explicou que é esse o objetivo de boatos que estão circulando na rede por conta da morte de Marisa Letícia, esposa do ex-presidente.
Um dos boatos afirma que o velório seria realizado de caixão fechado porque tudo isso era uma encenação para forjar sua morte e possibilitar a fuga para o exterior a fim de escapar de ser julgada e presa como consequência da Operação Lava Jato. Outras mensagens exigiam que as Forças Armadas obrigassem a realização de teste de DNA no corpo.
Não importa a foto abaixo. Não importa que políticos ligados a Lula ou adversários políticos fizeram visitas no hospital antes de ser declarado o óbito. Não importa que o Sírio-Libanês seja uma instituição com uma reputação a zelar (chegando a demitir uma de suas médicas por vazar informações confidenciais sobre a entrada de Marisa no hospital) e não toparia essa encenação. Não importa a multidão que compareceu ao velório realizado em caixão aberto em São Bernardo do Campo. Não importa os jornalistas que estavam lá para cobrir e noticiar e a profusão de fotos e de vídeos circulando.
Se a loucura faz sentido para um grupo de pessoas que odeia os dois, emoções é que passam a construir a realidade e fatos tornam-se irrelevantes. É a velha burrice fundamental consagrada sob o nome pomposo da pós-verdade.
Outra mensagem, violenta, que está circulando diz que tudo é uma ”falácia para comover a população” porque ela não poderia doar órgãos uma vez que teria atingido a idade limite de 70 anos. Contudo, não existe limite de idade para doação (com exceção da córnea, outros órgãos contam com idades-limite de referência, mas o que determina se um órgão é viável para transplante não é a idade, mas o estado de saúde do doador) e ela tinha 66. Obtive a confirmação de que rins, córneas e fígado haviam sido retirados para doação.
Claro que a morte de Marisa Letícia gera comoção junto a uma parcela da população que respeita Lula. E a situação tende a criar empatia devido o sofrimento de Lula, que é real, e pode criar, inclusive, desconforto a protagonistas da Lava Jato – uma vez que o próprio ex-presidente afirmou que sua esposa morreu triste por ter sido acusada de algo que não cometeu.
Ao longo dos últimos anos, entrevistei profissionais contratados por políticos para construir ou desconstruir candidaturas através de ação coordenada em redes sociais. E, ao contrário do que acredita o senso comum, não são robôs usados para xingar tresloucadamente que causam os maiores impactos, mas ”fazendas” de perfis falsos que parecem reais e são administradas por anos, agindo de acordo com pesquisas comportamentais.
Daí, a avaliação do profissional com quem falei. Essas mensagens, nascidas de malucos que atuam como atiradores solitários ou produzidas por grupos especializados, estariam sendo bombadas artificialmente para impedir a formação dessa empatia.
E, com isso, evitar que o longo trabalho de desumanização feito contra Lula e o PT – que, independentemente de seus defeitos ou crimes, é maior do que o tamanho do ódio gerado contra eles – seja perdido.
Isso sem contar os sites que produzem boatos e fofocas absurdos não por motivos políticos, mas sim para, através de cliques em anúncios, ganhar dinheiro. Nas eleições presidenciais norte-americanas do ano passado, uma cidade da Macedônia ficou famosa por produzir sites com notícias mentirosas pró-Trump a fim de ganhar com visitas de internautas dos Estados Unidos.
Lula é um animal político, tal como Fernando Henrique. Ambos fazem política até dormindo, então é natural que na morte de ambas as esposas, eles alternassem choro e política, no ombro de aliados ou adversários. O que não é natural é imaginar que o mundo é um grande duelo do bem contra o mal.
O ideal seria que a população não confiasse nas mensagens de WhatsApp que não pode checar a veracidade para a formação de sua opinião, como tenho dito, há anos, neste blog. Mas como alfabetização midiática e informacional é algo raro, que não será realizado em massa no curto prazo, os veículos de comunicação tradicionais de massa têm um papel importante a cumprir, que é o de explicitar esse tipo de boato e, na medida do possível, a quem ele interessa. Sites que desmascaram informações falsas são importantes, mas atuam em uma escala muito pequena para esse tipo de acontecimento.
Isso deveria ocorrer, independentemente do resultado do boato ser oportuno a quem controla o veículo ou não. Sei que isso pode parecer utopia. Mas, agora, é com a família Silva. Amanhã, poderá ser com qualquer outra família.
E, acreditem: a imprensa tradicional (que já está em fase de transformação por conta das mudanças na forma de financiamento do jornalismo na era digital) pode se tornar irrelevante diante da força das fábricas de ”verdades alternativas” que temos por aí. Que não têm compromisso com nada, nem ninguém.
Observação: Texto alterado para inclusão da informação sobre a doação do fígado.

