O Blog busca retratar coisas da vida interiorana e do meu interior, numa abordagem que mistura reflexão, notícias, riso, poesia, musicalidade, transcedentalidade e outras cositas más. Tudo feito com produções próprias, mas também com a reprodução do pensar ou do sentir dos grandes gênios que o país e a humanidade pariram.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Deputado estadual Zé Nunes convida...



Assinada liberação de recurso para pavimentação da Transcampesina



Ministro da Integração Nacional recebeu prefeitos da campanha gaúcha e sinalizou a pavimentação asfáltica da primeira etapa da obra, entre Aceguá e Hulha Negra

A Transcampesina é um conjunto de estradas vicinais de cerca de 150 km que interliga os municípios de Herval, Hulha Negra, Pedras Altas, Pinheiro Machado, Candiota e Aceguá, chegando até a fronteira com o Uruguai. No entanto, apesar das tratativas e da importância da via, até hoje, ela não foi asfaltada.
Foi com esse objetivo que o deputado federal Dionilso Marcon (PT-RS), o prefeito de Candiota e presidente do Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental dos Municípios da Bacia do Rio Jaguarão (Cideja), Luiz Carlos Folador, juntamente com uma comitiva de prefeitos e vereadores da região da campanha, reuniram-se nesta quarta-feira, 24, no Ministério da Integração Nacional, com o ministro da pasta, Gilberto Occhi.            
O deputado Marcon explicou ao ministro que as tratativas para o asfaltamento da Rodovia Transcampesina iniciaram ainda em 2011, mas nunca saiu do papel. “A rodovia passa por municípios localizados na faixa de fronteira entre RS e Uruguai, uma região bastante pobre, com municípios extensos, o que dificulta o deslocamento,” explicou o parlamentar.
De acordo com o prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador, a rodovia possui cerca de 150 km, e é a principal via de escoamento de toda a produção da região. “Já existe um projeto que foi apresentado na Empresa de Planejamento e Logística (EPL), com parecer favorável para a pavimentação. Além disso, não há impedimentos legais nem ambientais que impeçam a obra,” disse Folador.
Ainda segundo o prefeito, a rodovia aproximará Brasil e Uruguai, o que é estratégico para ambos, que fazem parte do Mercosul, pois  aumentará o escoamento e comercialização da produção de pecuaristas, assentados da Reforma Agrária e agricultores familiares que vivem na região.

Região é pobre em infraestrutura
O gerente de Planejamento Estratégico da EPL, Jony Lopes, disse que a infraestrutura da região é uma das menos desenvolvidas do Estado, comparando-se, inclusive, com regiões do Nordeste brasileiro. “Foi a percepção de que a campanha gaúcha precisa de investimento para desenvolver-se que nos tocou, e por isso, o objetivo é avançarmos para que esse projeto se concretize,” disse Lopes.

Ministro aprova pavimentação da primeira etapa que custará 20 bilhões
O ministro Gilberto Occhi foi muito receptivo, e sinalizou a aprovação da primeira etapa da pavimentação, que deve custar cerca de 20 bilhões. Ele solicitou ao prefeito Folador que encaminhe o projeto de asfaltamento da primeira parte da rodovia – de Aceguá até Hulha Negra – para o Ministério da Integração Nacional, o qual será analisado.
“Não posso assumir o compromisso de asfaltar, nesse momento, toda a rodovia, mas se dividirmos em etapas, fica mais fácil de cumprirmos,” destacou Occhi.

Texto: Marci Hences, assessora de imprensa do deputado Dionilso Marcon

terça-feira, 23 de junho de 2015

Rir é o melhor remédio



Momento poético



Acordar, viver

(Carlos Drummond de Andrade)


Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.


Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?


Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou?


Ninguém responde, a vida é pétrea.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Redução de gastos e novos índices do IPE são debatidos pela administração



Como forma de enfrentar a crise pela qual os municípios da Zona Sul estão passando, devido a queda de receitas, bem como a falta da arrecadação do IPTU, tendo em vista a ação na justiça movida por vereadores da oposição, o prefeito de Herval, Ildo Sallabery, reuniu sua equipe de governo, na manhã de segunda-feira (15), para repassar as recentes medidas a serem tomadas para que o município não sofra prejuízos.

