O Blog busca retratar coisas da vida interiorana e do meu interior, numa abordagem que mistura reflexão, notícias, riso, poesia, musicalidade, transcedentalidade e outras cositas más. Tudo feito com produções próprias, mas também com a reprodução do pensar ou do sentir dos grandes gênios que o país e a humanidade pariram.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Herval na lista para receber doações da Receita Federal




Na manhã desta quinta-feira (29), o prefeito em exercício Luiz Alberto Perdomo, entregou ao auditor fiscal, Alessandro Ramires Gonçalves, chefe da Inspetoria de Receita Federal de Jaguarão, um pedido de doações de material apreendido pela mesma.


Conforme Luiz Alberto, devido à solicitação feita, a Prefeitura de Herval já ficou cadastrada e na lista de espera a receber o material. “Com base no pedido, ficamos aptos a receber as doações a partir do mês de março”, informa o chefe do executivo.

Entre os materiais que serão destinados ao município de Herval estão pneus, ar condicionado, computadores e equipamentos de informática, que terão a finalidade de serem utilizados diretamente pela administração pública ou para serem transferidos às pessoas necessitadas, de acordo com os critérios assistenciais em vigor.

A solicitação foi baseada nos avanços da administração nos últimos anos, não apenas em termos administrativos, mas também em relação à ampliação e aumento da qualidade das políticas públicas em todas as áreas da administração, o que redunda na qualificação da gestão pública no âmbito local e da melhoria da qualidade de vida da população.


TEXTO: jornalista Nívea Bilhalva de Oliveira

Nem só de pão viverá o homem




quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Prefeitura faz repasses mensais ao Lar do Idoso



Foi assinado na manhã do dia 28 de janeiro, no gabinete do prefeito em exercício Luiz Alberto Perdomo, contrato de repasse de recursos no valor de R$ 2.343,00 mensais a Associação Beneficente Diva Tavares Nunes, responsável pelo Lar do Idoso. Na oportunidade, o presidente da Associação Jaifel Rodrigues de Freitas representou a entidade formalizando o contrato de extrema importância para as pessoas que necessitam de hospedagem na instituição.


Conforme Luiz Alberto, o valor deverá ser utilizado na compra de remédios, fraldas geriátricas, esparadrapo, micropore, algodão, gases e materiais de consumo, assim como na contratação de serviços de fisioterapia. “Para nós é uma satisfação muito grande poder ajudar esta entidade que presta um serviço essencial aos idosos de nosso município”, ressalta Perdomo ao informar que o município cederá ainda um servidor operário para desempenhar as funções no Lar do Idoso, em contrapartida a associação fornecerá uma garagem para guardar materiais pertencentes à municipalidade.

O prefeito ainda destacou que os encargos sociais decorrentes da contratação de profissionais necessários ao cumprimento do convênio correrão por conta da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE e as contratações não geram vínculo empregatício ou qualquer outro tipo de obrigação ao município.

TEXTO: jornalista Nívea Bilhalva de Oliveira


Altas conexões




quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pensar é preciso


Mário Corso: o ódio na internet

Quando usamos a palavra nazista para quem chutou um cachorro em um dia de fúria, que palavra vamos usar para quem comete regularmente crimes hediondos contra a humanidade? Mas a grande questão não é o desgaste semântico e o julgamento sumário. A pergunta mais procedente é: a internet revela a agressividade que está latente em nós ou é ela mesma que propicia um comportamento um tom acima do que já usamos?
Acredito na segunda hipótese, porque somos a primeira geração que massivamente usa a internet. Ainda não temos uma cultura de convívio, uma etiqueta peculiar para esse espaço. Recém chegados e broncos, ainda escarramos no chão e não sabemos nos comportar. Somos os inventores e as cobaias dessa nova experiência de convívio.