Texto reproduzido do site do deputado Henrique Fontana: www.henriquefontana.com.br

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Pitada filosófica



Autoridades do município trabalham para assegurar novos investimentos



Uma comitiva de autoridades hervalenses, composta pelo vice-prefeito Fernando Silveira, o secretário de planejamento Toninho Veleda e o secretário de agropecuária, Valmir Miliorança, cumpriu extensa agenda na capital do estado na última semana.

A agenda de trabalho teve início pela secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do RS. Na ocasião, as autoridades locais foram recebidas pelo secretário Ernani Polo que, em conjunto com integrantes da sua equipe, prestou informações sobre os procedimentos a serem adotados e a documentação que precisa ser encaminhada pela prefeitura, a fim de assegurar o pagamento do valor de R$ 101.169,35 para investimento em projeto de recuperação de solo.

Também merece destaque a reunião no Incra, ocasião em que os representantes do município solicitaram e deverão receber nos próximos dias, projeto executivo relativo a instalação de sistema de abastecimento de água no assentamento Santa Alice (18 de Maio). O governo federal disponibilizou recentemente os recursos para a instalação do pretendido sistema, atendendo demanda do CIDEJA. No entanto, os projetos devem ser elaborados pelas prefeituras pertencentes ao consórcio. Desta forma, a disponibilização desse projeto pelo Incra, deverá agilizar o processo e trazer economia para os cofres da prefeitura.

Outro destaque foi a reunião realizada na sede da FARSUL, entre representantes de diversos municípios da nossa região e o secretário de transportes do RS, Pedro Westphalen. Na oportunidade, as lideranças municipais relataram a situação precária que se encontra a malha viária da região, em estradas sob a responsabilidade do governo do estado, seja pela falta de manutenção, a necessidade de melhoria ou mesmo pela ocorrência de obras que foram paralisadas, como é o caso da RS que liga Pedras Altas a Pinheiro Machado. Situação que afeta e acarreta prejuízos a economia local que tem por base a agropecuária e também oferece riscos para as pessoas que utilizam tais estradas. Neste sentido, ficou acertado que no mês de março o secretário fará um roteiro pela região para ver de perto os problemas apontados e encaminhar as soluções possíveis.

As autoridades do município ainda participaram de reunião na Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo do RS, em busca de informações para efetivar investimentos na agropecuária local com recursos oriundos da citada secretaria, relativos a dois projetos que somados alcançam a cifra de cerca de R$ 90 mil. Além disso, solicitaram apoio para a desobstrução de um poço artesiano no assentamento São Virgílio, permitindo a continuidade do projeto que prevê a instalação de sistema de abastecimento de água, cujas obras se encontram paralisadas, pois a empresa contratada paralisou as obras na reta final, obrigando a prefeitura a reincidir o contrato.

Durante a viagem a Porto Alegre, o vice-prefeito ainda participou de seminário para os novos gestores promovido pela FAMURS. Segundo Fernando Silveira, além das importantes informações e orientações obtidas no evento, foi motivo de orgulho escutar o palestrante do Tribunal de Contas do Estado dizer que juntamente com Canoas, Pelotas e Passo Fundo, Herval hoje se encontra no grupo seleto de municípios gaúchos que se tornaram destaque e referência em gestão administrativa e fiscal. 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Música para os meus ouvidos


Tem canções que falam por si só. Além do arco íris é uma dessas.
Tem vozes que são como um sopro do céu. Luiza Possi é exemplo disso.





sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Autorretrato


Mamãe, to fortinho!

Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes outras palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas na minha musa imaginária...


Vou deixar a chave do meu coração perto da porta de entrada, debaixo do tapete.

Quando quiseres aparecer, estarei aqui.

Pode vir sem avisar e entrar sem bater.

Pode vir de mala e cuia, pronta para fixar moradia em mim e residir nos meus braços.

Nem só de pão viverá o homem



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Ato político


O caminho mais fácil é sempre achar um único culpado para os problemas ou buscar a explicação ou o caminho mais fácil.

Dessa forma, Dilma foi eleita pelo senso comum e os golpistas de plantão como a única culpada pelos problemas econômicos enfrentados pelo Brasil a partir de 2015.

Dessa forma também, os economicistas, desde sempre burocratas, simplórios e anti-povo escolhem o combate à inflação a custas da recessão como caminho único e inevitável.

É no mínimo estranho que muita gente agora classifique como desastrosa a gestão da economia do país nos sucessivos governos petistas, sendo que por praticamente uma década nosso país prosperou como nunca em termos econômicos, se tornando umas das economias mais prósperas e sólidas do planeta, tendo como base e ponto de equilíbrio a distribuição de renda.

O fato é que desde 2008 a economia mundial enfrenta uma das mais brutais crises da história, algo que era ocultado ou mostrado superficialmente pela mídia golpista e que começou a impactar a economia brasileira nos últimos anos. Ou seja, como dizia Lula, fomos um dos últimos países e sentir os efeitos dessa crise e a política econômica então vigente de estimular a produção e o consumo interno iriam nos permitir ser um dos primeiros a sair dela.

A questão é que ao tomar posse para um segundo mandato, alguns fatores internos passaram a afetar duramente nossa economia, os quais combinados com os fatores externos que já vinham nos atingindo, levaram a presidenta eleita a mudar a rota, adotando parte da agenda econômica derrotada nas urnas com Aécio e cia.

Tais fatores fora do controle governamental que somente os economistas sérios e competentes mencionam são, por exemplo, a estiagem terrível que assolou o país, impactando a produção e o preço dos produtos, além de esvaziar os reservatórios das usinas termelétricas, obrigando o consumo de energia mais cara (termelétrica) e, por óbvio, elevando praticamente todos os custos de produção, o que repercutiu no aumento da inflação. 

Sem falar nos ataques especulativos, orquestrados e promovidos pelo mercado financeiro para reforçar e justificar economicamente o clima político pró-golpe então instaurado.

Externamente, um dos fatores que contribuíram para o esfriamento da nossa economia foi a forte queda na economia Chinesa, impactando diretamente toda a economia mundial.  

A isso junta-se as oscilações e quedas do preço do petróleo registrados no mercado mundial no período, ocasionando terríveis dificuldades para a Petrobras, algo muito mais impactante que a corrupção descoberta na estatal, envolvendo diversos partidos políticos e existente pelo menos desde a gestão de FHC.

Portanto, apesar de grave e revoltante, a corrupção na Petrobras representa apenas uma gota nesse oceano, embora os interesses golpistas e o senso comum se agarrem nesse fato para explicar quase todos os problemas econômicos ocorridos no Brasil, o que remete à sina de advogar em prol dos interesses próprios ou de buscar a explicação mais fácil, reinante em nosso mesquinho país.


Flávio Fligenspan (*)

Como é do conhecimento geral, ao longo do primeiro mandato, Dilma acumulou distorções de preços administrados e acomodou uma suave correção cambial, para assegurar um mínimo de competitividade à combalida indústria nacional. Combinou estas ações com outras na área fiscal, como redução de impostos (IPI) e desoneração da folha de pagamentos de diversos setores. A inflação não passou do limite superior da meta, o déficit público cresceu e a reeleição foi garantida, ainda que sem a simpatia do empresariado.