“Temos que cortar despesas de viagens, diárias, horas extras, ajuda de custo e combustível, economizando em todos os sentidos”, enfatizou o prefeito ao declarar que irá analisar caso a caso os motivos das despesas.

Também esteve na pauta a nova porcentagem de desconto dos servidores que utilizam o Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS. Mesmo com o novo índice de 22%, a Prefeitura irá aumentar os repasses para não prejudicar os servidores que recebem o salário básico até R$ 950,00, beneficiando assim 204 servidores. “Após vários estudos e cálculos para saber os valores que a administração poderia pagar sem causar prejuízo aos cofres públicos, consideramos os funcionários de menor renda”, enfatizou o prefeito, explicando que aumentou o valor que anteriormente pagava ao IPE, R$ 32 mil, para R$ 41 mil atualmente, arcando assim com 11% do valor, sob o novo índice.

Ao final da reunião o prefeito concluiu que a administração está funcionando muito bem, de forma ágil em todos os setores. “Estamos bem representados pelo nosso vice-prefeito Bebeto, que está desempenhando um grande papel na administração em busca de recursos e soluções para problemas existentes”, destacou Ildo, ao reconhecer ainda o trabalho de seus secretários e servidores adjunto.


TEXTO: Nívea Bilhalva de Oliveira
Publicado originalmente no site da prefeitura: www.herval.rs.gov.br

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Música para os meus ouvidos


Trago, pela vez primeira, Jorge Vercilo "para cantar aqui no blog do Toninho. Afinal, faz frio lá fora e aqui dentro e nesses dias nada melhor que uma canção que dá prazer aos ouvidos, traga a alma e acalma o coração.



Ato político


Olívio Dutra, grande líder popular do Rio Grande do Sul, disse certa vez: “de overdose de propaganda também se morre”. A sabedoria popular também sabe e ensina que “tudo que não mata engorda ou ajuda a tornar mais forte”.

Digo isso porque a vida e os caminhos da disputa política sempre foram e continuarão indo muito além da telinha, da vontade afoita dos rebeldes sem causa ou noção gestados pelo território aparentemente sem leis ou limites das redes sociais ou dos interesses de grupos retrógrados e caducos que sempre se julgaram donos de tudo e todos aqui no Brasil.

Apesar do ódio, da histeria e vilania o PT segue vivo, forte e pronto para novos avanços e vitórias. Pelo menos isso é o que aponta o escrito de Marcos Coimbra com base em pesquisa do VOX POPULI.


O tamanho do ódio
(Marcos Coimbra)

Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação?
Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o que pensa um lado. Será majoritária a parcela da opinião pública que se regozija ao ouvir os líderes conservadores e assistir aos comentaristas da televisão despejar seu ódio?
Recente pesquisa do Instituto Vox Populi permite responder a algumas dessas perguntas. E seus resultados ensejam otimismo: o ódio na política atinge um segmento menor do que se poderia imaginar. O Diabo talvez não seja tão feio como se pinta.
Em vez de perguntar a respeito de simpatias ou antipatias partidárias, na pesquisa foi pedido aos entrevistados que dissessem se “detestavam o PT”, “não gostavam do PT, mas sem detestá-lo”, “eram indiferentes ao partido”, “gostavam do PT, sem se sentir petistas” ou “sentiam-se petistas”.
Os resultados indicam: permanecem fundamentalmente inalteradas as proporções de “petistas” (em graus diversos), “antipetistas” (mais ou menos hostis ao partido) e “indiferentes” (os que não são uma coisa ou outra), cada qual com cerca de um terço do eleitorado. Vinte e cinco anos depois de o PT firmar-se nacionalmente e apesar de tudo o que aconteceu de lá para cá, pouca coisa mudou nesse aspecto.
Nessa análise, interessam-nos aqueles que “detestam o PT”. São 12% do total dos entrevistados. Esse contingente tem, claro, tamanho significativo. A existência de cerca de 10% do eleitorado que diz “detestar” um partido político não é pouco, mas é um número bem menor do que seria esperado se levarmos em conta a intensidade e a duração da campanha contra a legenda.
A contraparte dos 12% a detestar o PT são os quase 90% que não o detestam. Passada quase uma década de “denúncias” (o “mensalão” como pontapé inicial) e após três anos de bombardeio antipetista ininterrupto (do “julgamento do mensalão” a este momento), a vasta maioria da população não parece haver sido contagiada pelo ódio ao partido.
A pesquisa não perguntou há quanto tempo quem detesta o PT se sente assim. Mas é razoável supor que muitos são antipetistas de carteirinha. A proporção de entrevistados com aversão ao partido é maior entre indivíduos mais velhos, outro sinal de que é modesto o impacto na sociedade da militância antipetista da mídia.
Como seria de esperar, o ódio ao PT não se distribui de maneira homogênea. Em termos regionais, atinge o ápice no Sul (onde alcança 17%) e o mínimo no Nordeste (onde é de 8%). É maior nas capitais (no patamar de 17%) que no interior (4% em áreas rurais). É ligeiramente mais comum entre homens (14%) que mulheres (10%). Detestam a legenda 20% dos entrevistados com renda familiar maior que cinco salários mínimos, quase três vezes mais que entre quem ganha até dois salários. É a diferença mais dilatada apontada pela pesquisa, o que sugere que esse ódio tem um real componente de classe.
Na pesquisa, o recorte mais antipetista é formado pelo eleitorado de renda elevada das capitais do Sudeste. E o que menos odeia o PT é o dos eleitores de renda baixa de municípios menores do Nordeste. No primeiro, 21% dos entrevistados, em média, detestam o PT. No segundo, a proporção cai para 6%.
Não vamos de 0 a 100% em nenhuma parte. A sociologia, portanto, não explica tudo: não há lugares onde todos detestam o PT ou lugares onde todos são petistas, por mais determinantes que possam ser as condições socioeconômicas. Há um significativo componente propriamente político na explicação desses fenômenos.
O principal: mesmo no ambiente mais propício, o ódio ao PT é minoritário e contamina apenas um quinto da população. Daí se extraem duas consequências. Erra a oposição ao fincar sua bandeira na minoria visceralmente antipetista. Querer representá-la pode até ser legítimo, mas é burro, se o projeto for vencer eleições majoritárias.
Erra o petismo ao se amedrontar e supor ter de enfrentar a imaginária maioria do antipetismo radical. Só um desinformado ignora os problemas atuais da legenda. Mas superestimá-los é um equívoco igualmente grave.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Rir é o melhor remédio



Licença poética



Peço licença uma vez mais para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas em minha musa imaginária...


Tudo que eu queria nesse dia era ser te namorado para estar ao teu lado, encher de mimos e presentes...

Oferecer flores, um cartão com dizeres apaixonados, jantar a luz de velas e te amar até ficar extenuado.

Nesta noite só nossa, queria te amar ao som de Ana Carolina ou de outra diva da voz...

Meu maior prazer seria escutar teu gemido e provocar teu gozo tendo como trilha sonora uma linda canção de amor.

E por falar em musicalidade, acabo de descobrir o instrumento musical que mais combina contigo: violoncelo.

Um instrumento de som leve e afinado como teu ser.
Lembra teu corpo de violão e dá corda em meu coração.
Leva ao céu e alimenta a alma como somente tu sabes fazer.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

E a luta pela finalização das obras de redes de água continua...


  
Seguimos na luta para reverter a paralisação das obras de instalação de sistemas de abastecimento de água nos assentamentos São Virgílio, Cerro Azul e Santa Rita III.

A empresa vencedora da licitação (J.R. Pereira) paralisou as obras na reta final alegando atraso nos repasses por parte da Funasa. No entanto, tal empresa encontra-se impossibilitada de obter as certidões negativas de débitos federais e no momento está impedida de receber pagamentos oriundos da administração pública.