Agregue a isso a ausência física do interlocutor, não há corpos presentes. Quando a distância do outro aumenta, seu olhar não é visível, todas as ovelhas viram lobos e a bravata toma conta. Acrescente ainda o imediatismo, a rapidez da rede que permite fazer sem pensar. Escrever uma carta dispendia tempo, até mandá-la tínhamos refletido melhor. Agora usamos o calor do momento, que é péssimo conselheiro.

As redes sociais são um meio quase de mão única: muita exposição e pouco retorno. Somos narcisistas, mas acima disso somos carentes, queremos é ser notados, admirados. Para tanto, num lugar onde todos falam ao mesmo tempo e ninguém escuta, é natural que falemos aos berros. Tendemos ao exagero, ao insólito, ao bizarro, para nos destacar da massa.

Talvez a causa mais importante seja a sensação de irrelevância política dominante. O cidadão médio considera-se impotente perante a realidade. Não se sente representado por ninguém, as grandes discussões são complexas e ele pouco entende. A rede é porosa para o desabafo do seu mal-estar. Acredita que pode fazer política, ainda que minúscula, com suas investidas indignadas contra tudo e todos. O efeito é apenas catártico, uma caricatura de intervenção social. Não passa de ressentimento destilado, mas alivia.

Talvez nosso olhar viciado coloque o termômetro em lugares errados. Por duas razões: o que é bom não dá manchete, e compartilhamos uma ideia difusa de que vivemos um momento de declínio moral e espiritual. Alardeamos que o tempo da utopia acabou, viveríamos a época das distopias. Acalentamos, sem nenhuma base na realidade, a crença de que enquanto civilização estaríamos, como nunca anteriormente, rumando em direção à barbárie. Procuramos indícios do mito da decadência para referendar essa tese e, para isso, nada melhor do que as besteiras ditas sem pensar na internet.

De qualquer forma, se o ministério do bom senso existisse, advertiria: aprecie as redes sociais com moderação.

Publicado originalmente no jornal Zero Hora, edição de 27 de janeiro

Música para os meus ouvidos


A interpretação do imortal José Cláudio Machado e a composição de Mauro Moraes não tem nada de "lástima". Ao contrário, formam uma lindura que alegra a alma e alenta o coração.





sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Prefeitura libera verba para blocos carnavalescos



A Prefeitura de Herval, através da Secretaria de Cultura, Turismo, Desporto e Lazer, liberou esta semana a verba de R$ 28 mil destinada aos blocos carnavalescos do município. No total são quatro blocos que farão a festa no Carnaval Folia 2015.

Conforme a secretária Elenice Marques os recursos já estão liberados pela contabilidade da Prefeitura para que os coordenadores dos blocos possam dar início às atividades alusivas a festa do Momo.

A corte municipal já foi eleita, sendo composta pela Rainha Sabrina Costa, pela Duquesinha Maria Clara Acosta de Freitas e pelo Rei Momo José Vilmar Andrade, o popular Zezinho.

Para abertura da maior festa popular do município está programada para a sexta-feira (13/02) a tradicional Muamba, com apresentação de uma Escola de Samba da região, a ser confirmada e nos demais dias, serão realizados os desfiles dos blocos Bafo da Onça, Galo da Madrugada, 100% Guampudos e 100% Libório, além dos carros alegóricos do Clube Comercial.

Os desfiles serão realizados na passarela montada na Rua Borges de Medeiros e a ordem de entrada dos blocos será sorteada.


TEXTO: Jornalista Nívea Bilhalva de Oliveira
Publicado originalmente no site da prefeitura: www.herval.rs.gov.br

Somando forças!