O início de 2015 marcou a reversão do quadro, numa tentativa de corrigir todas as distorções de uma vez só e arrumar a economia para um novo ciclo de crescimento. Assim se construíram os choques de preços administrados e a correção cambial propostos por Dilma e Levy no início de 2015; contudo, tais medidas gerariam um inevitável surto inflacionário e, por isso, Levy implementou o que seria – na sua visão – uma suave recessão.

Segurando a demanda com restrição de crédito, elevação dos juros e arrocho fiscal, o ex-Ministro pensava controlar a alta dos preços. Errou a dose e pôs tudo a perder. Aplicando um aperto forte demais numa economia que já vinha caindo e contando com um apoio parlamentar que não se efetivou, ajudou a construir as condições para o impeachment.

Apesar da recessão, a inflação de 2015 foi muito alta, mais de 10%, como resposta às medidas de Levy e a um choque de preços de produtos alimentares que não havia como se prever. O que era previsível é que com o passar do tempo, os efeitos dos choques de oferta de Levy – não de demanda – iriam se dissipar e a inflação recuaria. Esta aposta era fácil de fazer. A despeito disso, a inflação mais alta já no segundo semestre de 2015 e no início de 2016 sustentou o discurso da necessidade de se manter o aperto monetário, com contenção do crédito e taxas de juros bem altas. Afinal, esta é a regra de ouro do sistema de metas de inflação, que interpreta o fenômeno sempre como causado por excesso de demanda. Não importa se o tal excesso de demanda esteja ocorrendo num ambiente de recessão, o que em si representa uma contradição. A resposta do modelo é que é necessário manter o aperto mesmo assim, porque desta forma se evitam os efeitos de segunda ordem, os repasses dos preços em alta. Haja homens de boa vontade e com fé para acreditar nisso.

Pois bem, houve a troca da Presidência e da equipe econômica no meio de 2016. O aperto monetário prosseguiu e a recessão se prolongou, com seus conhecidos malefícios econômicos e sociais. Finalmente, mas não em desacordo com o esperado, a inflação começou a ceder, e até com alguma força, no segundo semestre de 2016. Dado o tempo necessário, os choques de oferta de Levy foram naturalmente absorvidos e a taxa de câmbio até ajudou, num movimento de recuo. Projeta-se para 2017 uma inflação perto de 5%, podendo até mesmo bater no centro da meta (4,5%); 2018 já entregaria o cumprimento da meta.

Como os defensores do sistema de metas de inflação interpretam tais resultados? Óbvio, trata-se do triunfo do modelo, houve o “aperto necessário” que, infelizmente, trouxe as consequências negativas, mas se mostrou que a teoria funciona. O que de fato aconteceu foi que os administradores do modelo derrubaram a economia, numa recessão de violência sem precedentes, arrasaram milhares de empresas e liquidaram milhões de empregos e “obtiveram sucesso” no combate à inflação. Assim é fácil, se mede o resultado apenas pela variável objetivo e o resto, bem é o resto…

As entrevistas de membros do Copom e da equipe econômica e de representantes do mercado financeiro referem o regozijo do resultado alcançado, esquecendo dos aspectos negativos. Já o setor real da economia, principalmente indústria e comércio, assustados com o desempenho de seus negócios e tendo que amargar perdas grandes, vêem o tempo passar e suas empresas voltar para trás, demitir e diminuir de tamanho. Exigem do Governo medidas urgentes, no centro – juros e crédito – e na margem da política econômica. O Governo, frágil, sem legitimidade e ameaçado pela Lava Jato, responde apressadamente com ações microeconômicas em várias áreas, muitas delas até boas e necessárias desde há muito. Mas agora é tarde, o estrago está feito e não é pequeno. Fica mais uma vez a mesma lição, alcançar metas de inflação sem compromisso com crescimento, emprego e estabilidade social, não representa sucesso, mas sim autoritarismo e violência civilizatória.

(*) Professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFRGS.


Momento poético




Inconstância das coisas do mundo!


Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da Luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas e alegria.
Porém, se acaba o Sol, por que nascia?
Se é tão formosa a Luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?
Mas no Sol, e na Luz falta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se a tristeza,
Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza.
A firmeza somente na inconstância.


Gregório de Matos

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