Na última segunda-feira (8) o vice-prefeito Bebeto e eu participamos de mais uma reunião para tratar o assunto, visando retomar e finalizar as obras o mais breve possível. A reunião foi realizada em Candiota, numa iniciativa do CIDEJA em parceria com o deputado federal Dionilso Marcon (PT).

Na oportunidade, além da representação dos municípios que enfrentam problemas com as obras e da direção do consórcio, estavam presentes o superintendente da Funasa no RS, Gustavo de Mello, e o proprietário da empresa J.R. Pereira.

De todos os municípios presentes na reunião, Herval é onde as obras se encontram em estágio mais avançado (cerca de 95% executadas).

No entanto, a determinação do prefeito Ildo Sallaberry e o compromisso do vice-prefeito Bebeto é não arredar pé e seguir em frente com as tratativas ou outras medidas cabíveis até encontrar uma saída para resolver o impasse e entregar essas obras tão importantes e aguardadas pelas comunidades beneficiárias.

sábado, 6 de junho de 2015

O milagre das obras públicas em Herval



Quem está fora da administração pública nem imagina o quão é difícil realizar uma obra pública. Quem não participa ou acompanha de perto a administração local não tem noção do quanto é adverso e desafiador executar uma obra de infraestrutura em Herval.

Em primeiro lugar, é preciso lembrar o aquecimento do mercado da construção civil e o grande volume de obras de infraestrutura - muitas delas de grande porte -, em andamento de norte a sul do país. Assim, com tanta obra em todos os lugares, a tendência natural é o baixo interesse das empresas construtoras em realizar obras nas pequenas cidades, em razão do valor pouco atrativo dessas obras. No caso de Herval, ainda existe o problema da distância que gera problemas de logística e mão de obra e, consequentemente, acaba por encarecer ou reduzir o ganho das empresas com tais obras. Ou seja, Herval oferece obras relativamente pouco atrativas em termos financeiros na comparação com cidades maiores e a dificuldade de acesso ao nosso município torna a maioria das obras ofertadas  "desinteressantes" sob o ponto de vista das empreiteiras.

Em segundo lugar, é preciso considerar a burocracia e a morosidade na liberação dos pagamentos correspondentes à execução das obras públicas. Como todos sabem, os recursos relativos às obras não são repassados aos cofres da prefeitura de uma única vez nem de forma antecipada, e sim percentualmente, conforme a execução do empreendimento. Algumas obras tem a primeira parcela liberada antes do seu início, mas as parcelas seguintes normalmente exigem grande peregrinação e o cumprimento de vários procedimentos administrativos. Desta forma, as obras demoram a começar ou o ritmo de execução das mesmas sempre anda à frente dos repasses, situação que não raro cria dificuldades para muitas empresas ou provoca a defasagem dos valores contratados.

Além disso, diante da mega oferta de obras - fruto da política federal de retomada dos investimentos públicos em infraestrutura, depois dos longos anos de inércia e paralisia completa desses investimentos durante a "era FHC" -, muitas empresas acabaram "tendo o olho maior que a barriga" ao assumirem a responsabilidade pela execução de inúmeras obras, ao mesmo tempo, sem dispor da estrutura adequada ou de capacidade financeira para suportar tal empreitada a contento e/ou sem atrasos. Quer dizer, muitas obras acabam emperrando, perdendo qualidade ou sendo entregues além dos prazos previstos em decorrência de problemas das empresas construtoras, e não pela falta de ação ou fiscalização do poder público.

Alguém poderá perguntar: Por que a prefeitura firma contrato com uma empresa que já assumiu a responsabilidade por tantas outras obras? Por que não busca uma empresa menos comprometida? A questão é que as empresas não são escolhidas (exceto as responsáveis pelas obras do Minha Casa, Minha, Vida, que são vinculadas aos Agentes Financeiros dos convênios), uma vez que a lei determina (e isso é positivo) que as obras sejam submetidas ao respectivo processo licitatório e o contrato é firmado com a vencedora do certame. Outra questão é que a empresa licitante precisa comprovar sua capacidade financeira em relação àquela obra específica, e não ao conjunto das obras que assume. Quem sabe, eis aqui um desafio para o setor público: instituir um mecanismo que afira a capacidade financeira das empresas no tocante ao montante total das obras que pleiteiam, e não a cada obra individualmente. Tal como ocorre no sistema financeiro, no qual antes da concessão de empréstimos os bancos pesquisam a relação de seus clientes com outras instituições bancárias e, portanto, sua real capacidade de endividamento.