A XV edição do Rodeio Internacional de Herval foi um retumbante sucesso de público e organização. O evento que fez parte das comemorações dos 190 anos do município foi um verdadeiro presente para os hervalenses, de nascimento e coração, além de servir como importante amostra dos valores, da pujança e do espírito empreendedor cultivado nesta terra.
No entanto, ninguém faz nada sozinho e de mãos dadas vamos mais longe e voamos mais alto. Neste sentido, a Patronagem do CTG Minuano está de parabéns pela iniciativa e a mastreia na condução do evento.
A administração municipal se somou a esse esforço e uma vez mais ajudou a alavancar esse evento que leva o nome de Herval muito além dos seus limites geográficos, estando junto dos organizadores não apenas aportando investimentos materiais necessários para assegurar a boa infraestrutura de acesso e no interior da Arena de Rodeios e da Xacará do CTG Minuano, mas pela participação ativa dos servidores municipais e de suas principais lideranças durante toda a programação, a exemplo do prefeito em exercício Luiz Alberto Perdomo e de diversos integrantes do 1º escalão do governo.
Além disso, cumpre destacar e agradecer a participação de outros atores e instituições que muito colaboraram para o êxito do XV Rodeio Internacional de Herval, reforçando a importância do espírito colaborativo e de parceria para o sucesso de toda e qualquer iniciativa: Rádio HSul 89.1; Rádio Pelotense; Rádio Nativa, de Piratini; Companhia Estadual de Energia Elétrica – CEEE; Operadora OI.
Diante do exposto, a administração municipal, por intermédio da Secretaria de Cultura, Turismo, Desporto e Lazer, vem manifestar os mais sinceros e profundos agradecimentos a todos os sujeitos que fazem a história do Rodeio Internacional se manter viva e a cada ano que passa se afirmar como um dos patrimônios mais relevantes do município de Herval.
Em especial, agradecemos à Patronagem do CTG Minuano, por sua dedicação e espírito de parceria, o que faz que o Rodeio não seja apenas o evento de uma entidade tradicionalista, e sim de todos os que amam o tradicionalismo e que fazem desse evento um gesto de amor a Herval e também um canal para levar seu nome – o nosso nome - para o Rio Grande do Sul, o Brasil e o mundo.

Banda Portal 4 lança sua primeira música de trabalho


Meu amigo Nei Eduardo pediu para publicar no blog e eu, que valorizo as amizades e o esforço de quem vai à luta, não podia deixar de atender. 


A Banda Portal 4, que no último domingo (18) realizou o show de encerramento do Rodeio Internacional de Herval, está lançando sua primeira música de trabalho.

 A banda iniciou suas atividades em abril de 2014 e já é destaque em toda região sul, contagiando o público pela sua musicalidade e um repertório eclético e animado.

Atualmente sediada em Herval, é composta pelos seguintes integrantes: Diego Figueiredo (guitarra e vocal, natural de Arroio Grande e residindo em Herval); Edimar (baixo e vocal, de Jaguarão); Lucas Ávila (bateria e vocal, de Jaguarão) e Felipe Carvalho (acordeon e vocal, de Pelotas).

A banda possui uma página no facebook, aonde os interessados podem acessar, curtir e conhecer um pouco mais de sua história, através de fotos e vídeos.

A música de trabalho pode ser baixada gratuitamente através do palco mp3, no seguinte link: http://palcomp3.com/bandaportal4.

Próximo show em Herval: 31 de janeiro, sábado, na Danceteria Arco Iris.




Autorretrato


"Yo", babando e lambendo as crias

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Ato político


Política e religião são coisas distintas, porém com algumas semelhanças em alguns de seus aspectos.

Com isso quero dizer que a forma, o conteúdo e mesmo os objetivos políticos e religiosos são diferentes e, muitas vezes, antagônicos. No entanto, assim como na religião, a política também tem suas doutrinas, regras e orientações que acabam por "fazer a cabeça" e dar o tom para os ditos e feitos dos adeptos de todos os matizes políticos.

Portanto, o papo de que político ou partido é tudo igual não faz o menor sentido nem se coaduna com a realidade. Políticos e partidos são – e não faltam provas disso – todos diferentes.

Para ser mais claro e objetivo, lembro que a maioria que votou em Sartori na última eleição para o governo do estado, esperava que Sartori mantivesse as coisas boas e corrigisse os “supostos erros, falhas ou insuficiências” da gestão de Tarso. Infelizmente, não é assim que o jogo político funciona e o buraco é muito mais embaixo.