Ademais, em 2011 o governo federal expediu a Portaria Interministerial nº 507 que proíbe a oferta de contrapartida física em obras de infraestrutura. Com efeito, a prefeitura ficou obrigada a contratar empresas para realizar obras que poderiam ser realizadas com mão de obra própria, medida que no caso de Herval gerou ainda mais dificuldades, pelo fato da prefeitura dispor de mão de obra própria altamente capacitada (especialmente para executar obras de calçamento), assim como por contarmos com obras pouco atrativas financeiramente para as empresas, conforme já referido anteriormente.

Diante desse cenário, não é de estranhar que a prefeitura enfrente problemas em boa parte das obras que realiza, muito embora só não enfrenta problemas com obras quem não as realiza. Foi assim com a escola de educação infantil (creche). Foi assim com as 22 moradias populares do Minha Casa, Minha Vida. Está sendo assim com a instalação de sistemas de abastecimento de água nos assentamentos São Virgílio, Cerro Azul e Santa Rita III. Está sendo assim também com a construção de mais 39 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida.

Diante desse cenário, é preciso exaltar e comemorar muito o fato de Herval atualmente ter se transformado num verdadeiro canteiro de obras. Também é preciso exaltar e comemorar bastante o fato do nosso município contar com um comando sério, protagonista, com altíssima credibilidade e elevado espírito empreendedor. Com esse mar de adversidades, mesmo com todos os problemas, fazer tantas obras num município que vinha de uma herança de dívidas e descrédito e com as características e limites de Herval, não é pouca coisa nem tarefa para qualquer um e chega ser um verdadeiro milagre.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Herval altera Lei e dá poder de sanção à Agergs



O secretário de Planejamento de Herval, Luiz Antonio Veleda, foi recebido pelo conselheiro-presidente da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (Agergs), Ayres Apolinário, em seu gabinete, na manhã desta terça-feira (2).

Na oportunidade foi entregue a alteração na Lei Municipal que permite a aplicação de multa por parte da Agergs no setor do saneamento.

A Agência e o Executivo Municipal já tem em vigor um convênio para a regulação dos serviços prestados pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e a alteração da legislação é essencial para permitir a ampliação da capacidade reguladora e eventuais aplicações de sanções relativas ao Contrato de Programa firmado no final de 2011, promovendo a concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário no âmbito do município.

Também participaram do encontro, representando a Agergs, o conselheiro João Nascimento, o chefe de Gabinete, Jorge Jardim, e o diretor de Qualidade, Luciano Santa Maria.


Texto: assessoria de imprensa do gabinete da Presidência
Publicado originalmente no site da AGERGS: 

Autorretrato



Palavras do deputado Zé Nunes: Hoje (3) demos uma fugida da sessão plenária para dar um abraço no amigo Toninho Veleda, que é secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Herval. Estamos pensando em projetos que contribuam para o desenvolvimento local, e esta parceria é fundamental.

Música para os meus ouvidos


Quem não curte uma boa canção ou é ruim da cabeça ou perdeu a noção do que é bom. Mas isso é o que penso e pensar não é meu forte, pelo menos nesse momento de emoções à flor da pele e sede intensa por canções que embalem as batidas do meu coração...



Secretário em busca da Cessão de Uso para o Centro Municipal de Saúde



Há alguns meses a administração municipal vem pleiteando a renovação da Cessão de Uso do prédio que abriga o Centro Municipal de Saúde pelo prazo de mais 20 (vinte) anos.