Tarso defendia e vinha trabalhando forte para a recuperação e fortalecimento da máquina pública como ferramenta para fomentar, regular, induzir e promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental do RS.

Sartori faz parte de uma escola política que pensa e pratica o caminho exatamente inverso. Ou seja, para esse grupo político, “o problema é o aparelho estatal e viveremos no melhor dos mundos somente quando formos completamente governados pelo “deus mercado””. Traduzindo: quando a máquina estatal for reduzida ao mínimo, a pó ou a quase nada.

Um filme já visto pelos gaúchos, com mais ou menos intensidade, com Britto (do qual Sartori foi um dos principais defensores e interlocutores), Rigotto e Yeda.

Diante disso, a paralisia de Sartori e cia. nesse início de governo tem menos a ver com a “herança maldita” que ele diz ter recebido e muito mais com o novo velho governo já começando a operar em conformidade com seu estilo e convicções, ainda que tente esconder ou enredar o rastro. Isto é, a questão não é a crise, mas como Tarso anunciou durante a campanha eleitoral, existem dois modelos distintos em disputa no RS, sendo que o modelo vencedor nas urnas em 2014 já começou a mostrar a que veio e para onde vai querer nos conduzir. Apertem os cintos ou soltemos o grito!

Neste sentido, é que se insere o alerta pertinente e preciso de Adão Villaverde.


O NECESSÁRIO DEBATE NO RS
*Adão Villaverde

O novo governo que assume o RS, o faz com um discurso de que recebe o estado com uma crise sem precedentes nas contas públicas, fazendo coro e cena para a mídia, para na verdade preparar uma política de sufoco nos investimentos sociais, nos salários das categorias mais necessitadas, fragilizar as funções e estruturas de estado e dar “calote” nos fornecedores. Preparando quem sabe, as bases objetivas e uma atmosfera favorável na sociedade gaúcha, para a venda parcial ou total de empresas públicas como CEEE, Corsan, Banrisul e Badesul (este já assumido como prioridade).

Este é um velho e surrado método de disputa política que já conhecemos: criar um clima de crise financeira para não assumir compromissos, como já o fez na campanha e atribuir ao governo anterior uma responsabilidade que ele não tem, para que o mesmo fique dando explicações.

Produzindo uma tamanha falsificação nas relações político-republicanas no Estado ao utilizar o termo “rombo” nas contas públicas, que diante do primeiro e real enfrentamento, em que teria que tirar decorrências sérias de tal caracterização, atacou os outros de “hipocrisia” ou “demagogia”, mas na virada do final de semana, voltou a trás tomando do próprio veneno. Ficando a pergunta, como podem “hipocrisia e demagogia” virarem virtude de um dia para o outro?

Um dia, sugere que a pirâmide salarial do andar de baixo tem que fazer sacrifícios, de modo a ser solidária na crise e no outro, sanciona aumento de salários do executivo e demais poderes. Para a seguir, num arroubo “quixotesco”, diz abrir mão do seu salário pessoal, como se esta simbólica, porém pontual iniciativa, tivesse algum significado fundamental no oceano das finanças públicas gaúchas.

Isto revela claramente, que é um governo sem norte e sem propostas claras para governar o Estado e para a política de salários dos servidores públicos, sobretudo aqueles que mais necessitam.

Neste contexto fica evidente, nas primeiras iniciativas do novo governo, em quais ombros recairão os ajustes que ele pretende realizar e que método de disputa política irá recorrentemente implementar: vai atribuir responsabilidades ao governo anterior de tarefas e atribuições que são suas e vai na prática adotar a “hipocrisia” e “demagogia” como seu jeito de fazer política, mas tentando caracterizar que esta é a posição de quem o antecedeu e não a sua.

Para finalizar lembro que é necessário competência e capacitação para enfrentar os verdadeiros problemas do Estado e sobretudo diálogo com a população e o governo nacional, como tivemos por exemplo na renegociação da dívida, na cobrança de créditos da CEEE, no aval de operações de créditos, na atração dos investimentos federais no RS, na cobrança da divida ativa e nos inúmeros convênios com os ministérios da presidenta Dilma.

*Professor, Engenheiro e deputado estadual PT/RS

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Licença poética



Venho pedir licença novamente para entregar-lhes novas palavras simples e sutis, arrancadas do fundo do baú do meu ser e inspiradas em minha musa imaginária...


Nunca fui poeta, mas a vontade de transpirar no teu prazer é tanta e tamanha que me inspira e faz suspirar a tua espreita.


Como céu, teu corpo seduz e cega e convida ao pecado.


Como lua, tua alma me leva lá no alto e ilumina a noite dos meus dias.


Meu maior sonho de consumo é te ter em meus braços para saciar minha sede e consumir meu cansaço.


Ainda que leves o melhor de mim ou o nada que tenho ou cortes meu coração em mil pedaços!


Pitada filosófica




Música para os meus ouvidos


Música boa não envelhece e Vitor Ramil sempre tem lugar no repertório das canções que me tocam...




segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Pensar é preciso!



Pena de morte, a barbárie estatal

Do Juremir Machado no Correio do Povo


Indonésia executou um brasileiro por tráfico de drogas. Outros homens também foram fuzilados. A pena de morte é um resquício da barbárie em pretensas civilizações.

É a lei de Talião.

Matar um homem imobilizado é o supremo ato de covardia. Bandidos fazem isso. O Estado não pode fazê-lo.

Ainda mais para punir um crime sem sangue. Não foi assassinato. Não foi latrocínio. Não foi estupro.

A mesma Indonésia não condena à morte terroristas.

Interessante é que liberais, defensores da não intervenção estatal em economia, costumam defender o máximo de intervenção estatal em comportamento. Se um adulto quer se drogar ou se matar, o que Estado tem a ver com isso? Deveria o Estado fazer campanhas educativas. Mais do que isso é intervir na esfera privada.

Os liberais em economia adoram um ditadura política e comportamental. Liberais brasileiros tiveram no ditador Pinochet um ídolo. Liberais brasileiros bancaram nossa ditadura de 1964 a 1989. São liberais em economia que buscam na intervenção estatal máxima a realização dos seus delírios de não intervenção do Estado em economia.

Em bom português, aproveitadores que adoram subsídios estatais, sonegação de impostos e tetas.

A única lei que reconhecem é: tudo é bom para ganhar mais dinheiro.

O Estado deles deve existir para forçar a mão de obra a se reproduzir e aceitar as regras do jogo.

Todo consumo de drogas que provocam dependência é lamentável. A proibição, porém, não resolve. Gera tráfico, violência e corrupção. É guerra perdida porque adultos querem consumir e não se pode prender metade da população de um país. Os liberais em economia, defensores até da pena de morte para traficantes de drogas, não pedem a proibição do álcool, a droga que mais mata, nem do cigarro, a droga que mata lentamente sem provocar alucinações e outros baratos ou caros que modificam a percepção dos consumidores. Aí pode.

O cigarro é a pior das drogas. Mata sem fazer alarde e ainda afeta quem estiver por perto e nem for fumante.

Um liberal coerente deve pedir a liberação de todas as drogas. Ou, se tiver argumentos, a proibição de todas.

Fico pensando, por outro lado, nos carrascos, os seres humanos que aceitam executar um homem a mando do Estado. Que pessoas repugnantes! Que destinos infelizes! O que pode levar alguém a aceitar esse ofício?

Quase tão triste quanto isso é o aplauso de “pessoas de bem” a uma execução com base nas falácias do “que serva de exemplo”, “lei é lei” ou “ele sabia que lá tráfico da pena de morte”. Muitas dessas pessoas são as mesmas que cometem infrações de trânsito e não querem pagar a multa. Nesse caso, lei não é lei.