A estrutura pertence ao patrimônio do estado e o pretendido instrumento jurídico é essencial para assegurar a regularidade da área ou mesmo embasar eventuais intervenções no local a cargo da prefeitura.

Na tarde de ontem (3), o secretário de planejamento e meio ambiente, Toninho Veleda, participou de nova reunião na Secretaria de Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos, órgão do governo estadual que trata do assunto, a fim de reforçar a necessidade do breve atendimento desse pleito.

Na oportunidade, o secretário foi recebido pela servidora Rosemeri Ritt, a qual esclareceu que processo já se encontra em fase final de tramitação e deverá ser concluído brevemente, possibilitando a renovação da Cessão de Uso pelo prazo requerido. Ela ainda esclareceu que a enorme demanda acaba gerando o atraso no andamento de alguns processos, porém a dedicação dos servidores vem assegurando o andamento dos trabalhos. Por fim, argumentou que mesmo que o processo já tenha saído de suas mãos, vai trabalhar internamente para assegurar a finalização desse pleito o mais breve possível, tendo em vista a sua importância e o estágio que ele se encontra no âmbito da Secretaria.

Toninho, por sua vez, agradeceu o atendimento cordial e elogiou a postura altamente profissional da servidora, que desde o primeiro instante abriu as portas do Departamento de Patrimônio do Estado e vem colaborando bastante para o atendimento dessa demanda urgente e necessária para abrir novas possibilidades de investimentos ou mesmo conferir tranquilidade na manutenção do Centro Municipal de Saúde, tanto para a administração municipal quanto ao próprio governo do estado.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

PT realiza seminário




A direção municipal do PT promoveu na última sexta-feira (29) o Seminário O que é ser de esquerda hoje?

O evento foi realizado no plenário da Câmara de Vereadores e contou com a presença do chefe de gabinete do deputado federal Marcon, Benhur Freitas, e do coordenador da regional do PT e prefeito de Jaguarão, Cláudio Martins.

O início do Encontro foi abrilhantado pela apresentação de um jovem casal de dançarinos, coordenados pela instrutora Ivonete Pereira.

Na abertura, o presidente municipal do PT, Francisco dos Santos Gonçalves (Chico), agradeceu a presença de todos e relatou um pouco da sua história de vida e de militância no Partido dos Trabalhadores. Chico também falou da importância dos programas sociais e de inclusão social promovidos pelos governos do PT em nível federal e da obrigação dos petistas de Herval somarem forças, respeitarem as decisões da maioria e contribuírem de fato para o fortalecimento do partido, ao invés de ficarem "com um pé lá e outro cá".

Na sequência, Toninho Veleda fez uma apresentação de fatos, números e escolhas que marcam a história de construção do Partido dos Trabalhadores no âmbito local.

O prefeito Cláudio Martins, ressaltou que a unidade partidária é um ponto fundamental para o crescimento do PT, pois sem unidade o partido perde credibilidade perante a sociedade e acaba consumindo toda sua energia e vigor político em disputas internas. Cláudio também falou do cenário político nacional, no qual as forças do atraso querem e vem trabalhando intensamente para derrotar o projeto que vem fazendo bem e trouxe enorme conquistas para a maioria do povo brasileiro na última década. Martins também falou da sua experiência e da experiência do PT em Jaguarão, que já levou o partido ao segundo mandato à frente da prefeitura, garantiu a ampliação da representação da sigla no legislativo e construiu um importante enraizamento social no município.

Benhur Freitas falou da construção história do conceito de esquerda e direita. Ele também argumentou sobre o momento político atual e das tarefas e alternativas não apenas dos petistas, mas dos indivíduos e forças políticas e sociais progressistas, diante da escalada das forças conservadoras que querem interditar completamente a boa política e impedir o avanço das políticas sociais e de um projeto de esquerda para o país.

O Encontro serviu ainda para o anúncio de novas filiações ao partido, estando entre os nomes apresentados o atual secretário de educação do município, Mogar Damasceno Miranda e a produtora cultural Ivonete Pereira.

Pitada filosófica



Cenas da vida inventada





Seguidores