O argumento do livre arbítrio – ele escolheu seu destino – favorece a tese da liberação das drogas: adultos devem poder decidir o que querem fazer com seus corpos sem que o Estado lhes imponha limites.

O Estado deve existir para me proteger de outros, não de mim mesmo e de minhas decisões.

Cabe ao Estado, como faz com o álcool, proteger menores.

Qual a diferença entre álcool e cocaína? Ambos matam, destroem famílias, comprometem destinos. O álcool, por ser liberado, não carrega as mortes do tráfico e da corrupção. Bastam-lhe as do trânsito e das brigas de bar.

O cigarro é o assassino silencioso. Paga impostos, gera empregos. Pode. É fato consumado.

Em qualquer situação, o Estado matar um homem imobilizado é a negação da civilização.

Os aplausos revelam o pior da humanidade em cada um: ressentimento, gosto de sangue e simplismo.

Rir é o melhor remédio



sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Nem só de pão viverá o homem




Lideranças locais mobilizadas por projetos em assentamentos



O prefeito em exercício, Bebeto Perdomo, liderou na quarta-feira (14) uma comitiva de hervalenses em reuniões no Incra, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca  e Cooperativismo do RS - SDR e Delegacia Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA.

A agenda teve como objetivo alertar o Incra e SDR sobre problemas e pendências nos poços artesianos existentes nos assentamentos Nova Herval e XV de outubro os quais precisam ser solucionados para permitir a adequada execução das obras de instalação de redes de abastecimento de água nos assentamentos mencionados, num investimento superior a R$ 2 milhões que está prestes a ter início.

De acordo com Bebeto, vendavais ocorridos no município derrubaram caixas d' água instaladas nos assentamentos XV de Outubro e Nova Herval, sendo que este último ainda carece da instalação de energia elétrica no poço artesiano e da construção de rede de água entre o poço e o reservatório.

Tanto no Incra quanto na SDR a iniciativa foi elogiada e considerada fundamental para assegurar a correta execução desse projeto que, além do XV de Outubro e Nova Herval, também deverá levar abastecimento de água encanada no assentamento Bamburral, assim como garantir a instalação de sistema simplificado de abastecimento de água no assentamento Querência I.

A solução dos problemas apontados será encaminhada e a SDR aguarda as definições administrativas e a ordem de pagamentos do governo recentemente empossado no estado para garantir o início dessas obras tão importantes e aguardadas por seus beneficiários, salientando-se que os recursos para atender a execução do projeto ficaram reservados pela gestão anterior.

No MDA, a reunião teve como objetivo atender ao chamado do Delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário no RS, Marcos Regelin, o qual informou sobre mudanças ocorridas no Programa de Crédito Fundiário e que uma equipe do Ministério estará vindo a Herval no final de março para promover uma ampla reunião, a fim de esclarecer as mudanças e os ajustes que serão necessários, de modo a permitir a continuidade do programa no âmbito do município, sendo que até a realização da reunião a análise e aprovação de novos projetos ficará suspensa.

Também participam das reuniões o secretário de planejamento, Toninho Veleda, o secretário substituto  de agropecuária, Deomar Schafer, o arquiteto assessor técnico das obras da prefeitura,  Marcio Poersch e Joel, representante das comunidades contempladas com o projeto.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Prefeito em exercício recebe visita ilustre




O prefeito em exercício, Bebeto Perdomo, recebeu uma visita ilustre na tarde de ontem (12).

 Marcelo Pires, hervalense há muitos anos radicado em Brasília, esteve em visita a nossa "terrinha" ontem e o comando do executivo municipal não perdeu a chance de dar um abraço e bater um bom papo com essa figura que leva o nome de Herval por onde passa e carrega na bagagem muitos bons serviços prestados à administração pública em nível estadual e federal.

O Secretário de Planejamento, Toninho Veleda, também participou desse momento que, muito embora movido pelos laços de carinho e amizade, serviu como pretexto e palco para o debate sobre a boa política em âmbito local e nacional, além de oportunizar o relato sobre as muitas iniciativas do governo local para tornar Herval cada vez mais próspero e melhor para viver.

Altas conexões




segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Pitada filosófica




Música para os meu ouvidos


Sambô contagia, arrebenta e abala o coração!




Tarso fez pelo Herval!


Mais um legado de Tarso em Herval: destinação de veículo utilitário e reforma do prédio da Inspetoria Veterinária, além da reforma e modernização da agência local do Banrisul.

Demandas muito antigas da nossa comunidade, atendidas pelo governo do estado que mais abriu as portas e mais investiu em Herval e nos hervalenses.

Pena que o trabalho foi interrompido, pois certamente mais e melhores realizações estavam por vir!

Agora é cobrar que o novo velho governo do PMDB gaúcho não dê às costas ao nosso município nem fique escorado num monte de desculpas ou afogado num mar de choradeiras.

Afinal, Tarso mostrou que a saída para a crise é o investimento, e não o corte de recursos ou serviços essenciais.






sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Ato político


Antes de Tarso os políticos e articulistas conservadores diziam que o RS estava quebrado e não havia saída para contornar a crise. Bastou Tarso tomar posse para o discurso mudar e os mesmos que diziam que não havia o que fazer, passassem a cobrar a solução de todos os problemas do estado de uma hora para outra, como se o então governador tivesse poderes divinos.

Contrariando o pessimismo e a irracionalidade de muitos, o governo da Unidade Popular Pelo Rio Grande retomou a reestruturação da máquina pública, atraiu investimentos num ritmo e volumes nunca antes vistos no RS e implantou políticas públicas em parceria com os municípios e o governo Dilma, cuja falta logo, logo começará a ser sentida, tendo em vista o corte nos projetos sociais e de desenvolvimento já iniciados pelo novo velho governo de Sartori.

O fato é que assim como em nossas vidas, na administração pública também não existe mágica nem soluções milagrosas.

A verdade, é que Tarso herdou um estado em situação muito pior do que entregou, porém ao invés da choradeira, de paralisar ou desmantelar a máquina pública, optou por enfrentar a crise crescendo e sem penalizar os sempre penalizados pela máxima falaciosa e já desmentida em nível federal de que “primeiro é preciso fazer o bolo crescer para depois reparti-lo”.

Durante a última campanha eleitoral, Tarso foi claro e cristalino dizendo que sua discordância com os adversários não era sobre o diagnóstico da situação do estado, e sim quanto a forma de enfrentar tal situação. Ou seja, se o melhor caminho era retomar a política fracassada no passado de cortar "gastos" ou avançar na estratégia de fortalecimento da máquina pública e da recuperação salarial dos servidores; continuar de mãos dadas com o governo federal; avançar na negociação das dívidas do estado com a União; ampliar as políticas públicas de revigoramento da matriz produtiva gáucha e de atração de novos investimentos externos; investir em políticas públicas de infraestrutura, na ampliação e qualificação dos serviços de educação e saúde e em programas de distribuição de renda, a exemplo do RS Mais Igual e da valorização do salário mínimo regional.

O tempo dirá qual o melhor caminho para o RS e se vamos avançar ou dar muitos passos para trás. Quem viver verá!

Neste sentido, o escrito sucinto e profundo de Danéris nos revela o quanto nosso estado estava no caminho certo e que éramos mais felizes do que muitos poderiam imaginar. 


O legado de Tarso Genro

Cada um levará consigo, na memória, uma lembrança do governo Tarso Genro (PT), que está se encerrando. Imagino, por exemplo, que os estudantes lembrarão da criação do passe livre, as mulheres, da criação da Secretaria das Mulheres e da Patrulha Maria da Penha, os trabalhadores, da valorização do piso regional, os servidores, da recuperação dos salários e condições de trabalho.
Acredito que os empresários lembrarão da atração de bilhões de reais em investimentos privados, da Sala do Investidor e da política de incentivo sem aumento de impostos. Os agricultores, do Programa de Irrigação e do Plano Safra Gaúcho; os caminhoneiros, do fim dos contratos e tarifas abusivas dos pedágios, os pequenos empreendedores, do Programa de Microcrédito. Creio, ainda, que os usuários e trabalhadores do SUS lembrarão dos 12% para saúde, a comunidade escolar, que passamos de 11º para 2º lugar no Ideb, e os servidores da segurança e a sociedade, da desocupação e início da demolição do Presídio Central.
Os que acreditam na democracia lembrarão do Conselhão, do Gabinete Digital, do Gabinete dos Prefeitos, das plenárias do OP e da Consulta Popular. Gaúchos e gaúchas lembrarão da renegociação histórica da dívida com a União, que unificou forças políticas e sociais em defesa do Rio Grande. Particularmente, levo na memória o momento em que, no Palácio Piratini, durante as manifestações de junho de 2013, o governador determinou às forças de segurança que protegessem a vida em primeiro lugar. Ali se revelava, em toda sua dimensão, uma insígnia do nosso governo.
O mesmo governador que de madrugada atendeu, em frente à sua casa, taxistas que reclamavam um colega morto, o governador que estava em Santa Maria, em uma das nossas maiores tragédias, que estava em São Lourenço após a inundação que devastou a cidade. O governador que priorizou complementar a renda de milhares de famílias que viviam na extrema pobreza. Este é seu maior legado. Um político que honra a política e a esquerda brasileira, que dedica a vida a mudar a vida dos outros, que promove o diálogo e o respeito às diferenças, e busca fazer do mundo, e do nosso Estado, um lugar melhor para se viver.

Por Marcelo Danéris, Ex-Secretário-executivo do CDES

Rir é o melhor remédio



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Pitada filosófica



Vice-prefeito Bebeto assume prefeitura de Herval



Pela segunda vez em sua trajetória política, Luiz Alberto Perdomo (Bebeto), assume a cadeira de prefeito do município. O vice-prefeito assumiu o cargo, interinamente, nesta segunda-feira (29) com a missão de substituir o prefeito Ildo Sallabery durante o mês de janeiro, período de suas férias. “Bebeto é uma pessoa experiente, que está diariamente resolvendo as demandas de nossa administração. Isso me dá total tranquilidade para me afastar por uns dias e recarregar as energias. O município estará em boas mãos”, disse o prefeito.

Durante o mês em que irá substituir Sallaberry, Bebeto pretende dar andamento a todos os projetos e, principalmente, atender aos pedidos mais urgentes da população. “Quem me conhece, sabe que gosto muito de conversar com as pessoas e estar em sintonia com a comunidade rural. Tenho esse compromisso com os munícipes e, como já falei para o prefeito Ildo, vou continuar esse trabalho, sem deixar de dar continuidade aos projetos já iniciados”, falou.

Uma de suas primeiras ações frente ao cargo de prefeito foi pagar a licença-prêmio a 16 servidores municipais, com recurso de devolução da Câmara de Vereadores, totalizando um valor aproximado a R$ 90 mil. De maneira bem gaúcha, Bebeto sintetizou a ação da seguinte forma: “Ildo nos deixou o cavalo encilhado, só precisamos montá-lo, pois este pedido de pagamento aos funcionários já tinha sido organizado por ele, só faltando a montagem do processo”, ressalta.

Na presença do presidente do Legislativo Valmir Miliorança (PP) e dos vereadores Rodrigo Dutra (PP), Valter Lima (PP) e João Bosco Paiva (PPL) as servidoras receberam a boa notícia de pagamento. “É bom poder devolver este recurso sabendo que será utilizado em uma justa causa, pois os funcionários são merecedores e adquiriram o prêmio por direito”, destacou Valmir.


TEXTO: jornalista Nívea Bilhalva de Oliveira
Publicado originalmente no site da prefeitura: www.herval.rs.gov.br

Nem só de pão viverá o homem




segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

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